Quando falamos de Assédio, NR1 e o RH, não estamos apenas tratando de normas técnicas e obrigações legais. Estamos falando de pessoas, de sofrimento crônico muitas vezes silenciado e, principalmente, da responsabilidade gigantesca que repousa sobre os ombros do RH.

A NR1 – agora revisada e com foco ampliado – determina que as empresas não apenas identifiquem riscos ocupacionais, mas também mapeiem e gerenciem riscos psicossociais. Entre eles, o assédio moral, sexual e organizacional figura como um dos mais complexos. E adivinhe quem precisa gerenciar isso na prática? Sim, ele mesmo: o RH.

O impacto do assédio não é só jurídico

Embora muitas empresas ainda tratem o assédio como um risco jurídico, a ciência mostra que ele é, também, um risco de saúde pública. Pesquisas recentes (Abdulla et al., 2023) relacionam o assédio no ambiente de trabalho a problemas como doenças cardiovasculares, enxaquecas constantes, e até doenças autoimunes como artrite.

Além disso, os impactos psicológicos não podem ser subestimados: o assédio reduz o engajamento, eleva o turnover e mina a saúde mental das equipes (Mun et al., 2024). Portanto, não basta uma política bonita no papel. É necessário um sistema vivo, com escuta ativa e respostas eficazes.

NR1 e o papel transformador do RH

Com a nova NR1, o RH deixou de ser apenas o departamento “legalista” da empresa para se tornar o verdadeiro guardião da cultura organizacional. E isso tem um custo emocional real. Afinal, não dá para carregar a responsabilidade de prevenir assédio, estruturar escutas seguras e promover saúde emocional sem apoio institucional.

Nesse novo cenário, a NR1 exige que a organização vá além do discurso. E, francamente, não há mais espaço para improvisos: é hora de profissionalizar o cuidado com gente.

Cuidar de quem cuida é lei (moral, ética e agora também técnica)

Se a empresa quer cumprir a NR1, reduzir passivos trabalhistas e criar um ambiente onde as pessoas queiram, de fato, estar, ela precisa proteger quem faz tudo isso acontecer: o RH.

E isso começa com:

NR-1, Clude e o compromisso com o cuidado

Na Clude, acreditamos que a transformação da cultura organizacional começa por quem está na linha de frente: o RH. Por isso, oferecemos soluções que combinam dados, acolhimento e estratégias preventivas de saúde emocional para ajudar empresas a cumprirem a NR1 de maneira técnica, humana e efetiva.

Porque, convenhamos, assédio se previne com política, sim — mas se resolve com coragem, escuta e ação contínua.

SafeMind: inteligência emocional para prevenção real

É exatamente por entender os desafios impostos pela NR-1 e o peso que recai sobre o RH que desenvolvemos a SafeMind, nossa solução integrada de inteligência emocional, mapeamento de riscos psicossociais e resposta preventiva ao assédio. Com tecnologia, escuta qualificada e dados acionáveis, a SafeMind transforma o RH de reativo para estratégico — prevenindo crises antes que virem processos.

Com a SafeMind, o cuidado deixa de ser discurso e vira prática, respaldada por evidências, suporte real e conformidade com a NR-1. Afinal, proteger as pessoas — inclusive quem protege — é o que faz empresas se tornarem verdadeiramente sustentáveis.

 

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