Conheça os exames oftalmológicos que você pode fazer em uma consulta

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Os exames oftalmológicos são essenciais para qualquer pessoa que esteja enfrentando algum tipo de dificuldade na visão. Esse tipo de exame deve ser feito com certa frequência para quem usa lentes corretivas e também para quem já tem uma idade avançada, em especial a partir dos 60 anos. 

Durante uma consulta ao oftalmologista, o paciente passa por alguns exames essenciais para verificar a lágrima e o fundo dos olhos, a acuidade da visão, os canais lacrimais, entre outros. Todos os exames oftalmológicos relacionados a esses aspectos podem ser feitos na própria consulta. 

Por isso, é interessante procurar por um profissional que já disponibilize esses exames durante o atendimento. Isso faz com que o paciente ganhe tempo e tenha mais praticidade, podendo receber um diagnóstico preciso no momento da consulta.

Neste post, você vai saber quais são os principais exames oftalmológicos realizados durante a consulta médica. Acompanhe!

Exames oftalmológicos essenciais

Alguns exames se mostram essenciais no trato com os olhos. Eles servem para diagnosticar problemas já existentes ou para verificar aspectos importantes na prevenção de patologias relacionadas às vias oculares. Veja quais são eles:

Exame de acuidade visual ou refração

Esse é o exame mais conhecido pelos pacientes que vão ao oftalmologista. No exame de acuidade visual, a pessoa é colocada em uma posição confortável e é pedido que ela olhe para um quadro com diversas letras. Cada grupo de letras possui um tamanho, de modo que é possível verificar como está a visão do paciente apenas se baseando na leitura do quadro mencionado.

Se o paciente só consegue ver grupos de letras maiores, é possível que ele esteja sofrendo de problemas como miopia e astigmatismo, por exemplo. Diversos podem ser os diagnósticos advindos do exame de acuidade visual, de modo que a consulta ao oftalmologista é essencial para que o exame seja feito da forma correta.

Exame de tonometria

O exame de tonometria é realizado para que seja feita a verificação da pressão dos olhos do paciente. Esse procedimento é relativamente simples, pois o oftalmologista precisa apenas projetar uma luz em cada olho do paciente e verificar o resultado do exame no mesmo momento.

O resultado pode ser auferido por meio de um aparelho de sopro ou de um aparelho medidor. Independentemente do aparelho utilizado, é importante que o exame seja feito com certa frequência, de 6 em 6 meses, por exemplo. Isso é feito para que haja um controle sobre a pressão dos olhos e ela não se torne um problema no futuro.

Exame de oftalmoscopia

O globo ocular é uma parte muito complexa do nosso corpo, de modo que até o seu fundo deve ser avaliado em uma consulta ao oftalmologista. Com a ajuda de um oftalmoscópio, o profissional avalia o fundo do globo ocular com precisão. Durante o exame, são avaliados o disco óptico, a retina, os vasos sanguíneos e o coróide.

Exame de movimentos oculares

Os movimentos com os olhos também são avaliados durante a consulta. Esse exame é baseado na percepção do profissional, que pede para que o paciente olhe para lados diferentes ou para algum objeto em determinado local. Enquanto o paciente faz isso, o oftalmologista avalia seus movimentos oculares.

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Como cuidar bem dos seus olhos com o Clude?

O Clude é uma alternativa aos planos de saúde no Brasil. Ele disponibiliza o acesso a oftalmologistas com consultórios bem equipados para realizar seus exames oftalmológicos. Entre para o Clude e faça consultas médicas e exames com descontos. Visite nosso site e veja o programa de saúde completo, individual ou familiar.

Veja ainda: Qual é a melhor alternativa para quem não tem plano de saúde?

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Ausencia-de-Saude-Mental-e-o-custo-invisivelDurante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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