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A importância da medicação na saúde mental

Tempo estimado de leitura: 4 minutos


O cuidado com a saúde mental pode envolver a atuação de diversos profissionais, dentre eles, o psicólogo e o psiquiatra. Ambos cumprem um papel fundamental na escuta, orientação e acompanhamento daqueles que procuram estes profissionais por conta de um sofrimento.

Psicólogo e Psiquiatra: Diferenças e Complementaridades

A priori. o psicólogo é o profissional que estuda o desenvolvimento emocional, cognitivo e comportamental do ser humano. O psicólogo intervém em processos de adoecimento psíquico em um espaço conhecido como psicoterapia.

Já o psiquiatra recebe a formação médica, mas direciona seus estudos e práticas para a saúde mental e a relação com os processos biológicos do corpo. Dessa forma, somente o psiquiatra pode receitar medicações psicotrópicas.

Medicações Psicotrópicas: Gerenciando Sintomas Psicológicos

As medicações psicotrópicas, ou, psicofármacos, são medicações utilizadas para o manejo de sintomas psicológicos. Existem diversos tipos de psicotrópicos, como antidepressivos, antipsicóticos, ansiolíticos, anticonvulsionantes, entre outros.

A composição química dessas medicações atua no sistema nervoso central e induz alterações de humor, comportamento e cognição do paciente. Essa ação ameniza a intensidade de alguns sintomas psicológicos, melhorando a qualidade de vida de quem a utiliza.

Não é todo paciente que terá indicação para iniciar o uso da medicação, mas pode haver necessidade de medicar-se durante um acompanhamento de saúde mental.

A necessidade de medicação é indicada após a avaliação clínica que o médico psiquiatra realiza, o que leva em consideração como os sintomas apresentados afetam a qualidade de vida do paciente e a realização de atividades diárias.

Uso Responsável: Necessidade e Avaliação Clínica

Alguns comportamentos relacionados ao uso de psicofármacos costumam acontecer, mas devem ser evitados pois trazem prejuízos para o paciente: a automedicação, a ingestão de doses maiores ou menores que a prescrição médica, e a interrupção da medicação sem orientação médica.

Outro aspecto que costuma preocupar quem inicia a medicação são os efeitos adversos que o uso de longo prazo pode acarretar, em alguns casos: problemas cardiovasculares, artrites, tendinites, bursites, constipação intestinal, retenção urinária, entre outros.

Mas, alguns pontos precisam ser considerados:

1) nem todo mundo que inicia a medicação irá tomá-la por um longo prazo;
2) tomar a medicação a longo prazo não garante que você terá qualquer uma destas questões de saúde.
3) a medicação diminui a intensidade dos sintomas, mas não trata a raiz deles.

Psicoterapia e Hábitos Saudáveis: Bem-Estar Mental em Foco

Diante disso, é fundamental que o paciente realize, junto à medicação, a psicoterapia. O processo de psicoterapia irá auxiliar o paciente a identificar suas emoções, o que lhe gera sofrimento emocional e formas saudáveis de lidar com elas.

Finalmente, hábitos de vida que busquem a construção de relações saudáveis, realização de atividades físicas e de lazer, são pontos que promovem bem-estar e também devem ser incluídos no cuidado à saúde mental.

Caso esteja com dúvidas sobre medicação, busque a avaliação de profissionais da saúde mental, e converse com seu terapeuta sobre esse assunto.

Referências bibliográficas

SENA, E. P.; MIRANDA-SCIPPA, A. M. A.; QUARANTINI, L. de C.; OLIVEIRA, Irismar- Psicofarmacologia clínica. MedBook Editora, 2011. E-book. ISBN 9786557830680. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786557830680/. Acesso em: 27 jul. 2023. 

DIAS, C. de S.; DE OLIVEIRA JÚNIOR, P. C. S.; DE BARROS, N. B.; FRANCISCO, J. Os efeitos adversos do consumo a longo prazo dos benzodiazepínicos psicotrópicos em homens e mulheres idosos. Brazilian Journal of Development, [S. l.], v. 9, n. 05, p. 17892–17907, 2023. DOI: 10.34117/bjdv9n5-227. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/60079. Acesso em: 27 jul. 2023. 

DELUCIA, R. Da revolução ao uso e abuso de ansiolíticos. Jornal da USP. São Paulo. 20 de mar de 2017. Disponível em: <https://jornal.usp.br/?p=73805> . Acesso em: 27 jul. 2023.  

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