Dicas de como ter uma alimentação saudável

A alimentação saudável influencia diretamente na qualidade de vida e saúde do indivíduo, isso porque ela oferece ao organismo nutrientes que são fundamentais para o bom funcionamento.

Por isso, separamos algumas dicas de como ter uma alimentação saudável e vamos te mostrar como ela impacta no seu dia a dia. Confira!

Importância da alimentação da saudável

Prevenção de doenças

Por meio de uma alimentação saudável e equilibrada, é possível evitar os seguintes problemas de saúde:

  • Acidente Vascular Cerebral (AVC);
  • câncer (sendo uma forma auxiliar de prevenção à doença);
  • colesterol alto;
  • diabetes tipo 2;
  • entupimento de artérias;
  • hipertensão arterial;
  • infarto do miocárdio;
  • obesidade. 

Aumento da imunidade

A alimentação saudável é crucial para o aumento da imunidade por meio do fortalecimento do sistema imunológico, ajudando na defesa contra possíveis patógenos.

Auxílio no processo de emagrecimento

O processo de emagrecimento é muito importante para quem está lutando contra o sobrepeso e a obesidade, e fica mais fácil controlar o peso corporal por meio de uma boa alimentação.

Para além da saúde física, o emagrecimento também pode ser benéfico para a autoestima e a percepção da própria imagem.

Qualidade de vida e bem-estar

Ter uma boa alimentação, pautada em um cardápio variado e nutritivo, promove melhorias graduais e definitivas na qualidade de vida. Com isso é possível ter mais saúde e bem-estar a partir de bons hábitos à mesa.

Para saber como ter mais qualidade de vida por meio de hábitos alimentares, confira nossas dicas e tenha uma alimentação saudável:

Dicas para ter uma alimentação saudável

Cozinhar os próprios alimentos

Ter o hábito de preparar os próprios alimentos, mesmo que seja apenas uma das principais refeições, te possibilita selecionar os próprios ingredientes, assim como os temperos e a quantidade de sal. Assim, fica mais fácil fazer uma refeição mais saudável.

Consuma alimentos funcionais

São considerados alimentos funcionais todos aqueles que ajudam a manter o organismo saudável. Folhas verdes, como couve, por exemplo, auxiliam o corpo a suprir as necessidades de ferro e outros nutrientes.

Além disso, peixes ajudam a combater o colesterol ruim, castanhas e alho auxiliam na manutenção do sistema imunológico, enquanto as frutas são as principais fontes de vitaminas.

Inclua mais fibras no cardápio

Os alimentos ricos em fibras são fundamentais para o bom funcionamento do intestino, além de promoverem a saciedade e serem auxiliares na prevenção do risco de doenças cardiovasculares.

Opte por lanches saudáveis

Quem trabalha fora de casa pode sentir certa dificuldade em manter uma boa alimentação na rua, já que é muito mais fácil encontrar opções industrializadas e cheias de gorduras.

Uma alternativa é preparar os próprios lanches em casa e levar para o trabalho, podendo ser um sanduíche integral, um mix de castanhas, algumas frutas, iogurtes etc.

Ter acompanhamento nutricional

Manter uma alimentação saudável pode ser tarefa difícil para a maioria das pessoas, principalmente para aquelas que passaram a vida toda tendo hábitos alimentares inadequados.

Por isso, contar com a ajuda de especialistas em alimentação, como nutricionistas, pode ser a solução para garantir uma rotina mais saudável e ter mais qualidade de vida.

Para ter acompanhamento com nutricionista, conte com auxílio do Nutrifit.

Conheça o Nutrifit e tenha uma alimentação saudável com auxílio do Clude

O Clude é um programa de saúde completo que desenvolveu o Nutrifit para ajudar pessoas a terem uma alimentação saudável. Por apenas R$ 35, você pode marcar uma consulta com nutricionista (por vídeo) e recebe o atendimento completo, com cardápio e acompanhamento.

Além disso, pelo Nutrifit é possível receber orientações e tirar dúvidas com nutricionista todos os dias, das 8h às 20h.

O acompanhamento com nutricionista visa te orientar a ter uma alimentação saudável, mas também tem ajudado muitas pessoas na perda de peso por meio de cardápios personalizados, de acordo com os objetivos e perfil de cada um.

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Durante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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