Quais são os principais erros cometidos por quem toma remédios de uso contínuo?

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Os medicamentos de uso contínuo são remédios utilizados por muitos brasileiros. Esse tipo de medicamento, que pode ser de referência, genérico ou similar, é recomendado para pessoas que estão fazendo o tratamento de algum tipo de patologia que demanda remédios de uso contínuo

Se você ainda não sabe qual a diferença entre o medicamento de marca, genérico, referência e similar,  basta ler esse texto em nosso blog para conhecer mais profundamente o assunto. 

Para exemplificar, podemos usar o antibiótico, que pode ser administrado durante um período contínuo ou em doses intercaladas. Isso significa que o medicamento de uso contínuo não tem aplicação intermitente, mas sim ininterrupta durante o tratamento.

Quem deve usar esses medicamentos

A necessidade de utilização dos remédios de uso contínuo varia muito de acordo com a patologia e com o tratamento destinado ao paciente. Para usar esse tipo de medicamento, é preciso ir até um médico e verificar se ele identifica a necessidade de administração de remédios para utilização contínua. 

Somente nesse caso o paciente deve utilizar a medicação dessa maneira. É sempre bom lembrar que a automedicação não é recomendada, pois pode causar danos graves à saúde dos pacientes. Por isso, sempre busque o auxílio de um profissional da medicina antes de tomar medicamentos intermitentes ou de uso contínuo.

Principais erros de quem toma medicamentos de uso contínuo

Existem alguns erros que as pessoas cometem ao utilizar medicamentos de uso contínuo que podem causar riscos à saúde. Esses riscos podem ser de natureza leve, média ou grave, de modo que é preciso sempre estar atento e procurar um médico no caso de qualquer efeito adverso durante o tratamento. Veja os principais erros a seguir.

Não ter atenção aos efeitos colaterais

Efeitos colaterais podem aparecer durante a utilização de praticamente qualquer medicamento. A partir disso, caso o médico não tenha alertado sobre algum efeito e o paciente identifique essa situação, a melhor opção é ir até o profissional e relatar o que está acontecendo.

Não avisar o médico sobre a gestação

Alguns medicamentos, sejam eles de uso contínuo ou não, não podem ser administrados durante a gestação. O uso de remédios “proibidos” para gestantes pode causar danos à saúde do bebê e da mãe. Dessa forma, é essencial que o médico seja avisado no caso de gravidez durante qualquer tratamento que envolva o uso medicamentos.

Usar medicamentos sem prescrição

Como dito anteriormente, a automedicação é uma prática comum e muito perigosa. Medicamentos de uso contínuo administrados sem prescrição médica podem tornar-se potencialmente danosos à saúde. O ideal é sempre tomar medicamentos prescritos e necessários ao tratamento.

Como utilizar remédios de uso contínuo

Os medicamentos de uso contínuo devem ser administrados com cuidado, sempre respeitando a orientação do profissional da saúde presente na receita médica. Além disso, é importante deixar claro para o médico se existe uma gravidez ou se o paciente está consumindo bebidas alcoólicas durante o uso, pois, em alguns casos, o consumo de certas substâncias pode ser extremamente prejudicial à saúde.

Como o Clude pode ajudar no seu tratamento

O Clude é a opção ideal para quem não quer ou não tem condições financeiras de adquirir um plano de saúde. A empresa oferece acesso a serviços médicos por meio da tecnologia, possibilitando que as pessoas façam consultas médicas online. O Clude também conta com um plano de descontos nos mais diversos medicamentos, inclusive desconto em remédios de uso contínuo

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Ausencia-de-Saude-Mental-e-o-custo-invisivelDurante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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