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Transtorno do pânico: um sofrimento relacionado ao medo intenso

Tempo estimado de leitura: 4 minutos

Para falar sobre transtorno do pânico, é necessário compreender o que é o pânico. O pânico é uma reação de medo intenso, imprevisível e que envolve sintomas físicos, mas onde esses sintomas não têm, de maneira geral, uma justificativa orgânica para acontecer, ou seja, os sintomas não aparecem porque, de fato, a pessoa esteja infartando, por exemplo. No entanto, é o que a pessoa frequentemente sente quando está tendo um ataque de pânico.

Para entender um pouco mais, é importante pensarmos que corpo e mente são ligados um ao outro, sem ocorrer separação entre os dois, e no caso do pânico, isso é bastante evidente, já que não existe um problema orgânico acontecendo naquele momento, mas emocionalmente, é o que o corpo expressa. Um ataque de pânico faz com que a pessoa sinta muita dificuldade em respirar, sinta seu coração acelerado, sinta dor e formigamento que vão do braço até o tórax, e uma sensação de perda de contato com a realidade, ou, o medo de perder o controle.

Em caso de um ataque de pânico, é importante permanecer onde está e focar em exercícios de controle da respiração, que é diferente de inspirar e expirar muito rápido, já que isso pode piorar a crise, o que ocorre porque a respiração controlada pode ajudar a amenizar a ansiedade, e, consequentemente, os outros sintomas físicos que estejam acontecendo.

No Clude você conta com algumas opções se estiver em um momento de ataque:

1- Fale com um profissional:

  • Em “Help” > “SOS: fale com um especialista do Help por chat nas horas difíceis (8h – 20h).
  • Em “Help” > “Passando por momentos críticos”: fale com um especialista do Help por chat nas horas difíceis (seg a sex, 8h – 20h).

 

2- Faça exercícios de controle da respiração:

  • Em “Help” > “Passando por momentos críticos” > “Passando por crises”

 

Esses episódios costumam atingir a maior intensidade em alguns minutos, geralmente, mas podem durar até meia hora e deixam uma espécie de “ressaca” quando terminam.

Muitos indivíduos podem ter um ou dois ataques isolados durante a vida, sem que isso se torne um transtorno do pânico. As causas não são totalmente compreendidas, então, acredita-se em diversos fatores, como a genética, as experiências de vida, a infância e o ambiente em que uma pessoa se desenvolve.

Também é importante lembrar que o pânico é diferente da crise de ansiedade, de uma angústia ou preocupação intensas e da reação física e emocional a um susto.

Diversos episódios de ataques de pânico levam uma pessoa a poder ser diagnosticada com um transtorno do pânico. Ela pode passar a não querer sair de casa para algumas atividades como ir a lugares públicos ou ir ao trabalho, porque ela tem medo que novos ataques de pânico aconteçam nesses lugares, e isso acaba trazendo prejuízos para a vida da pessoa, além de um intenso sofrimento emocional.

Isso tudo, geralmente, leva às pessoas a irem ao pronto-socorro, a fazerem uma série de exames que não apontam nenhum problema e a visitarem vários médicos, até serem corretamente orientadas e encaminhadas. Muitas vezes, primeiro ao psiquiatra, e, depois, ao psicólogo, para que então possam ser acompanhadas. É bastante comum, em termos de diagnóstico, a necessidade de um tempo até que se possa localizar se aquele ataque de pânico está associado a algum outro transtorno, como o transtorno depressivo, por exemplo. O importante é que essa pessoa possa ser acompanhada por profissionais desde o início.

Em caso de um ataque de pânico, é importante permanecer onde está e focar em exercícios de controle da respiração, que é diferente de inspirar e expirar muito rápido, já que isso pode piorar a crise. Isso acontece porque a respiração controlada pode ajudar a amenizar a ansiedade, e, consequentemente, os outros sintomas físicos que estejam acontecendo. É difícil, mas, se possível, é importante lembrar que a crise não mata, e que ela tem um começo, um meio e um fim.

Assista:

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