Como encontrar atendimento médico durante a pandemia da Covid-19

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Durante a pandemia do novo coronavírus, muitas pessoas acabam ficando um pouco cerceadas em relação aos serviços de saúde que anteriormente podiam acessar com facilidade. A insegurança acaba nos acometendo, de modo que acabamos recorrendo a médicos e exames somente em último caso, ou se recebemos algum diagnóstico positivo de Covid-19.

No entanto, as instituições de saúde estão tomando os cuidados necessários e acabam sendo ambientes seguros. O ideal é que nada além do necessário seja solicitado por hospitais e clínicas nesse momento em que outras pessoas estão mais necessitadas desse tipo de atendimento. Porém, não é preciso ficar longe de todos os serviços de saúde ou ficar refém de uma fila de espera do SUS.

Existe, ainda, uma outra opção muito interessante para quem deseja ter acesso a serviços de saúde, mas não quer sair de casa. Leia este post até o final e veja como encontrar atendimento médico durante a pandemia. Acompanhe!

Cuidados e orientações sobre consultas e exames

Existem algumas orientações importantes para quem deseja buscar atendimento médico em tempos de pandemia. A principal diz respeito às pessoas que estão sentindo algum sintoma de Covid-19. Se esse for o seu caso, fale com o seu médico e peça um direcionamento específico antes de fazer uma consulta ou exame presencial.

Além disso, o ideal é que, caso precise fazer uma consulta médica, você não leve acompanhantes. Para exames em que é necessário que isso ocorra, como endoscopias, por exemplo, leve uma pessoa que não seja do grupo de risco da Covid-19.

Por fim, use álcool gel antes, durante e depois da consulta ou exame, além de passar todo o tempo do atendimento de máscara para evitar o contágio. O ideal é que você não faça visitas a pacientes, muito menos aos que têm diagnóstico ou suspeita de estar infectado pelo coronavírus.

Consulta médica presencial

A consulta médica presencial deve ser a exceção. Caso não seja possível ou recomendado adiar esse atendimento, o ideal é que você vá sozinho, de máscara e carregue consigo o seu próprio álcool gel. É importante mencionar que se a sala de espera estiver cheia, ou se o consultório médico não estiver cumprindo com as medidas recomendadas, é necessário que você procure outro profissional.

Monitoramento de sintomas do novo coronavírus

Enquanto você estiver em casa ou trabalhando fora, é muito importante que fique monitorando os sintomas de Covid-19 que podem surgir no seu corpo. Os mais comuns são cansaço, tosse seca e febre. 

Os sintomas que não são tão comuns variam entre dor de garganta, diarréia, perda de paladar, entre outros. Por fim, os mais graves são a falta de ar ou dificuldade de respirar, dores e pressão no peito e a perda de sentidos.

Você deve procurar o seu médico ou ir até um hospital caso fique doente. Uma questão importante aqui é que algumas cidades migraram o atendimento à Covid-19 para Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e postos de saúde. Então, é importante ficar atento antes de se dirigir para um desses locais.

Saiba mais: O papel da telemedicina no atendimento médico em meio a pandemia da Covid-19

Atendimento médico on-line (telemedicina)

Infelizmente, com as grandes filas de espera presentes no Sistema Único de Saúde (SUS), as pessoas estão cada vez mais distantes dos serviços de que realmente precisam. Isso acaba gerando muitos problemas para quem não tem outra alternativa.

Porém, agora a telemedicina é permitida, mesmo que em caráter temporário, e deve ser a opção escolhida por você se a sua consulta médica puder ser realizada a distância. Esse tipo de consulta é muito parecida com a presencial, sendo que a diferença é que o médico está do outro lado da tela do computador ou celular.

A tecnologia está a nosso favor para combater a pandemia do novo coronavírus, e existem plataformas especializadas na realização desse tipo de consulta, como é o caso do Clude. Saiba mais sobre o Clude e não tenha mais que passar por uma fila de espera do SUS.

Veja ainda: Como é possível diminuir a fila de espera para cirurgia do SUS?

Veja como o Clude pode ajudar!

O Clude permite que você faça consultas on-line por meio da telemedicina e não tenha que enfrentar uma fila de espera no SUS. Essa maneira fácil e rápida de receber atendimento médico, prescrições e até de saber diagnósticos é uma inovação, e agora é oferecida a todo o país por meio da plataforma do Clude. Entre no site e saiba mais!

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Ausencia-de-Saude-Mental-e-o-custo-invisivelDurante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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