Clude Kids: a nova ferramenta do Clude

A infância é, de longe, o período mais importante para a formação e desenvolvimento de um ser humano. Estimular o indivíduo durante essa fase de vida é essencial para que a criança se torne um adulto saudável. Incentivos sonoros, por exemplo, já são captados pelo feto a partir da 21° semana de gestação e auxiliam na criação de laços com os pais. 

Após o nascimento do bebê, o ambiente em que a criança entrará em contato nos primeiros 1000 dias será fundamental para definir a sua capacidade cognitiva, de acordo com o Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Ainda passando por este período, os demais estímulos devem ser introduzidos mediante brincadeiras, por exemplo, até aproximadamente os seis anos de idade – fase da Primeira Infância.

Pensando nisso, como os pais podem incentivar corretamente a criança durante a infância? Um espaço acolhedor e estimulante deve ser construído através de apoio emocional, nutricional e tempo suficiente para a recreação. O Clude Kids, a nova funcionalidade do Clude, é a ferramenta ideal para auxiliar os pais a entenderem as necessidades emocionais da criança, a importância da alimentação infantil, além de fornecer dicas de atividades e brincadeiras.

Cuidados com a alimentação infantil – Nutrifit Kids

Uma dieta desregulada no período da infância tem a capacidade de afetar o desenvolvimento cerebral e prejudicar a criança em áreas como a aprendizagem e a imunidade. Tendo isso em vista, o Nutrifit Kids é uma funcionalidade que veio para ajudar os pais a monitorar a alimentação dos filhos e fornecer orientação correta para este período.

Com a Tabela de Alimentos, o Cluder encontra opções saudáveis e nutritivas de lanchinhos saborosos para substituírem os alimentos ultraprocessados e com grandes quantidades de açúcar que os pequenos geralmente preferem. 

A atenção com as refeições na fase da Primeira Infância deve ser constante, já que é neste período que os hábitos alimentares da criança serão construídos. O açúcar, por exemplo, tem de ser evitado até os dois anos de idade do bebê, de acordo com o Ministério da Saúde.

Para impedir que a criança crie hábitos nocivos, o Clude também oferece o Planner Alimentar, onde os pais têm acesso a explicações sobre a classificação de alimentos e quais são as melhores opções para seus filhos. Além disso, ele conta com uma tabela que deve ser preenchida de acordo com as refeições da criança para ajudar a visualizar a dieta dos pequenos.

Orientação emocional na infância – Help Kids

Como já salientado, o período da infância é onde os hábitos e a personalidade do indivíduo estarão em formação. Sendo assim, oferecer apoio emocional e prover um ambiente acolhedor para o pequeno é essencial para que ele se torne um adulto saudável. O Help Kids veio com o intuito de auxiliar os pais na compreensão dos sentimentos de seu filho e para ajudá-los a entender como lidar com a criança.

Com o Monitoramento Emocional, o Cluder pode registrar o humor e os sentimentos dos filhos diariamente. Assim, a equipe de psicólogos e profissionais do Clude poderão acompanhar a saúde emocional da criança de perto, além de fornecer dicas e apoio para os pais quando necessário.

Entender como lidar corretamente com os sentimentos dos pequenos é decisivo para o crescimento e formação deles. Ainda pensando nisso, o Clude também fornece as Orientações Interativas na plataforma, onde os pais têm acesso a materiais exclusivos e informativos sobre o comportamento da criança e a administração dos sentimentos.

Estímulos durante a recreação – Hora de Brincar

Para a criança, pequenas brincadeiras e atividades são extremamente importantes, já que promovem uma atividade cerebral intensa. Além disso, são responsáveis pela formação de inúmeras competências humanas, de acordo com o Ministério da Cidadania. 

A fim de estimular os pequenos, o Clude também oferece aos pais um guia completo com atividades separadas de acordo com a classificação etária da criança. O Hora de Brincar conta com passatempos e brinquedos que podem ser feitos em casa com materiais comuns. Além disso, cada atividade fornece um estímulo diferente ao cérebro infantil e possui um papel no desenvolvimento cognitivo.

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Durante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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