Também conhecida como gastroplastia, a cirurgia bariátrica refere-se a um tipo de procedimento cirúrgico que tem como objetivo reduzir o estômago. Com a diminuição desse órgão, o paciente se sente saciado mais rapidamente, tendo em vista que determinados hormônios relacionados à saciedade – como grelina, colecistocinina, leptina e polipeptídio – sofrem alterações após a cirurgia.

Isso ocorre porque esses hormônios são liberados no organismo no momento em que o alimento entra em contato com o estômago e, como a área de contato desse órgão foi reduzida, logo ele é preenchido por completo.

Além disso, como as paredes internas do estômago responsáveis por absorver nutrientes são diminuídas, sejam eles bons ou não à saúde, há menor assimilação de componentes que contribuem para o aumento de peso.

Se você se interessou por esse procedimento e deseja saber mais sobre o assunto, veja como é feita a cirurgia, como é o pós-operatório, quais são os riscos associados e para qual público é indicada a cirurgia bariátrica.

Como é feita a cirurgia bariátrica?

O primeiro passo para a realização da cirurgia bariátrica é fazer uma série de exames, que servem para que o médico verifique qual a origem do sobrepeso, se o paciente se encaixa no perfil indicado e se apresenta algum problema que deva ser tratado antes do procedimento.

Além disso, o paciente deve passar por uma avaliação psicológica, uma vez que precisará substituir velhos hábitos – como compulsão alimentar, dieta inadequada e sedentarismo – por novos, o que pode causar estresse, ansiedade e até mesmo depressão.

Vale destacar, ainda, que o paciente deve ter consciência desde o início de que a cirurgia irá mudá-lo fisicamente, visto que a ausência desse compreendimento pode levá-lo a uma crise de identidade e alterações psicológicas. Por isso, o acompanhamento psicológico no pré e pós-operatório é fundamental.

Caso o paciente esteja apto para realizar o procedimento, o cirurgião irá avaliar o método mais indicado, sendo eles:

Caso haja excesso de pele, é realizada uma cirurgia plástica reparadora. Concluída a cirurgia bariátrica, o estômago passa a ter uma capacidade de 25 ml a 200 ml.

Como é o pós-operatório da cirurgia bariátrica?

Inicialmente, o paciente deverá ingerir apenas alimentos líquidos, passando gradualmente para os pastosos e sólidos. Como o estômago estará menor, mas ainda é necessário beber no mínimo 2 litros de água por dia, o paciente deve consumir 50 ml de água a cada 30 minutos.

Nos primeiros dias, é indicado que o paciente não faça nenhum tipo de esforço, mas mantenha-se ativo realizando caminhadas não muito longas.

Por fim, vale ressaltar que não basta apenas fazer a cirurgia bariátrica para emagrecer, é preciso adotar uma dieta equilibrada e realizar exercícios físicos. Por isso, após o procedimento, é preciso contar com o auxílio de uma equipe multidisciplinar composta por nutricionista, psicólogo e personal trainer, por exemplo.

Quais são os riscos da cirurgia bariátrica?

Os riscos existem, em grande parte, devido à quantidade e gravidade das doenças associadas ao excesso de peso apresentadas pelo paciente, sendo eles:

Como mencionado previamente, as paredes internas do estômago são responsáveis pela absorção de nutrientes. Por conta disso, a redução do órgão não contribui apenas para a má absorção de compostos nutricionais prejudiciais à saúde, mas também daqueles benéficos, resultando em um quadro de desnutrição. Devido a esses fatores, é imprescindível realizar os exames iniciais solicitados pelo cirurgião.

Por último, outro risco associado à cirurgia bariátrica é o descumprimento das orientações médicas, como ingestão excessiva de alimentos, o que pode causar o rompimento da sutura por conta da pressão no estômago.

Quem pode realizar a cirurgia bariátrica?

Esse tipo de procedimento cirúrgico é recomendado para pessoas com obesidade acima do grau II e que não apresentaram resultados satisfatórios apenas com uma dieta balanceada e prática de exercícios físicos regularmente.

Além disso, de acordo com Ministério da Saúde, a cirurgia bariátrica não é recomendada para pessoas que possuem algum transtorno psiquiátrico não controlado, doença cardiopulmonar grave, doenças genéticas, Síndrome de Cushing, tumores endócrinos ou não disponham de suporte familiar.

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Penalidades podem variar conforme enquadramento e porte.

Maio se aproxima.
E com ele, a entrada em vigor das novas diretrizes da NR1 relacionadas à gestão de riscos psicossociais, conforme a Portaria nº 1.419/2024. Mas a pergunta que deveria estar na mesa da diretoria não é apenas sobre multa.

É sobre maturidade de gestão.

