Doenças do coração: alternativa para quem não tem plano de saúde e busca atendimento

As doenças do coração são problemas que afetam pessoas em todo mundo, mas no Brasil esse problema é ainda mais grave. Cada vez mais os brasileiros são vítimas de problemas cardiovasculares como AVC e infarto do miocárdio. Assim, o acesso à saúde se faz muito importante especialmente no que tange à telemedicina durante a pandemia. 

Veja neste post os fatores de risco e as principais doenças do coração. Acompanhe!

Fatores de risco das doenças cardiovasculares

Fatores de risco são condições apresentadas por quem normalmente pode ter algum problema de saúde, como doenças do coração. O primeiro fator são os hábitos de vida não saudáveis, como é o caso do sedentarismo, dieta inadequada, consumo de cigarros e de álcool, entre outros.

Outros fatores de risco para doenças cardiovasculares são doenças pré-existentes como hipertensão, diabetes, depressão, colesterol alto e ansiedade. Tudo isso aliado a um histórico familiar de problemas do coração são fortes indícios de que você deve procurar um cardiologista para fazer o seu check-up médico o quanto antes.

Além disso, alguns sintomas podem contar com fatores de risco como fadiga, falta de ar, inchaço nos membros inferiores, angina e dor de cabeça. 

Um fator de risco que não é tão citado e que deve ser considerado é a ausência de atividades físicas. Elas são extremamente importantes em um nível preventivo, mas podem se tornar um risco quando o corpo do indivíduo não está pronto para fazer exercícios mais pesados.

Principais doenças do coração

Existem diversas doenças cardiovasculares que afetam milhões de pessoas em todo o mundo. No Brasil as que mais se destacam e acabam sendo as principais causas de morte no país são a doença isquêmica do coração e as doenças cerebrovasculares. Vejamos agora as principais doenças do coração que afetam os brasileiros:

Hipertensão arterial

A hipertensão arterial afeta cerca de 1 em cada 4 brasileiros e também é conhecida como “pressão alta”. Essa doença é diagnosticada quando o indivíduo está com os valores máximos e mínimos de pressão elevados. Os principais sintomas são dores no peito, tonturas, fraqueza e dor de cabeça. O tratamento é feito com medicamentos e mudanças nos hábitos de vida.

Doença isquêmica do coração

Essa doença também é conhecida como “coronariana” e aparece com a obstrução das artérias do indivíduo. Essa obstrução normalmente é causada por conta de gorduras que vão se acumulando nas artérias com o tempo. 

Quando a doença isquêmica do coração se agrava, geralmente acontece o infarto do miocárdio. Os principais sintomas são a sensação de peso no corpo, queimação e dores no peito. O tratamento normalmente é feito com remédios, intervenções cirúrgicas e mudanças na dieta.

Doença cerebrovascular

A doença cerebrovascular acontece por conta de uma diminuição neurológica causada pelo funcionamento irregular nos vasos sanguíneos. Essa condição também é chamada de acidente vascular cerebral (AVC) e pode ser isquêmica ou hemorrágica. 

Os principais sintomas são a fraqueza, diminuição da visão, dificuldade com o equilíbrio do corpo e dor de cabeça. O tratamento é realizado com intervenção cirúrgica e medicamentos.

Algumas condições que também estão no rol das principais patologias cardiovasculares são a doença arterial periférica, doença cardíaca reumática e a cardiopatia congênita.

Atendimento médico

O atendimento feito por um cardiologista é absolutamente essencial em qualquer dos casos citados acima. Algumas dessas doenças agem silenciosamente e acabam sendo detectadas apenas com a realização de check-up médico preventivo ou quando já estão em um estágio mais grave. 

Assim, a busca pelo acesso à saúde de qualidade se torna imprescindível, especialmente se você tem algum dos fatores de risco mencionados. Esse atendimento pode ser realizado presencialmente ou por meio da telemedicina.

Veja ainda: Quais são os principais exames do coração solicitados pelo cardiologista?

Veja como o Clude é uma ótima alternativa

O Clude é uma alternativa para quem não tem plano de saúde online. A plataforma é ideal para quem tem problemas cardiovasculares ou para quem deseja se prevenir contra as doenças do coração e obter uma vida mais saudável. O tratamento preventivo com a mudança dos hábitos alimentares e a prática de exercícios físicos é sempre a melhor maneira de cuidar da saúde. 

O Clude oferece acesso facilitado à saúde curativa por meio das consultas médicas e exames e à saúde preventiva por meio de check-up médico e programas de saúde, como o Nutrifit. Entre no site e conheça mais sobre os serviços oferecidos!

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Durante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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