Entenda para que serve o exame de ultrassom

Aqueles que estão acostumados a realizar exames regulares, seja para acompanhar de perto algum quadro de saúde ou apenas para manter uma rotina regular de check-ups, já devem estar familiarizados com os mais diferentes tipos de testes e procedimentos, sendo um dos mais comuns o ultrassom.

Entretanto, se você ainda não tem o hábito de realizar checagens recorrentes e não sabe da importância de realizar ultrassons, não se preocupe, você veio ao lugar certo.

Esse artigo vai descrever, em detalhes, todas as situações em que a realização do exame é indicada, falando sobre a sua utilidade e também sobre como você pode conseguir realizar um ultrassom a preços populares. Aproveite a leitura.

O que é um ultrassom?

Também conhecido como ultrassonografia, esse exame é um método de diagnóstico por imagem que tem como objetivo permitir a análise de anomalias anatômicas, tanto em textura, quanto em tamanho, em órgãos internos e tecidos.

Trata-se de um exame bastante popular, principalmente em decorrência da ausência do emprego de radiação ionizante para a formação da imagem. A imagem é formada, portanto, pela vibração proveniente de ondas sonoras de alta frequência, que não podem ser registradas por ouvidos humanos. Essas ondas fazem com que os tecidos de órgãos vibrem e sejam captados como imagem pelos aparelhos do exame.

A ultrassonografia também pode ser especialmente útil na detecção de doenças em tecidos moles, além de evidenciar a presença de cistos e tumores, uma vez que essas estruturas produzem um padrão de eco diferenciado.

Esse exame é o procedimento mais utilizado no acompanhamento de gestantes, sendo bastante eficiente em identificar a condição de saúde da mãe e do bêbê nos mais variados estágios da gravidez.

Leia também: O que é “hora dourada” e por que é essencial? 

Quais são os principais tipos de ultrassom?

Muito versátil, a ultrassonografia é um exame capaz de auxiliar no diagnóstico de inúmeras patologias. Existem, portanto, modalidades diversas de realização do exame, cada uma com seu objetivo específico.

O ultrassom abdominal está entre os mais populares, uma vez que é usado para detectar doenças em diferentes órgãos e estruturas, como os vasos sanguíneos do abdômen, os intestinos, rins, fígado, pâncreas, baço, dentre outros. Para realização da ultrassonografia abdominal, é necessário evitar comidas e bebidas de 8 a 12 horas antes do exame.

O Doppler também é bastante utilizado, principalmente para diagnosticar problemas no fluxo de sangue. É particularmente útil na identificação de coágulos, anomalias das artérias, doenças arteriais periféricas e deformidades cardíacas.

Já o ultrassom transvaginal é complementar à ultrassonografia pélvica, seu objetivo é a observação da vagina e do útero. Trata-se de um exame bastante utilizado por médicos, entre diversas outras funções, para acompanhamento de pacientes no início da gravidez.

As mamas também são examinadas por meio do ultrassom a fim de que alterações sejam diagnosticadas e tratadas corretamente. O exame é indicado principalmente para pacientes abaixo dos quarenta anos que apresentam alterações palpáveis no tecido mamário, uma vez que ultrassonografias são mais eficientes em distinguir nódulos de cistos se comparadas à mamografia.

Ultrassom barato: qual a alternativa para quem não tem plano de saúde?

Ainda que realizar o exame com regularidade seja importante, o custo de ultrassonografias em clínicas particulares pode representar um grande peso no orçamento familiar. Por isso, o Clude é uma alternativa interessante para aqueles que desejam realizar um ultrassom barato sem perder a qualidade do serviço.

Por meio de seus convênios, a plataforma é capaz de oferecer descontos nos mais variados serviços médicos, incluindo consultas e exames como o ultrassom, que estão disponíveis para assinantes do Clude por R$ 70,00.

O Clude também dá acesso a uma série de descontos em farmácias e outros benefícios, tudo para ajudar nos cuidados de prevenção. Acesse nosso site e entenda como o Clude pode te ajudar a garantir uma maior qualidade de vida para toda sua família.

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Durante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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