A NR1 deixa claro que as empresas devem:

  • Identificar riscos psicossociais

  • Implementar medidas preventivas

  • Manter registros formais

  • Monitorar continuamente as ações adotadas

Ou seja: não se trata de um documento isolado.
Trata-se de sistema.

A mudança silenciosa na gestão corporativa

Riscos psicossociais não são subjetivos ou abstratos. A norma cita fatores como:

  • Sobrecarga de trabalho

  • Falta de suporte organizacional

  • Assédio moral ou sexual

  • Conflitos interpessoais

  • Metas inalcançáveis

Esses elementos impactam diretamente clima, produtividade e segurança psicológica.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (2022), a prevalência global de ansiedade e depressão aumentou 25% no primeiro ano da pandemia. No mesmo relatório, a OMS aponta que pessoas mentalmente saudáveis podem ser até 12% mais produtivas. Isso não é apenas saúde.
É performance organizacional.

O risco invisível: quando não há estrutura

Muitas empresas acreditam estar preparadas porque:

  • Oferecem apoio psicológico pontual

  • Aplicam pesquisa anual de clima

  • Possuem canal de ouvidoria

Mas a NR-1 exige algo além da intenção: exige evidência, ciclo e monitoramento contínuo.

Sem isso, há exposição regulatória e também risco reputacional.

Penalidades podem variar conforme enquadramento e porte.
Mas o impacto em imagem e confiança pode ser ainda maior.

Gestão moderna é gestão baseada em dados

Empresas de alta performance tratam saúde mental como indicador estratégico.

Isso significa:

  1. Diagnóstico estruturado

  2. Análise quantitativa e qualitativa

  3. Plano de ação formal

  4. Monitoramento contínuo

  5. Registro das evidências

É exatamente esse ciclo que o Safe Mind da Clude Saúde estrutura.

O que é o Safe Mind?

O Safe Mind é um programa desenvolvido pela Clude Saúde para prevenir riscos psicológicos no ambiente de trabalho e apoiar a adequação às exigências da NR1 e da Lei nº 14.831.

Ele foi pensado para empresas que não querem apenas reagir, querem estruturar.

O programa inclui:

✔️ Pesquisa de Clima Organizacional com foco em segurança psicológica, inclusão e assédio

✔️ Dashboard executivo com indicadores estratégicos

✔️ Canal de denúncias anônimo em conformidade com a norma

✔️ Adequação normativa com suporte técnico

✔️ Monitoramento contínuo da saúde emocional

Além disso, o colaborador tem acesso a uma área dedicada à saúde mental no aplicativo Clude, com:

  • Avaliações periódicas de ansiedade, estresse e riscos de burnout
  • Diário emocional e diário do sono
  • Atendimento psicológico
  • Monitoramento ativo de casos moderados e grave

Quando identificado risco relevante, há contato proativo da equipe

Isso é prevenção real.

Checklist prático para saber se sua empresa está pronta

Responda com sinceridade:

✔️ Existe mapeamento formal de riscos psicossociais?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ A empresa possui evidências documentadas de avaliação?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ Há plano de ação vinculado aos resultados?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ O monitoramento é contínuo ou pontual?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ Existe dashboard executivo para a liderança?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ O canal de denúncias é estruturado e auditável?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ Há registro formal das ações implementadas?

Se você respondeu “não” para dois ou mais pontos, é hora de agir.

Erros comuns que podem custar caro

❌ Aplicar pesquisa sem desdobramento estratégico
❌ Não envolver liderança no plano de ação
❌ Tratar saúde mental apenas como benefício opcional
❌ Não registrar formalmente as medidas adotadas
❌ Esperar fiscalização para estruturar processo

A NR1 não exige perfeição.
Ela exige diligência estruturada.

Maio está próximo. E agora?

A Clude Saúde já atua nacionalmente como ecossistema digital de telemedicina e saúde emocional, com soluções integradas para empresas

O Safe Mind foi criado para apoiar RH, SST e alta liderança a transformar uma exigência regulatória em modelo de gestão inteligente.

Não se trata de medo.

Trata-se de maturidade organizacional.

Próximo passo: Diagnóstico NR1

Antes que maio chegue, sua empresa pode realizar um Diagnóstico Estratégico NR1 + Riscos Psicossociais, conduzido por especialistas da Clude.

Você terá clareza sobre:

  • Grau de exposição regulatória

  • Nível de maturidade em gestão psicossocial

  • Lacunas prioritárias

  • Plano recomendado de ação

Penalidades podem variar conforme porte.
Mas a decisão de estruturar é estratégica.

Agende uma conversa com um especialista da Clude Saúde e descubra se sua empresa realmente está pronta para maio.

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