Conheça todas as vantagens do teleatendimento médico para os idosos

O teleatendimento médico felizmente já é uma possibilidade nos dias atuais graças à popularidade de acesso à tecnologia, que torna isso possível. 

A necessidade de conversar com um profissional de saúde e receber solicitações de exames e receitas para medicamentos necessários costuma envolver uma série de inconveniências que, hoje em dia, podem ser facilmente solucionadas.

Isso acontece porque temos a oportunidade de conversar com um médico pela tela do computador, dentro da nossa própria casa, sem precisar arcar com custos de locomoção ou fazer um grande planejamento, que costuma envolver sair de casa e esperar a disponibilidade do profissional de ir ao nosso encontro.

Com toda a série de preocupações e cuidados oriunda da pandemia causada pelo novo coronavírus, e a necessidade de acompanhamento constante, que se torna mais comum e frequente em pessoas com mais de 60 anos, o teleatendimento médico para idosos se torna extremamente vantajoso, beirando ao necessário.

Evitar riscos de contágio pelo novo coronavírus (ou qualquer outro vírus!)

O novo coronavírus está sendo uma preocupação para os idosos e seus familiares, visto que eles são um grupo de risco. Ir a um consultório para trocar palavras com um médico e ter exames requisitados ou receitas para a compra de medicamentos, neste momento, é de um perigo bem alto. 

Ações antes corriqueiras, como esperar em uma sala, provavelmente fechada, com vários outros pacientes, apresentar-se a um médico que recebe muitas pessoas em um dia e ir marcar retorno em um consultório não são atividades seguras neste momento. 

Realizar consultas por teleatendimento permite que o idoso consiga conversar com o seu médico, receber qualquer solicitação necessária e terminar a consulta com a segurança de que não se expôs e nenhum tipo de perigo de contágio.

Não precisar se deslocar

Uma consulta médica já implica precisar contar com um meio de transporte e tempo de deslocamento para qualquer pessoa. No caso de idosos, esses problemas costumam ser mais difíceis de serem resolvidos. 

A maioria precisa contar com algum familiar ou cuidador para levá-los, pois a idade costuma trazer uma certa perda de autonomia e problemas de locomoção, ou dificuldades para dirigir e se localizar. 

Todos os transtornos para estar fisicamente em uma consulta são facilmente sanados com o teleatendimento médico, desde o tempo dispensado na viagem até a parte de transportar uma cadeira de rodas e um paciente potencialmente debilitado para longe da sua casa.

Diminuição de custos

Além de não precisar arcar com custos de transporte, o teleatendimento médico pode ser muito mais barato para o paciente do que consultas presenciais, já que o médico pode atendê-lo onde ele preferir.

Horários mais flexíveis

Muitas vezes, as pessoas se acostumam com horários alternativos de sono e atividade. Para idosos que podem não ter compromissos rotineiros durante o dia, isso se torna comum. 

Principalmente quando existe alguma preocupação com a saúde, esperar amanhecer para entrar em contato com um médico pode ser uma experiência bem desagradável. No Clude, os assinantes podem ter orientação médica 24h por dia, algo impraticável no mundo das consultas apenas presenciais. 

Conheça o Clude

O Clude é uma alternativa para quem não tem plano de saúde. Seus assinantes podem contar com orientação médica 24h por dia, 7 dias por semana, sem qualquer custo adicional, teleatendimento médico e uma rede credenciada para consultas presenciais, além de descontos em farmácias, exames e compras.

Veja mais: Quais consultas podem ser feitas pelo teleatendimento médico?

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Durante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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