Plano de saúde para colaboradores com preço alto? Conheça o Clude Empresas

Plano de saúde para colaboradores com preço alto? Conheça o Clude Empresas

Tempo estimado de leitura: 4 minutos

Normalmente o aumento dos preços dos planos de saúde é seguido pelas taxas de inflação, isto é, pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Isso pode fazer com que os aumentos sejam expressivos, inviabilizando a contratação de um plano.

Porém, devido à suspensão dos reajustes realizada entre setembro e dezembro do ano passado por conta da pandemia do novo coronavírus, esse reajuste será ainda maior em 2021. Estima-se que o deste ano seja de 8,14%. Isso, somado ao fato de que os planos de saúde já são muito caros, faz com que as pessoas não possam contratar esse tipo de serviço.

A busca das empresas por uma alternativa ao plano de saúde

A partir dos dados apresentados, as empresas que oferecem alguma facilitação do acesso à saúde trazem uma grande vantagem competitiva na retenção de talentos e aumento da autoestima de seus colaboradores. Entretanto, os preços dos planos de saúde não se mostram uma solução muito viável.

Dessa forma, as empresas estão buscando alternativas ao plano de saúde para oferecer aos seus funcionários. Elas facilitam o acesso à saúde de qualidade e oferecem descontos em exames, medicamentos, procedimentos e consultas – especialmente as realizadas via teleatendimento.

Plano de saúde das empresas

Antes as empresas podiam contratar planos de saúde, que tinham algumas características específicas no caso dos planos empresariais. Entre eles estavam a coletividade e os benefícios para funcionários. Além disso, esses planos se estendiam para os familiares dos colaboradores, estagiários, temporários, menores aprendizes e para os sócios das empresas.

No entanto, desde o ano de 2014 os convênios médicos já perderam mais de 3,4 milhões de clientes. Isso também reflete nos planos de saúde das empresas, fazendo com que elas não consigam oferecer esse benefício de forma sustentável para as equipes de colaboradores.

Assim, as startups de saúde – também conhecidas como health techs – sobressaem-se no mercado. Elas oferecem tudo de que os funcionários das empresas precisam em termos de saúde por preços acessíveis e acesso facilitado. Essa alternativa surge com o aumento de 88% dos planos de saúde ao longo dos últimos 10 anos, que tornou o uso desse tipo de plano um “privilégio” de baixo custo-benefício para poucas pessoas no país.

Cartão que cuida da saúde de seus colaboradores

O Clude é o único cartão que cuida da saúde do colaborador 360º, ou seja, em todas as vertentes do acesso à saúde. O colaborador que recebe acesso ao Clude pode falar com um médico a qualquer hora, de qualquer lugar, quando precisar. 

Não é preciso se deslocar até o hospital e esperar por longas filas de espera. No Clude é possível ser atendido a qualquer momento, seja por meio de uma simples ligação feita pelo app (para orientações), seja em uma consulta online. Você poderá contar com médicos de várias especialidades, além de consultas online pré-agendadas com psicólogos, nutricionistas e personal trainers.

O colaborador também tem acesso a descontos em procedimentos, sendo mais de 50 cirurgias com valores especiais a partir de R$ 1.500. Também há descontos de até 60% em medicamentos em mais de 26 mil farmácias parceiras espalhadas por todo o Brasil. 

Tudo isso e muito mais pode ser contratado por meio de planos individuais para o colaborador a partir de R$ 34,90, assinatura familiar a partir de R$ 44,90 ou planos especiais para mais de 100 colaboradores com preços diferenciados e sob consulta.

Veja o que o Clude oferece

Não se preocupe mais com os preços dos planos de saúde da sua empresa. O Clude Empresas pode te ajudar! Ele é a alternativa ao plano de saúde para seus colaboradores. Por meio de uma plataforma digital completa, o colaborador tem acesso a diversos benefícios relacionados à saúde e qualidade de vida. Entre no site do Clude e saiba mais sobre as opções e serviços disponíveis.

Saiba mais: Não pode pagar plano de saúde para seus colaboradores? Conheça alternativas

Tempo estimado de leitura: 7 minutos

Ausencia-de-Saude-Mental-e-o-custo-invisivelDurante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

Deixe um comentário