Quando é recomendado fazer uma mamografia?

A mamografia é um exame realizado para verificar o estado das mamas. Muitas mulheres a realizam porque, além de ser um excelente método diagnóstico, também serve para detectar precocemente o câncer de mama. O exame é feito em clínicas especializadas e funciona como uma radiografia, com a diferença de ser voltado exclusivamente às mamas.

O momento ideal para fazer uma mamografia ainda é uma questão bastante discutida, de modo que alguns órgãos e entidades de saúde divergem sobre o assunto. Por isso, o ideal é fazê-la sempre que o médico prescrever ou que você sentir algum incômodo, independentemente do momento. Além disso, é essencial que a mamografia seja feita quando a mulher atinge uma certa idade determinada pelo médico. 

Neste artigo, separamos as principais situações em que o exame de mamografia deve ser realizado. Acompanhe!

Quando fazer o exame de mamografia

No Brasil, o câncer de mama é muito comum e afeta uma grande quantidade de mulheres. Infelizmente, a acessibilidade a mamografias ainda é uma questão difícil, fazendo com que as pessoas recorram a outras alternativas quando não tem, ou não podem ter, um plano de saúde. No entanto, com a plataforma Clude, você tem acesso a consultas médicas online, realiza exames e compra medicamentos com excelentes descontos!

A seguir, veja as principais situações para se fazer uma mamografia:

Idade

O Ministério da Saúde é a representação do poder público no setor da saúde. Com base no que ele indica, as mulheres acima de 50 anos devem fazer o exame com uma frequência mínima de 2 anos entre uma mamografia e outra. Outras entidades, como a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), pedem que as mulheres acima de 40 anos o façam uma vez por ano.

Histórico familiar

O histórico de câncer de mama na família é outro fator que motiva a realização periódica do exame. Muitos médicos pedem que a mamografia seja feita com mais frequência em mulheres que possuem alguma tendência genética de vir a ter câncer de mama. Esse fato é muito importante e deve ser avisado ao profissional quando as consultas médicas forem realizadas.

Necessidade de avaliação

Não raramente, as mulheres têm algum desconforto nas mamas ou acabam sentindo que existe um caroço na região. Nesses casos, o mais recomendável é que se faça uma mamografia, ainda que o exame de toque tenha sido claro.

Isso permite que se tenha uma melhor noção a respeito do que está causando o desconforto ou o “caroço” nas mamas, pois mesmo que não seja câncer, pode ser algum tipo de patologia que deve ser tratada com atenção.

Prevenção

A prevenção é um dos principais motivos pelos quais as mulheres realizam a mamografia. Não tem muito o que fazer para impedir que o câncer de mama se desenvolva e apareça no corpo, porém é possível detectá-lo precocemente. Isso faz com que o tratamento comece cedo e as chances de cura aumentem drasticamente.

Saiba mais: Mamografia mais barata: saiba onde é possível realizar o exame

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O Clude é uma plataforma digital voltada para facilitar a vida de pacientes de todo o País. A empresa conta com diversos programas que permitem a realização de consultas médicas – inclusive online – e facilita a realização de exames por um preço mais baixo, sendo possível fazer uma mamografia barata a partir de R$ 77. Além disso, fornece descontos em medicamentos e dois tipos de assinatura: a individual, que é somente para uma pessoa, e a familiar, que possibilita a inclusão de outros membros da família.

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Durante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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