Conheça as especialidades médicas mais procuradas

Atualmente, são reconhecidas mais de 50 especialidades médicas no Brasil. É provável que muitos de nós não conheçamos todas as áreas contidas nessa lista e, felizmente, não chegaremos sequer a nos consultar com a maioria dos profissionais formados em algumas dessas especialidades.

No entanto, há profissionais médicos que consultamos inúmeras vezes ao longo da vida, como clínicos médicos, pediatras, obstetras, dentre outros.

Sendo assim, elaboramos uma pequena lista com algumas das especialidades médicas mais comumente procuradas pelos pacientes, a fim de que você as conheça um pouco mais e saiba identificar se deve agendar uma consulta.

Boa leitura!

Clínica Médica

A Clínica Médica é uma das especialidades mais procuradas pelos pacientes, tendo em vista que é a base para as demais especialidades. 

Nesse sentido, o clínico médico é a melhor alternativa para pacientes que ainda não foram diagnosticados. Como possui um amplo conhecimento a respeito do corpo humano, esse médico será capaz de realizar o correto encaminhamento do paciente caso necessário, uma vez que, dependendo da complexidade do problema diagnosticado, é possível que ele mesmo prescreva o tratamento e realize o acompanhamento.

Pediatria

Outra especialidade médica muito procurada é a Pediatria, isso porque, durante a infância e adolescência, o pediatra é o primeiro profissional a ser procurado por pais de crianças e jovens. Desse modo, o especialista em Pediatria atua de modo semelhante ao clínico médico, entretanto, enquanto o último atende ao público adulto, o primeiro atende especificamente ao público infantojuvenil.

Dermatologia

Mais uma especialidade médica muito procurada hoje em dia é a Dermatologia. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), a busca pela harmonização facial cresceu 390% em 2 anos.

Com o surgimento de novos procedimentos estéticos não invasivos, seguidos por sua popularização entre o público, cada vez mais pessoas podem cuidar melhor da saúde da pele, o que contribui para o aumento na busca por dermatologistas.

Outras razões que levam os pacientes a procurarem esses especialistas são problemas de queda de cabelo, acne, melasma, lesões cutâneas, entre outras alterações que venham a acometer a pele, as unhas, as mucosas e os cabelos.

Ginecologia e Obstetrícia

A Ginecologia e Obstetrícia são especialidades fundamentais para o cuidado da saúde da mulher, acompanhando-as frequentemente desde a menarca até a pós-menopausa. Essas especialidades são responsáveis por resguardar a saúde do aparelho reprodutor feminino e das mamas, bem como acompanhar a mulher durante o período de gestação.

Endocrinologia

A Endocrinologia é a especialidade médica responsável prevenir, diagnosticar e tratar problemas de saúde que venham comprometer o sistema endócrino, o qual é formado por um conjunto de glândulas, sendo as principais a glândula pineal e a hipófise – localizadas na cabeça –, tireoide – localizada no pescoço –, o timo – localizado no tórax –, a glândula suprarrenal e o pâncreas – localizados no abdômen – e os ovários e testículos, os quais fazem parte do sistema produtivo.

Cada uma dessas glândulas é responsável por produzir e liberar na corrente sanguínea hormônios, os quais funcionam como uma espécie de mensageiros que auxiliam na ativação e controle de diversos processos que ocorrem no organismo.

Em razão disso, qualquer irregularidade que atinja esse sistema pode resultar em distintos problemas de saúde, como distúrbios da tireoide, diabetes mellitus, síndrome dos ovários policísticos (SOP), síndrome de Cushing, nanismo, gigantismo, etc.

Cardiologia

Por fim, mais uma especialidade médica muito procurada é a Cardiologia, a qual se dedica ao cuidado do coração e do sistema circulatório, componentes vitais para o funcionamento do corpo humano.

O comprometimento do coração pode resultar em muitos problemas, como doença coronariana, cerebrovascular, arterial periférica, cardíaca reumática, cardiopatia congênita e hipertensão, por exemplo.

Segundo a  Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), aproximadamente 30% dos brasileiros são hipertensos, condição que, caso não seja controlada adequadamente, pode gerar problemas de saúde mais graves, como acidente vascular cerebral (AVC) e infarto, por exemplo.

Portanto, caso identifique sintomas, como dor no peito, fraqueza ou formigamento no corpo, tontura ou dor de cabeça, fique atento.

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O Clude é a melhor alternativa para quem não tem plano de saúde e tempo para recorrer ao sistema público, pois a partir de R$ 39,90 mensais você adquire um cartão de saúde 360° que oferece desconto em procedimentos médicos, como consultas e cirurgias de diversas especialidades médicas, realizados a partir da rede credenciada de hospitais, consultórios e clínicas.

Portanto, se você deseja cuidar mais da sua saúde e só precisa de um empurrãozinho, conte com o Clude e conheça as demais vantagens disponibilizadas pelo cartão!

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Durante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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