Doenças do estômago: quando ir a uma consulta com gastroenterologista

As doenças de estômago são diagnosticadas e tratadas pelo gastroenterologista, médico especialista no sistema gastrointestinal, o qual compreende todas as estruturas localizadas desde a boca até o anus.

Pesquisas apontam que uma significativa parcela da população brasileira apresenta algum problema gástrico. Por conta disso, o post de hoje irá apresentar as principais doenças que acometem o estômago, suas causas, os sintomas mais comuns e como tratá-las, a fim de que você saiba quando realizar uma consulta com o gastroenterologista. Acompanhe!

Principais doenças diagnosticadas na consulta com gastroenterologista

1. Refluxo gastroesofágico

O refluxo gastroesofágico é um problema causado pelo mau funcionamento do esfíncter, uma espécie de válvula localizada entre o esôfago e o estômago responsável por impedir que o conteúdo gástrico retorne em direção à boca.

Ao chegar ao estômago, esse conteúdo se mistura ao suco gástrico – o qual é ácido –, causando lesões ou até perfurações no esôfago, que, diferentemente do estômago, não é revestido por uma mucosa que protege as paredes internas do órgão. 

Até o momento não foi identificada a causa exata do refluxo gastroesofágico, mas foram verificados alguns fatores de riscos, como, por exemplo:

  • dieta rica em gorduras ou alimentos que relaxam o esfíncter;
  • idade igual ou superior a 50 anos;
  • uso de tabaco;
  • consumo excessivo de álcool;
  • gravidez;
  • determinados medicamentos;
  • estresse.

 

Dentre os principais sintomas associados ao refluxo gastroesofágico, podemos citar:

  • queimação entre a garganta e o estômago;
  • indigestão;
  • tosse seca;
  • regurgitação do bolo alimentar.

 

Ao consultar o gastroenterologista, ele irá recomendar alguns dos seguintes tratamentos:

  • mudança dos hábitos alimentares;
  • alterações no estilo de vida (fumar, consumo de bebidas alcoólicas);
  • administração de medicamentos (antiácidos, inibidores da produção de ácido, aceleradores do esvaziamento gástrico, protetores gástricos);
  • cirurgia para reforçar o esfíncter, caso as recomendações acima não sejam suficientes.

2. Gastrite

A gastrite corresponde à inflamação da mucosa do estômago, a qual é responsável por protegê-lo do suco gástrico. A maior causa desse problema é a ingestão de alimentos ou água contaminada pela bactéria Helicobacter pylori.

Esse micro-organismo, o qual se aloja entre a mucosa e o estômago, libera uma substância capaz de alterar o pH do muco – que é alcalino –, fazendo com que ele não consiga neutralizar o suco gástrico. Assim, o suco gástrico entra em contato com a parede interna do estômago, lesionando-a.  

Além da H. pylori, o surgimento da gastrite pode estar relacionado à má alimentação, uso excessivo de determinados medicamentos, consumo exagerado de álcool, uso de tabaco e até mesmo alta carga de estresse.

Os principais sintomas associados à gastrite incluem:

  • sensação de queimação no estômago;
  • dor de estômago;
  • náusea;
  • perda de apetite;
  • perda de peso.

 

Caso você seja diagnosticado com infecção por H pylori, o tratamento irá consistir em administração de antibióticos para combater a bactéria e medicamentos que reduzem a produção de suco gástrico, bem como mudança na dieta até concluir o tratamento.

3. Úlcera

A úlcera é um estágio avançado da gastrite, tendo em vista que se desenvolve a partir do contato contínuo do suco gástrico com a parede do estômago, formando uma ferida.

A diferença entre a gastrite e a úlcera é que, na última, a ferida já está próxima de evoluir para uma perfuração completa do estômago, fazendo com que o ácido gástrico danifique outros órgãos, o que causa hemorragia, resultando na presença de sangue nas fezes.

A úlcera desencadeia os seguintes sintomas:

  • inchaço no estômago;
  • náusea;
  • vômito;
  • dor e queimação na garganta ou no peito;
  • perda de peso sem razão aparente;
  • fezes muito escuras ou avermelhadas.

 

Caso você seja diagnosticado com úlcera, o gastroenterologista irá recomendar o mesmo tratamento indicado para gastrite e, caso o problema se encontre em estado avançado, é recomendada a cirurgia.

4. Pancreatite

A pancreatite corresponde à inflamação do pâncreas, glândula responsável por produzir diversas substâncias que auxiliam no processo digestivo, incluindo o suco gástrico. Determinados fatores podem desencadear o mau funcionamento do pâncreas e fazer com que as substâncias sintetizadas entrem em contato com a própria glândula, lesionando-as.

A pancreatite pode ser causada por:

  • consumo excessivo de bebidas alcoólicas;
  • pedra na vesícula;
  • doenças autoimunes;
  • alta concentração de cálcio no sangue;
  • câncer no pâncreas;
  • uso excessivo de determinados medicamentos;
  • infecções virais.

 

O sintomas comumente associados à pancreatite são:

  • dor e inchaço na barriga;
  • náusea;
  • vômito;
  • barriga inchada;
  • fezes amareladas ou brancas;
  • perda de peso sem motivo aparente;
  • desnutrição.

 

O tratamento recomendado durante a consulta com o gastroenterologista dependerá da gravidade da inflamação. Geralmente, o médico indica administração de medicamentos para reduzir a dor e para auxiliar na digestão das refeições, alterações na dieta até o término do tratamento e, se necessário, uso de antibióticos.

