Conheça as principais doenças que afetam o coração

O coração é, frequentemente, usado como analogia para se referir a uma característica importante de algo, um elemento essencial. Isso, é claro, não é à toa. Trata-se mesmo de uma das partes mais importantes do nosso corpo, e cuidar desse órgão é imperativo não só para viver mais, mas para viver com mais qualidade. 

Existem diversas doenças que afetam o coração. Algumas delas são congênitas, ou seja, presentes já no nascimento, enquanto outras são adquiridas por meio de maus hábitos de saúde. Muitas delas podem ser prevenidas e curadas, mas algumas, apenas tratadas para controle dos sintomas. 

Neste artigo, iremos no aprofundar nas principais doenças que afetam o coração. Aproveite a leitura.

O que são as doenças cardíacas?

O termo “doença cardíaca” é bastante amplo e serve para designar todas as doenças que afetam o funcionamento do coração ou algum de seus componentes. 

Elas variam em gravidade e origem, mas todas têm em comum o perigo que representam à vida do paciente e o papel na diminuição de sua qualidade de vida.

Apesar de não serem contagiosas, doenças cardíacas fazem parte de uma epidemia perigosa. Atualmente, as doenças do coração tomam 18 milhões de vidas por ano de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Desse total, por volta de 85% são decorrentes de infartos e acidentes vasculares cerebrais.

Leia também: Cardiologia: o que faz um médico cardiologista?

Quais as principais doenças que afetam o coração? 

Para entender como tratar ou evitar doenças como essas, é necessário saber quais são elas. A seguir, entenda as principais doenças que afetam o coração e suas estruturas.

Infarto agudo do miocárdio

Essa é uma das doenças cardíacas mais fatais e ocorre quando o músculo do coração sofre com a falta de oxigenação. Ela é causada pelo entupimento da artéria e, dentre seus sintomas, estão a falta de ar, a dor no peito, sudorese e mal-estar. O atendimento médico deve ser imediato.

Insuficiência cardíaca

Caracterizada pela diminuição da capacidade de bombeamento do coração, a insuficiência cardíaca pode deixar órgãos sem oxigenação e gerar o acúmulo de sangue sem oxigênio nas veias.

Doença Cardíaca Coronariana

Essa doença também é conhecida pelo nome de aterosclerose coronariana e é causada pelo acúmulo de gordura nas paredes dos vasos, o que impede a livre circulação do sangue. Ela pode levar ao infarto agudo do miocárdio. 

Acidente Vascular Cerebral

Conhecido como AVC, essa doença causa a interrupção da oxigenação cerebral e causa sintomas como a paralisia de uma das partes do corpo e dormência. Há casos nos quais um AVC pode deixar sequelas, tais como impedimentos de fala e limitação motora, o socorro rápido, no entanto, minimiza as chances de que isso aconteça.

Como tratar ou prevenir esses quadros? 

Essas doenças não podem ser negligenciadas, e a melhor maneira de preveni-las ou tratá-las está na adoção de hábitos de saúde mais saudáveis e na realização de exames de rotina regulares.

Caso você ainda tenha dúvidas sobre a importância do cuidado cardiológico, nós damos a você 4 motivos para se consultar com um cardiologista

No entanto, se você precisa de exames com cardiologista barato e procura uma alternativa para quem não tem plano de saúde, precisa conhecer o Clude, uma plataforma de saúde voltada para o cuidado preventivo. 

Assinantes do Clude têm acesso a exames e consultas a preços populares, além de descontos em milhares de farmácias e estabelecimentos. Não deixe a saúde do seu coração para depois, acesse nossa plataforma e confira as condições.

Deixe um comentário

Durante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

Deixe um comentário