Espera-se que as crianças vivam dentro dos limites de normalidade. Porém, quando se tem uma criança doente, assim como todo ser humano, o seu comportamento é modificado.

A criança pode apresentar sentimento de medo, raiva, angústia, apatia. É uma experiência nova e desconhecida que tem um impacto emocional significativo tanto para a criança quanto para a família.

Quando se fala de doença crônica, fala-se de um cuidado constante que pode se prolongar por toda a vida, uma doença progressiva que pode gerar prejuízos no desenvolvimento físico e mental de uma criança, assim como prejuízos no sistema familiar. Procedimentos médicos aversivos, hospitalizações, os cuidados e uso frequente de medicamentos são alguns fatores que alteram o tempo e a qualidade da relação entre os familiares e destes com a criança.

Por mais que a criança em um primeiro momento não saiba o nome da doença que tem ou a implicação desta em sua vida, ela vive no corpo dela, ela sente o incômodo, sente as dores, ela é quem passa por procedimentos médicos, ela percebe que tem algo errado. Nesse sentido, a forma como é passado para a criança sobre o seu adoecimento, assim como os recursos psicológicos dos familiares, são fatores fundamentais para a forma como a criança vai lidar com a doença.

Alguns fatores importantes de serem observados por pais e cuidadores, e que devem ser colocados em prática para promover uma melhor adaptação da criança com doença crônica e suas implicações, são:

 

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