Como conseguir desconto em exames e consultas médicas?

Se, ao concluir a leitura deste post, perceber que você ou um familiar apresenta sintomas relacionados a algum problema gastrointestinal, mas não possuem plano nem desejam recorrer à rede pública de saúde, saiba que é possível contar com o Clude.

Há planos individuais de R$ 39,90 e familiares por R$ 49,90 por mês. Com o cartão de saúde 360° do Clude, você tem acesso a descontos em exames, medicamentos, consultas com o gastroenterologista e muito mais. Venha conhecer!

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Penalidades podem variar conforme enquadramento e porte.

Maio se aproxima.
E com ele, a entrada em vigor das novas diretrizes da NR1 relacionadas à gestão de riscos psicossociais, conforme a Portaria nº 1.419/2024. Mas a pergunta que deveria estar na mesa da diretoria não é apenas sobre multa.

É sobre maturidade de gestão.

A NR1 deixa claro que as empresas devem:

  • Identificar riscos psicossociais

  • Implementar medidas preventivas

  • Manter registros formais

  • Monitorar continuamente as ações adotadas

Ou seja: não se trata de um documento isolado.
Trata-se de sistema.

A mudança silenciosa na gestão corporativa

Riscos psicossociais não são subjetivos ou abstratos. A norma cita fatores como:

  • Sobrecarga de trabalho

  • Falta de suporte organizacional

  • Assédio moral ou sexual

  • Conflitos interpessoais

  • Metas inalcançáveis

Esses elementos impactam diretamente clima, produtividade e segurança psicológica.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (2022), a prevalência global de ansiedade e depressão aumentou 25% no primeiro ano da pandemia. No mesmo relatório, a OMS aponta que pessoas mentalmente saudáveis podem ser até 12% mais produtivas. Isso não é apenas saúde.
É performance organizacional.

O risco invisível: quando não há estrutura

Muitas empresas acreditam estar preparadas porque:

  • Oferecem apoio psicológico pontual

  • Aplicam pesquisa anual de clima

  • Possuem canal de ouvidoria

Mas a NR-1 exige algo além da intenção: exige evidência, ciclo e monitoramento contínuo.

Sem isso, há exposição regulatória e também risco reputacional.

Penalidades podem variar conforme enquadramento e porte.
Mas o impacto em imagem e confiança pode ser ainda maior.

Gestão moderna é gestão baseada em dados

Empresas de alta performance tratam saúde mental como indicador estratégico.

Isso significa:

  1. Diagnóstico estruturado

  2. Análise quantitativa e qualitativa

  3. Plano de ação formal

  4. Monitoramento contínuo

  5. Registro das evidências

É exatamente esse ciclo que o Safe Mind da Clude Saúde estrutura.

O que é o Safe Mind?

O Safe Mind é um programa desenvolvido pela Clude Saúde para prevenir riscos psicológicos no ambiente de trabalho e apoiar a adequação às exigências da NR1 e da Lei nº 14.831.

Ele foi pensado para empresas que não querem apenas reagir, querem estruturar.

O programa inclui:

✔️ Pesquisa de Clima Organizacional com foco em segurança psicológica, inclusão e assédio

✔️ Dashboard executivo com indicadores estratégicos

✔️ Canal de denúncias anônimo em conformidade com a norma

✔️ Adequação normativa com suporte técnico

✔️ Monitoramento contínuo da saúde emocional

Além disso, o colaborador tem acesso a uma área dedicada à saúde mental no aplicativo Clude, com:

  • Avaliações periódicas de ansiedade, estresse e riscos de burnout
  • Diário emocional e diário do sono
  • Atendimento psicológico
  • Monitoramento ativo de casos moderados e grave

Quando identificado risco relevante, há contato proativo da equipe

Isso é prevenção real.

Checklist prático para saber se sua empresa está pronta

Responda com sinceridade:

✔️ Existe mapeamento formal de riscos psicossociais?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ A empresa possui evidências documentadas de avaliação?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ Há plano de ação vinculado aos resultados?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ O monitoramento é contínuo ou pontual?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ Existe dashboard executivo para a liderança?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ O canal de denúncias é estruturado e auditável?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ Há registro formal das ações implementadas?

Se você respondeu “não” para dois ou mais pontos, é hora de agir.

Erros comuns que podem custar caro

❌ Aplicar pesquisa sem desdobramento estratégico
❌ Não envolver liderança no plano de ação
❌ Tratar saúde mental apenas como benefício opcional
❌ Não registrar formalmente as medidas adotadas
❌ Esperar fiscalização para estruturar processo

A NR1 não exige perfeição.
Ela exige diligência estruturada.

Maio está próximo. E agora?

A Clude Saúde já atua nacionalmente como ecossistema digital de telemedicina e saúde emocional, com soluções integradas para empresas

O Safe Mind foi criado para apoiar RH, SST e alta liderança a transformar uma exigência regulatória em modelo de gestão inteligente.

Não se trata de medo.

Trata-se de maturidade organizacional.

Próximo passo: Diagnóstico NR1

Antes que maio chegue, sua empresa pode realizar um Diagnóstico Estratégico NR1 + Riscos Psicossociais, conduzido por especialistas da Clude.

Você terá clareza sobre:

  • Grau de exposição regulatória

  • Nível de maturidade em gestão psicossocial

  • Lacunas prioritárias

  • Plano recomendado de ação

Penalidades podem variar conforme porte.
Mas a decisão de estruturar é estratégica.

Agende uma conversa com um especialista da Clude Saúde e descubra se sua empresa realmente está pronta para maio.

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