Entenda por que as healthtechs são a melhor alternativa ao plano de saúde

As healthtechs são startups de saúde que oferecem soluções tecnológicas para aumentar a eficiência do acesso à saúde. O grande diferencial desse tipo de empresa é que ela pode funcionar de maneira totalmente remota. O atendimento a distância já era um benefício antes da pandemia, pois oferece praticidade e agilidade. No entanto, com a covid-19 ele se tornou uma necessidade para muitos pacientes.

Veja nesse post o que é uma healthtech e entenda como esse tipo de startup mudou o panorama da saúde. Acompanhe!

Conceito de healthtech

Para exemplificar melhor o que é uma healthtech, vamos utilizar o exemplo do Clude, que faz parte das centenas de startups de saúde no Brasil. O Clude é uma plataforma de saúde que oferece acesso facilitado a consultas, exames e cirurgias. Além disso, é possível adquirir medicamentos com até 60% de desconto por meio da rede de farmácias credenciadas da empresa.

O Clude se firmou como uma healthtech de sucesso por oferecer essas diversas soluções por meio do seu aplicativo e do cartão de saúde 360° oferecido ao cliente. As consultas podem ser feitas remotamente, aumentando a segurança e o conforto dos pacientes. A partir de todas essas características, fica claro que o sentido de uma healthtech é facilitar o acesso à saúde por meio da tecnologia.

Veja mais: 3 desvantagens da contratação de um plano de saúde

Como elas mudaram o panorama da saúde

A saúde no Brasil podia ser acessada de três formas: pelo SUS, com planos de saúde ou por meio de pagamentos particulares. Porém, esse sistema já não funcionava adequadamente há muito tempo. As grandes filas do SUS não paravam de crescer. Inclusive em um levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) foi constatado que o Brasil perdeu 40 mil leitos entre os anos de 2009 e 2019. Mais da metade desses leitos pertenciam à rede pública.

Além disso, os altos preços dos planos de saúde acabam impedindo que muitas pessoas recebam serviços de saúde de qualidade. Este ano, por exemplo, o índice do reajuste dos planos de saúde foi estabelecido em 8,14%. Esse número já assusta muitas pessoas que começam a repensar se vão poder continuar com o plano ou se essa estratégia de saúde realmente vale a pena.

A partir de tudo isso, as healthtechs começaram a surgir e a crescer. Primeiro aos poucos e depois de uma forma avassaladora, mudando totalmente o rumo da saúde no Brasil e no mundo. Para se ter uma ideia, em 2018 existiam apenas 288 healthtechs no Brasil, em 2019 esse número foi para 386 e em 2020 o número saltou para 542. 

O grande boom das healthtechs ocorreu nos últimos 5 anos. Desde aquela época elas já ofereciam diversos benefícios e diferenciais que chamam a atenção do público, o que é um ponto positivo, já que elas ainda têm potencial para se desenvolverem ainda mais.

Com a pandemia do novo coronavírus e a aceleração da transformação digital, é esperado que neste ano ainda mais startups da saúde surjam no mercado. O investimento nessa área será muito proveitoso para todos nós, pois poderemos contar com healthtechs de alta qualidade, como o Clude, por exemplo.

Aproveite os benefícios que o Clude oferece

Se você não tem plano de saúde ou deseja migrar para uma opção mais barata, precisa conhecer o Clude! Ele é uma healthtech que oferece um programa de saúde completo. O sistema do Clude funciona por meio de um aplicativo com inteligência artificial e o atendimento é feito por profissionais da saúde, como médicos e enfermeiros.

Saiba ainda: Healthtechs: o papel das startups que desenvolvem tecnologias para otimizar o sistema de saúde

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Durante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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