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Saúde Mental

Terapia online e um amplo programa de saúde emocional.

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Cuidamos da saúde mental do seu colaborador

Terapia Online

Mais comodidade e segurança

O acompanhamento psicológico é fundamental para melhorar a relação do indivíduo com ele mesmo e com o mundo. É um processo de evolução constante.

  • Promove o autoconhecimento
  • Melhora relacionamentos
  • Trabalha autoestima e autoconfiança
  • Auxilia no manejo do estresse e ansiedade
  • Auxilia na organização e gestão de tempo
  • Melhora desempenho profissional
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Orientações psicológicas e suporte emocional!

Esse contato visa oferecer um acolhimento emocional, avaliação inicial dos sintomas, orientações psicológicas e encaminhamentos se necessário.

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Ofereça o suporte em saúde mental para promover o bem-estar dos seus colaboradores.

A equipe de psicologia monitora as respostas e intervem com um contato proativo em casos graves.

Apoio Psicológico em Momentos de Crise

Em momentos de crises de ansiedade, preocupação intensa e pensamentos negativos, fornecemos recursos para que o seu colaborador obtenha a ajuda que precisa!

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Diário Emocional

Com essa ferramenta o colaborador poderá colocar como está se sentindo no momento e acrescentar um comentário para o lembrar do contexto da emoção.

Avaliação da saúde mental

Preenchimento de questionários para avaliação dos níveis de ansiedade, depressão, estresse e risco de Burnout. Os resultados não substituem um diagnóstico, mas ajudam a identificar a necessidade de cuidar da saúde mental.

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Conteúdos informativos
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Informação na palma da mão.

Tenha acesso a diversos conteúdos sobre saúde mental para aprimorar o conhecimento e promover reflexões.

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Perguntas Frequentes (FAQ)

Quais são os benefícios de um acompanhamento psicológico?▼

A terapia é fundamental para a saúde mental, pois promove o autoconhecimento, ajuda na regulação emocional e na superação de dificuldades. Ela contribui para reduzir sintomas de ansiedade, depressão e estresse, além de melhorar os relacionamentos e a qualidade de vida. Também oferece suporte em momentos difíceis e atua na prevenção de problemas futuros, sendo um importante recurso para o bem-estar emocional.

Existe diferença entre a psicoterapia on-line e presencial?▼

Não existe diferença em relação a eficácia do tratamento. A psicoterapia on-line tem a vantagem de não precisar se locomover até o local de atendimento, promovendo um maior conforto e comodidade.

O que esperar de uma primeira sessão de videoconsulta de psicologia/psicoterapia?▼

A primeira sessão de psicoterapia tem a função de acolher o sofrimento, compreender os motivos pelos quais se deu a busca pelo acompanhamento e o que se espera do processo. É comum não ter todas essas respostas e é natural sentir-se ansioso por este momento, mas temos profissionais capacitados que irão guiar este processo. É um espaço de acolhimento, com uma escuta qualificada e livre de julgamentos.

Como funciona a videoconsulta de psicologia/psicoterapia?▼

A consulta é realizada por videochamada e o agendamento é feito pelo paciente diretamente no aplicativo, na área de Saúde Mental. É disponibilizado o acesso a biografia dos profissionais, com dias e horários disponíveis, podendo ser agendado conforme preferência do paciente.

Como funciona o atendimento via chat de psicologia?▼

O atendimento se propõe a ser um espaço de acolhimento inicial e suporte emocional pontual, com orientações psicológicas de acordo com a demanda apresentada e encaminhamentos em saúde em casos necessários. Não se propõe a ser uma psicoterapia.

A Clude Saúde é uma healthtech que auxilia nos cuidados de saúde de forma preventiva. 

CNPJ: 32.922.514/0001-90

Rua Doutor Miguel Couto, 53 -São Paulo, SP.

Politica de Privacidade

Termos e Condições de Uso

Sobre nós

Inscrição conselho regional de medicina de São Paulo: 1011210 

CRT nº 65273/65236/147516 Coren-SP

Inscrição no Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (CRP – 06): 15941/J

Inscrição no Conselho Regional de Nutrição de São Paulo (CRN-3): 19596

Inscrição no Conselho Regional de Educação Física de São Paulo: 020931-PJ/SP

Não somos um plano de saúde.

Responsáveis técnicos

Diretor Técnico-Médico: Vito Ribeiro Venturieri (CRM-SP 202075 E RQE: 95004)

Enfermeira Responsável Técnica: Beatriz Maia Prado (Coren-SP 706310)

Nutricionista Responsável Técnica: Mirelle Marques (CRN-3 52460)

Psicóloga Responsável Técnica: Laís Baracho Mendes (CRP – 06/135277)

Responsável Técnico: Michel Alves de Campos (CREF 24300-G/SP)

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Durante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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