Sintomas da ansiedade: quais são e como tratar

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Bem-vindo(a)! Sou a Dra. Clu, membro do time do Clude, a plataforma que cuida integralmente da sua saúde. Hoje, falaremos sobre um assunto muito importante e mais comum: a ansiedade.

Esse é um sentimento que todos nós já experimentamos em algum momento, mas, quando se torna excessivo ou constante, afeta nossa vida diária. Vamos entender melhor o que é e quais são os sintomas da ansiedade e como tratá-la.

Pronto para embarcar nesta jornada de autoconhecimento e cuidado? Então, vem comigo!

O que é a ansiedade e como é caracterizada?

A ansiedade é uma resposta natural do corpo a situações percebidas como ameaçadoras ou desafiadoras, que causa uma sensação de desconforto, que todos nós já experimentamos em algum momento. No entanto, ressalta-se que a ansiedade se torna um problema quando é constante e prejudica a nossa capacidade de executar tarefas diárias, tomar decisões ou mesmo desfrutar de atividades das quais normalmente gostamos.

Existem diferentes tipos de ansiedade: Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), Transtorno do Pânico, fobia social, dentre outros. Esses transtornos de ansiedade apresentam características específicas, mas todos transmitem a sensação de ansiedade excessiva e persistente.

O que causa a ansiedade?

A ansiedade é causada por uma combinação de fatores genéticos, ambientais e biológicos. Confira, a seguir:

  • Fatores genéticos: pessoas com histórico familiar de transtornos de ansiedade têm uma maior probabilidade de desenvolver ansiedade. No entanto, isso não significa que a ansiedade se manifestará se tem um parente que sofre desse transtorno. Simplesmente, significa que você apresenta uma predisposição genética.
  • Fatores ambientais: estresse crônico, traumas e eventos adversos na vida podem desencadear ansiedade: abuso, morte de um ente querido, divórcio, mudança de emprego ou de casa, dentre outros.
  • Fatores biológicos: pesquisas apontam que certas estruturas e processos cerebrais estão envolvidos na ansiedade. Por exemplo, a amígdala, uma região do cérebro que desempenha um papel crucial na nossa resposta ao medo, parece ser mais ativa em pessoas com transtornos de ansiedade. Além disso, desequilíbrios químicos no cérebro, envolvendo neurotransmissores como a serotonina e o GABA, também contribuem para desenvolver a ansiedade.

Quais são os sintomas da ansiedade?

A ansiedade se manifesta de maneiras diferentes em cada pessoa, mas geralmente apresenta componentes, tanto físicos quanto psicológicos.

Os principais sintomas psicológicos da ansiedade são:

  • Preocupação excessiva;
  • Medos que, para os outros, parecem irracionais;
  • Pensamentos obsessivos;
  • Perfeccionismo;
  • Inquietação e irritabilidade;
  • Dificuldade para se concentrar;
  • Insônia.

Os sintomas físicos da ansiedade incluem:

  • Batimentos cardíacos acelerados;
  • Boca seca e tontura;
  • Respiração acelerada ou falta de ar;
  • Suor excessivo;
  • Tremores ou agitação;
  • Dor no peito;
  • Tensão muscular ou dores de cabeça;
  • Problemas digestivos.

Como diminuir os sintomas da ansiedade?

Diminuir os sintomas da ansiedade, muitas vezes, envolve uma combinação de cuidados com a saúde mental e física. Aqui estão algumas estratégias que auxiliam:

  • Terapia: a terapia cognitivo-comportamental é particularmente útil para tratar a ansiedade, por ajudar a identificar pensamentos e comportamentos prejudiciais e a desenvolver estratégias para lidar com a ansiedade;
  • Medicação: em alguns casos, a medicação pode ser uma ferramenta útil para gerenciar a ansiedade. Há uma variedade de medicamentos disponíveis, que controlam os sintomas da ansiedade. Se for o seu caso, seu psicólogo encaminhará para um psiquiatra avaliar seu quadro;
  • Exercício físico: exercício regular é uma ótima maneira de reduzir a ansiedade, já que libera endorfinas, os chamados “hormônios do bem-estar”, que contribuem para o bom humor e reduzem o estresse.
  • Meditação e técnicas de relaxamento: a prática da meditação, respiração profunda e ioga reduzem o estresse e a ansiedade e ajudam a focar a mente no agora, diminuindo os pensamentos preocupantes;
  • Alimentação equilibrada: a alimentação desempenha um papel essencial no controle da ansiedade, ao fornecer nutrientes que estimulam a produção de neurotransmissores que promovem a sensação de bem-estar;
  • Descanso adequado: sono de qualidade é fundamental para o bem-estar emocional e físico. Uma rotina de sono regular diminui os sintomas da ansiedade. Conheça os nutrientes-chave para o combate à ansiedade no nosso artigo “Ansiedade: descubra os alimentos que promovem o bem-estar”;
  • Evite álcool, cafeína e nicotina: essas substâncias aumentam a ansiedade ou pioram os sintomas existentes;
  • Conecte-se com outras pessoas: passar tempo com amigos e familiares e compartilhar suas preocupações com eles ajuda a aliviar a ansiedade.

Lembre-se: se a ansiedade estiver interferindo em sua vida cotidiana, é importante procurar ajuda diretamente com um profissional de saúde mental, que orientará acerca do tratamento adequado para seus sintomas.

Como o Clude pode auxiliar no tratamento de ansiedade?

O Clude é uma plataforma de saúde e bem-estar que oferece soluções abrangentes e acessíveis para o cuidado com a saúde. Reconhecendo a importância da saúde mental, o Clude Mind, um programa que proporciona sessões de terapia online com psicólogos e psiquiatras, está disponível por um valor extremamente acessível: apenas R$ 35. 

Ainda, no chat, que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, nossos usuários esclarecem dúvidas e até mesmo podem desabafar em momentos difíceis com nossa equipe de psicólogos. Contamos também com ferramentas de monitoramento emocional para acompanhar e gerenciar seus sentimentos e emoções.

Para apoiar ainda mais no tratamento da ansiedade, oferecemos descontos em exames, medicamentos e consultas em nossa rede credenciada. Sabemos que, muitas vezes, o custo desses serviços pode ser um obstáculo para quem busca ajuda, e nosso objetivo é tornar o cuidado com a saúde mais acessível para todos.

Complementando nossa abordagem holística, disponibilizamos também o Clude Nutrifit, que promove orientação personalizada sobre nutrição e fitness. A prática de exercícios físicos e uma alimentação saudável são fundamentais no tratamento da ansiedade. Com o Clude Nutrifit, você terá acesso a conselhos e diretrizes personalizadas para atingir seus objetivos de saúde e bem-estar.

Entendemos que a ansiedade pode ser um desafio, mas também que existem várias estratégias eficazes para lidar com ela. Com o Clude, você acessará recursos valiosos para ajudar nessa jornada. Lembre-se de que você não está só: estamos aqui para auxiliar no seu caminho.

Quer transformar sua saúde mental? Conheça o Clude e saiba como diminuir os sintomas da ansiedade e viver uma vida mais saudável e plena!

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Ausencia-de-Saude-Mental-e-o-custo-invisivelDurante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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