Entendendo a importância da experiência do paciente mesmo a distância

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Com o aumento na competitividade do mercado e nas exigências dos clientes, as empresas e os profissionais liberais que desejam se destacar perante o público consumidor não podem se limitar a apenas oferecer um produto ou um serviço. Eles também precisam se preocupar com a experiência do usuário.

Isso serve para qualquer empreendimento ou profissional, sendo muito importante no segmento da saúde, principalmente para aqueles que realizam atendimento remoto.

Quando falamos especificamente de serviços de saúde, estamos focando na experiência do paciente que, de acordo com o Beryl Institute, significa “todas as interações, moldadas pela cultura da organização, que influenciam a percepção do paciente por meio da continuidade do cuidado”.

Portanto, a experiência do paciente abrange diversos aspectos que envolvem desde a estética do consultório, os equipamentos e tecnologias utilizadas até a forma de atendimento dos profissionais. Contudo, como transpor isso para as consultas realizadas a distância e qual é a importância disso?

Confira o post a seguir e saiba mais sobre o assunto!

Leia mais: Quais alternativas seguir quando o plano de saúde está caro?

A importância da experiência do paciente

Fidelização de clientes

Uma das principais vantagens em proporcionar uma boa experiência de atendimento ao paciente é a sua fidelização, garantindo que o cliente permaneça interessado no serviço que está sendo entregue e, dessa forma, continue consumindo-o. 

Captação de novos pacientes

Além de fidelizar os clientes, investir em uma excelente experiência de atendimento aos pacientes pode aumentar a demanda pelos seus serviços médicos, uma vez que um cliente plenamente satisfeito recomenda o seu serviço.

Aumento na receita

Com a fidelização de clientes e captação de novos, consequentemente a receita do negócio tende a crescer, o que é fundamental para qualquer empreendimento.

Dicas para melhorar a experiência do paciente em consultas a distância

Contar com uma boa plataforma de agendamento e atendimento

O primeiro contato do cliente com um serviço de saúde realizado a distância é por meio de plataformas de atendimento. Nesse sentido, é fundamental investir em uma excelente plataforma que seja intuitiva ao usuário, assegure proteção aos dados pessoais do paciente, permita a emissão de receitas médicas e atestados e possibilite um atendimento ágil. 

Dispor de um bom acesso à internet

Além de contar com uma boa plataforma de agendamento e atendimento, é importante dispor de um bom servidor onde o serviço está armazenado, pois de nada adianta possuir uma plataforma excelente se o servidor for instável.

Não se atrasar para consultas

Infelizmente algo que costuma ser muito comum é o atraso em atender os pacientes no horário agendado. Certamente aquele profissional que preza pelo atendimento dentro do horário pré-estabelecido proporciona uma melhor experiência ao paciente.

Investir na aparência visual pessoal e do consultório

Por mais que a consulta seja realizada remotamente, isso não significa que você não deva cuidar da aparência visual pessoal e do consultório. O paciente te vê durante a videochamada, assim como o ambiente que se encontra no plano de fundo. Portanto, atenção a esses detalhes.

Oferecer atendimento humanizado

Por fim, é de suma importância oferecer um atendimento humanizado ao paciente para proporcionar uma boa experiência na consulta. Isso inclui ouvir atentamente, ter empatia com o que o paciente sente, explicar de forma clara o diagnóstico e o tratamento prescrito e perguntar se ele possui alguma dúvida sobre o que foi conversado. 

Conheça o Clude

O Clude é uma alternativa ao plano de saúde, o qual torna os serviços médicos mais acessíveis. Por meio da plataforma Clude, é possível realizar videochamadas entre paciente e profissionais da saúde e emitir receitas médicas, solicitação de exames e atestados.

Além disso, o Clude possibilita o agendamento para consultas presenciais, caso o paciente deseje, dentre muitas outras vantagens que têm conquistado cada vez mais novos adeptos ao programa completo de cuidados com a saúde que o Clude oferece. Venha conhecê-lo e fazer parte você também!

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Ausencia-de-Saude-Mental-e-o-custo-invisivelDurante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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