Quando é indicada a realização do ultrassom obstétrico durante a gravidez?

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A gravidez é um momento muito especial para qualquer família, principalmente para a mãe, que está vivenciando toda a experiência em seu próprio corpo. Durante esse período, é necessário realizar determinados exames para comprovar a saúde do bebê e também da gestante – e um deles é o ultrassom obstétrico. 

Como muitas mulheres têm dúvidas sobre esse tema, nós, do Clude, preparamos este artigo com as principais informações sobre o procedimento. Portanto, acompanhe o texto e saiba mais a respeito do assunto. Boa leitura!

Leia também: Entenda para que serve o exame de ultrassom

O que é ultrassom obstétrico?

O ultrassom obstétrico é um exame que objetiva avaliar a saúde da mãe e do bebê durante a gestação. Sendo assim, por meio dele, é possível acompanhar as diferentes etapas de crescimento da criança, analisar a placenta e o líquido amniótico, bem como verificar a idade do bebê e prever a data de realização do parto.

Sendo assim, esse exame serve para identificar qualquer problema relacionado à gestação com o intuito de solucioná-lo a tempo. Desse modo, o ultrassom obstétrico é de suma importância para garantir a integridade da saúde da mãe e do pequeno. 

Quando é mais indicado realizar esse exame durante a gravidez?

O ultrassom obstétrico deve ser realizado desde a descoberta da gestação até o seu final, de modo a garantir o acompanhamento de todo o desenvolvimento do bebê. Nesse sentido, a mãe deve realizar, no mínimo, três ultrassons durante toda a gestação, ou seja, um no início, outro no meio e o último ao final. 

Além disso, caso a mãe se sinta mal ou passe por alguma adversidade, como uma queda ou um sangramento vaginal, por exemplo, é necessário realizar o ultrassom imediatamente para averiguar o estado do bebê. 

Leia mais: Qual a melhor semana da gravidez para fazer um ultrassom morfológico?

Como se preparar?

Para realizar o exame de ultrassom obstétrico, é necessário que a mãe leve ao laboratório a solicitação médica, a guia de exames autorizada, os exames anteriores para fins de comparação (caso os tenha realizado) e, se a paciente for menor de idade, é indispensável a presença de um acompanhante legal.

Além disso, caso o ultrassom seja transvaginal, é necessário que a bexiga esteja vazia. Do contrário, caso se trate de outro tipo de ultrassom, apenas é recomendável que a gestante esteja com uma vestimenta de duas peças confortáveis para facilitar a exposição da barriga durante o procedimento. 

Como ocorre o procedimento?

O exame dura em torno de 30 minutos. Caso seja o ultrassom transvaginal, uma sonda com preservativo é introduzida no canal vaginal da mãe, mas, nos demais tipos, a mulher apenas se deita em uma maca e o médico responsável passa um gel na região de seu abdômen. Esse gel serve para evitar que o ar se forme entre a pele e o aparelho – o que comprometeria os resultados – e auxiliar no deslizamento. 

Quais são os riscos envolvidos?

Não há nenhum tipo de risco envolvido na realização do ultrassom obstétrico. Vale destacar que esse exame não emite nenhum nível de radiação; é um procedimento indolor e, apenas em casos de ultrassom transvaginal, a mãe pode detectar um leve sangramento na vagina, mas isso ocorre raramente e, mesmo que aconteça, não compromete a saúde do bebê e da mãe. 

Onde realizar o exame de ultrassom obstétrico de forma acessível?

O Clude é uma alternativa para quem não tem plano de saúde, principalmente para as mães que estão em gestação, período em que é necessário realizar uma série de exames. Nós oferecemos um programa completo de saúde na palma de sua mão e você pode realizar um exame de ultrassom barato por apenas R$ 70. 

Além disso, ao contratar o programa do Clude, não apenas você e seu bebê estarão com a saúde resguardada, mas seu cônjuge e todos os seus dependentes até 18 anos, o que significa que o seu filho estará assegurado até essa idade.

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Ausencia-de-Saude-Mental-e-o-custo-invisivelDurante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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