Healthtechs levam bem-estar com a tecnologia e auxiliam nos cuidados de saúde de forma preventiva

Você já ouviu falar em healthtech? Se a resposta for não, então você está no lugar certo para se manter a par do que há de mais inovador no mundo da saúde. As healthtechs são empresas voltadas à prestação de serviços de saúde. Esse tipo de empresa não é como as tradicionais clínicas, laboratórios e hospitais presentes no mundo.

Elas trazem inovações tecnológicas que auxiliam na vida de muitas pessoas. A tecnologia é empregada de modo a facilitar toda a jornada do paciente, desde a prevenção de doenças e comorbidades, passando pelo diagnóstico de patologias e chegando ao tratamento dessas questões. Tudo isso é feito pelas healthtechs, que usam a tecnologia em prol da saúde da população.

Como as healthtechs atuam?

As healthtechs são muito abrangentes e usam recursos tecnológicos para melhorar a forma de realizar processos feitos de maneira precária atualmente. Isso vale para consultas, por exemplo, pois existem healthcares que são focadas em teleatendimento médico, o que possibilita ter uma redução nos custos de atendimento presencial e permite que mais pessoas tenham acesso a serviços de saúde.

Já outras healthtechs são voltadas para a realização de exames gerais, de imagem, entre outros, sempre utilizando a tecnologia para agilizar tais procedimentos e facilitar a vida dos pacientes, que podem fazer isso com custos mais baixos e não precisam enfrentar filas enormes para realizar um exame.

Saiba mais: Healthtechs: o papel das startups que desenvolvem tecnologias para otimizar o sistema de saúde

Cuidados preventivos

Em relação aos cuidados preventivos realizados por healthtechs, podemos citar diversos exemplos de sucesso. Esse é o caso do Clude, que substitui a adesão a planos de saúde. Dentro da plataforma da empresa, é possível realizar consultas médicas remotas, adquirir medicamentos e fazer exames com grandes descontos.

O Clude presta um serviço exemplar quando o assunto são os cuidados preventivos, pois, além de possibilitar consultas médicas em que os profissionais realizam orientações didáticas e eficientes, a empresa também conta com programas para a prática de exercícios físicos e nutricionistas. Tudo isso contribui para uma vida mais saudável, e faz com que a prevenção contra doenças seja realizada de maneira eficiente e muito agradável.

Atuação das healthtechs no Brasil

A atuação dessas empresas no Brasil tem tomado um fôlego ainda maior em tempos de pandemia. A covid-19 tem mostrado que a tecnologia pode ser muito eficiente para o seu tratamento. Inclusive, no ano de 2020, foi regulamentado, em regime provisório, as teleconsultas, que permitem que os pacientes não saiam de casa para receber atendimento médico, o que auxilia na prevenção da doença e traz muita praticidade.

Importância no mercado da saúde

A grande importância das healthtechs no mercado da saúde reside no fato de que, com as grandes facilidades relacionadas ao trato com a saúde e a redução dos custos que a tecnologia permite, muitas pessoas estão sendo contempladas com serviços de qualidade.

Isso faz com que menos indivíduos utilizem o Sistema Único de Saúde (SUS) e sejam atendidos com mais dignidade, rapidez e precisão. Com healthtechs como o Clude, por exemplo, mais pessoas são beneficiadas e conseguem fazer a manutenção de sua saúde com efetividade e máximo bem-estar.

Clude: a solução da área da saúde

Você já ouviu falar no Clude? Ele é a solução ideal para quem não deseja contratar um plano de saúde ou não está satisfeito com o seu plano. Não é preciso depender do SUS para ter atendimento médico. Você pode contratar uma ótima healthtech brasileira para dispor de consultas médicas virtuais, descontos em exames e medicamentos, entre outros.

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Durante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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