Dicas para combater o estresse

O estresse afeta a vida de praticamente todas as pessoas. É preciso adotar meios de combater o estresse, minimizar esse mal e ter uma rotina mais leve e tranquila.

Entenda como o estresse afeta a saúde, o que pode ser feito para combatê-lo e como ter ajuda profissional.

O que é o estresse?

O estresse é uma reação natural e espontânea do corpo que se faz presente toda vez que nos sentimos sob circunstâncias perigosas. No caso, há a liberação do hormônio cortisol, produzido pelas glândulas suprarrenais e grande responsável por sintomas como aumento da pressão arterial e do aporte de energia aos músculos. Outra substância liberada é a adrenalina, capaz de acelerar o coração e causar a sensação de taquicardia. 

Nossos antepassados se beneficiavam do estresse porque colocava-os em estado de alerta, o que era fundamental para a sobrevivência. Em contrapartida, atualmente, o excesso de estresse é visto como uma condição emocional extremamente prejudicial ao corpo e à mente. Disso surge a importância de combater o estresse de uma forma eficaz.

Como o estresse afeta a saúde?

Como dito, o estresse afeta a mente e o corpo gerando sentimentos ruins e afetando o comportamento de várias maneiras.

Quando em excesso, o estresse gera ansiedade, angústia, tristeza, tendência a se isolar, assim como sintomas físicos: dor de cabeça, insônia, cansaço e arritmia.

No mais, o estresse faz com que as relações entre pessoas, seja no trabalho, seja dentro de casa, acabem sofrendo danos e desgastes.

Dicas para combater o estresse

Mente

Para combater o estresse, é preciso começar de dentro para fora, ou seja, trabalhando a mente. Isso é possível por meio de sessões de terapia. Um psicólogo é o profissional mais indicado para ajudar o paciente a encontrar o equilíbrio emocional a partir de técnicas específicas para cada caso.

Além disso, é muito saudável conversar com os amigos sobre como se sente. Expor os sentimentos a pessoas confiáveis é essencial para manter o estresse sob controle.

Corpo

Com relação ao corpo, o que mais pode ajudar a combater o estresse é a prática de exercícios físicos regularmente, de preferência todos os dias.

O hábito de se exercitar aumenta a liberação de substâncias produzidas pelo cérebro (como a endorfina) que conferem a sensação de bem-estar, prazer e tranquilidade.

A maior presença dessas substâncias, em conjunto com a elevação da autoestima causada pela prática dos exercícios, combate o estresse e reduz tensões.

Rotina

É preciso refletir com cuidado sobre a própria rotina, ou seja, verificar quais hábitos está seguindo nos últimos anos e como eles têm afetado a saúde mental e física.

Além de contar com o apoio de um psicólogo e realizar exercícios físicos, há outras variáveis da rotina que influenciam no combate ao estresse. Como exemplo, podemos citar atividades realizadas aos finais de semana e o que tem sido feito nas horas vagas.

Ao realizar essa revisão da rotina, fica mais fácil identificar o que não tem feito muito bem, assim como o que tem causado mais sensações prazerosas. É fato que a correria do dia a dia tende a nos fazer deixar algumas atividades em segundo plano, mas é preciso fazer esse resgate para lidar com a vida moderna de forma mais saudável.

Importante notar que melhorar a rotina pode começar com pequenos passos, como determinar intervalos entre as tarefas para ter tempo de descansar e se desconectar um pouco dos afazeres.

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Combater o estresse é sinônimo de qualidade de vida, e o acompanhamento profissional é determinante nesse processo. Hoje, é possível encontrar psicólogo barato por meio do Clude, um programa completo de saúde que surgiu para ser uma solução para quem não tem plano de saúde.

Para além do acompanhamento psicológico, ter uma rotina de exercícios também é bastante importante no combate ao estresse, uma vez que atividades físicas reduzem os níveis de cortisol e aumentam a sensação de bem-estar por meio da liberação de outro hormônio, a endorfina, conhecido por aliviar o estresse, a tensão e a ansiedade. 

Nesse sentido, o Clude desenvolveu o programa Nutrifit, o qual fornece a possibilidade de ter acompanhamento e orientações de personal trainers, que elaboram treinos individualizados e atualizados semanalmente levando em consideração as especificidades e objetivos de cada caso. 

O Clude é a alternativa ideal para quem busca psicólogo barato e outros serviços com desconto, como consultas, exames, vacinas, procedimentos cirúrgicos e orientações com assistente social, nutricionista e personal trainer.

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Durante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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