As doenças mais comuns no verão que você precisa ficar atento

O verão é uma estação muito aguardada por diversas pessoas, pois é um momento marcado por festas, praias e férias. Contudo, ele também é época de proliferação de algumas doenças. Sendo assim, continue acompanhando a leitura e saiba mais sobre as doenças mais comuns no verão e como evitá-las!

As doenças mais comuns no verão

Conjuntivite

Uma das doenças mais comuns no verão é a conjuntivite. Isso ocorre porque fatores como exposição prolongada ao sol, poeira, banhos de piscina, ar-condicionado e sauna propiciam o contágio da doença. Entre os principais sintomas, podemos citar:

  • olhos vermelhos, lacrimejantes e sensíveis à luz;
  • pálpebras inchadas; 
  • secreção;
  • coceira; 
  • sensação de areia nos olhos.

A principal medida para evitar o contágio é manter a higiene das mãos, não compartilhar objetos de uso pessoal e evitar coçar os olhos. 

Dengue, chikungunya e zika

Outras doenças muito comuns no verão são aquelas propagadas pelos mosquitos da dengue, chikungunya e zika. Isso ocorre porque a elevação de temperatura associada ao aumento de chuvas acelera o ciclo de reprodução desses insetos.

As três doenças apresentam sintomas semelhantes, sendo os principais:

  • febre;
  • dor de cabeça;
  • dores musculares; 
  • manchas vermelhas na pele.

Entre os sintomas característicos de cada uma, temos febre acima de 38°C por mais de cinco dias em casos de dengue, crescimento exagerado dos gânglios em casos de zika e dores nas articulações e náuseas em casos de chikungunya.

Para evitar a propagação dos mosquitos e, consequentemente, a propagação das doenças, é necessário eliminar reservatórios de água parada.

Dermatoses diversas

O verão também propicia o aparecimento de diversas dermatoses, que são doenças de pele. A larva migrans, popularmente conhecida como bicho geográfico, é um exemplo de dermatose que ocorre no verão, justamente porque a larva é encontrada nas fezes de cães e gatos que defecam em praias, onde geralmente as pessoas andam descalças. 

Entre outras dermatoses, há o impetigo, a foliculite, a acne solar e as queimaduras do sol, por exemplo. Desse modo, evite andar descalço em locais pouco salubres, mantenha uma boa higiene, evite roupas que retenham umidade, mantenha uma rotina de cuidados com a pele e use filtro solar. 

Desidratação

Diante das elevadas temperaturas, é natural que nosso corpo transpire mais com o intuito de se refrescar. Por isso, é necessário hidratar-se constantemente no verão, pois, do contrário, a pessoa fica desidratada. 

Entre os principais sintomas de desidratação, podemos destacar:

  • sede;
  • pele seca;
  • prisão de ventre;
  • boca seca;
  • cansaço;
  • diminuição da urina;
  • dor de cabeça;
  • tonturas.

Para evitar a desidratação, basta ingerir em torno de 2 litros de água por dia. Caso você tenha dificuldades em lembrar de beber, atualmente, há diversos aplicativos que enviam lembretes pelo celular para lembrar o usuário de tomar água.

Otite

Por fim, a otite, ou infecção dos ouvidos, é mais uma doença muito comum no verão, visto que nesse período as pessoas costumam se banhar em praias e piscinas, o que favorece a transmissão de vírus e bactérias que causam a doença. 

Há três tipos de otite: a externa, a média e a interna. Entre os principais sintomas que podemos destacar, estão:

  • dor de ouvido;
  • pus;
  • febre;
  • dor de cabeça;
  • perda de apetite;
  • vômito.

Para evitar a otite, é recomendado realizar a higiene adequada dos ouvidos, lavá-los e secá-los bem após o banho de piscina ou praia e se banhar apenas em águas salubres. 

Sendo assim, tente se prevenir contra as doenças mais comuns no verão e, se identificar algum dos sintomas descritos, procure o médico. Caso você não disponha de cadastro em um plano, o Clude é uma excelente alternativa ao plano de saúde

Se quiser conhecer mais sobre o nosso programa, já falamos um pouco sobre o que é o Clude aqui no blog. Caso deseje obter mais detalhes, entre em contato pelo site.

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Durante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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