Dicas de como emagrecer rápido e com saúde

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Para emagrecer rápido é preciso adotar hábitos saudáveis, colocar em prática algumas dicas que realmente funcionam e contar com auxílio de profissionais, como nutricionista e personal trainer.

Acompanhe as principais dicas para emagrecer rápido e veja como marcar consulta com nutricionista e sessão com personal trainer por valor acessível.

Como emagrecer rápido: as principais dicas

1. Incluir na dieta alimentos que aumentam a saciedade

Alimentos que aumentam a sensação de saciedade são todos aqueles que possuem mais fibras em sua composição.

As fibras interagem com o sistema digestivo de forma a manter o organismo saciado por mais tempo, o que ajuda no emagrecimento. As principais fontes de fibras são:

  • arroz;
  • trigo;
  • centeio;
  • cereais integrais em geral;
  • frutas;
  • aveia;
  • feijões;
  • grão de bico;
  • lentilha;
  • ervilha;
  • verduras e legumes em geral;
  • chia;
  • semente de abóbora;
  • linhaça.

2. Evitar dietas restritivas ou que estejam na moda

A cada dia surgem mais dietas que prometem fazer a pessoa emagrecer rápido. Geralmente, essas dietas costumam ser restritivas, o que pode até agilizar a perda de peso, porém traz consequências à saúde, como a perda de massa magra, a compulsão alimentar e o efeito rebote (a pessoa engorda novamente assim que volta a comer normalmente).

3. Investir em alimentos que aceleram metabolismo

Os alimentos que aceleram o metabolismo ajudam a incentivar a queima de gordura pelo organismo. As principais opções são:

  • chá verde;
  • chá preto;
  • pimenta;
  • gengibre;
  • canela;
  • cafeína.

4. Fazer uma refeição intermediária no meio da tarde

O lanche da tarde evita que a pessoa sinta fome e coma exageradamente no jantar, mas ele precisa ser saudável e, ao mesmo tempo, nutritivo o suficiente para promover a saciedade.

Por isso, é fundamental escolher algo que tenha proteína e gordura saudável, como:

  • queijo;
  • iogurte;
  • frutas;
  • ovos;
  • nozes e castanhas;
  • pão integral.

5. Beber mais líquidos ao longo do dia

O consumo de líquidos deve ser constante durante todo o dia, sendo fundamental à saúde e auxiliando na sensação de saciedade. Além disso, combate a retenção de líquidos e, consequentemente, o inchaço.

Para quem ainda não tem o hábito de beber bastante água, é possível alternar o consumo com outros líquidos saudáveis, como:

  • água de coco;
  • chás sem açúcar;
  • sucos naturais sem açúcar.

6. Ter acompanhamento com nutricionista e personal trainer, e o Nutrifit pode ajudar

Quem almeja emagrecer rápido com qualidade e saúde pode contar com o trabalho de quem é especialista no assunto. No caso, nutricionistas estão aptos a orientar a alimentação de acordo com o perfil do cliente, enquanto o personal trainer pode montar treinos e auxiliar na realização de exercícios visando ao emagrecimento e ao condicionamento físico.

O Clude é um programa de saúde completo que idealizou o Nutrifit. O Clude concede acesso a consultas com nutricionista e personal trainer a partir de R$ 35 a sessão, além de orientações gratuitas pelo chat com nutricionista.

Com o Nutrifit do Clude, é possível tirar dúvidas e receber orientações pelo chat do aplicativo e pelo telefone. Também pelo aplicativo, o cliente recebe treinos inéditos e alinhados de acordo com seu objetivo.

Acompanhamento com nutricionista e personal: conheça o Nutrifit

Com o Nutrifit há a possibilidade de falar com um nutricionista de qualquer lugar, quando precisar, e receber orientações bastando enviar uma mensagem entre 8h e 20h.

Também é possível marcar uma consulta com nutricionista por vídeo ou uma sessão com personal trainer e receber atendimento personalizado para emagrecer rápido e com saúde.

O Nutrifit oferece atendimento completo, acompanhamento sem sair de casa e cardápios personalizáveis de acordo com o objetivo. Pelo aplicativo também é possível participar de uma comunidade ativa para se inspirar e se engajar.

Navegue pelo site para conhecer mais sobre o Clude, o Nutrifit e veja como fazer parte desse programa de saúde completo para emagrecer rápido e com saúde.

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Ausencia-de-Saude-Mental-e-o-custo-invisivelDurante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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