Conheça os principais exames de ultrassom que são importantes para a saúde da mulher

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O ultrassom é um dos principais exames realizados em mulheres de todo o mundo. Ele pode ser utilizado em um check-up de rotina, para analisar o desenvolvimento fetal ou ainda para diagnosticar alguma doença relacionada a essa parte do corpo. 

Neste post, vamos abordar informações importantes a respeito dos exames ultrassom e salientar as principais características de cada um dos seus tipos. Acompanhe!

O exame de ultrassom

O ultrassom é um exame de imagem feito por meio de um aparelho chamado transdutor. Esse aparelho consegue captar ondas sonoras ao encostar no corpo de uma pessoa, podendo, assim, gerar imagens do que está acontecendo no seu interior.

Saiba mais: Entenda para que serve o exame de ultrassom

Tipos de exames ultrassom 

Existem alguns tipos de ultrassom que são fundamentais para manter a boa saúde das mulheres. Aqui, saberemos mais sobre o ultrassom das mamas, o transvaginal, o de tireóide e o gestacional. 

Ultrassom das mamas

O ultrassom das mamas é importantíssimo para a saúde da mulher. Ele avalia o tecido mamário para verificar se existe a presença de algum tipo de nódulo ou lesão presente no local. A grande importância desse exame é poder auxiliar no diagnóstico de doenças graves, como o câncer de mama, que, quando descoberto cedo, pode aumentar muito as chances de cura da paciente.

Além disso, esse exame também serve para possibilitar a implantação de silicone nas mulheres, pois analisa o local em busca de possíveis alterações quando a mamografia não é o suficiente para isso.

Ultrassom transvaginal

Já o ultrassom transvaginal é o exame que analisa os órgãos reprodutores femininos: o colo do útero, o útero e os ovários. Esse exame possibilita que o médico faça uma análise mais precisa em busca de alterações nessas regiões. Normalmente, ele é indicado para mulheres grávidas, já que é um processo que não emite radiação.

Ultrassom de tireóide 

Nos encaminhando para o final, podemos citar o exame ultrassom de tireóide, que, como o próprio nome já diz, é utilizado para analisar a glândula tireóide e possíveis alterações existentes no local. Também é possível verificar a presença de nódulos ou lesões na glândula.

Ultrassom gestacional

Por fim, o ultrassom gestacional é indicado para mulheres em estágios da gravidez. Com ele, é possível analisar o desenvolvimento fetal em várias etapas da gestação. Além disso, o exame também é utilizado para verificar o sexo do bebê e possíveis alterações em seu crescimento dentro do útero.

Importância de realizar exames de ultrassom

Conforme vimos, os exames de ultrassom são muito importantes, especialmente para a saúde da mulher. Esse tipo de exame é solicitado como rotina para mulheres a partir de 40 anos de idade, principalmente para verificar questões relacionadas ao câncer de mama, câncer de útero e ovários, entre outros. 

Dessa forma, as mulheres que desejam se cuidar e ter uma vida mais saudável devem recorrer a esse procedimento sempre que solicitado por seu médico, ainda que ele só seja parte do check-up.

Veja mais: Quando é indicada a realização do ultrassom obstétrico durante a gravidez?

Faça exames de ultrassom com o Clude

Se o que você procura são exames ultrassom baratos, saiba que o Clude é a plataforma ideal para isso. É de grande importância que você realize esse tipo de exame periodicamente, e o Clude, uma alternativa ao plano de saúde, pode te ajudar com isso, disponibilizando o acesso aos exames de ultrassom por a partir de R$ 70. Navegue pelo site para obter mais informações!

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Ausencia-de-Saude-Mental-e-o-custo-invisivelDurante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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