Como diferenciar os alimentos in natura dos processados?

Como diferenciar os alimentos in natura dos processados?

A abundante variedade de produtos nas prateleiras dos mercados é cativante, mas nem todos os alimentos ali ofertados são a melhor opção para a saúde do brasileiro. Segundo o Ministério da Saúde, a alimentação e o acompanhamento nutricional apropriado são fatores condicionantes e determinantes para o bem-estar. 

Com o avanço da indústria e da tecnologia, os produtos comestíveis passaram a ser submetidos, cada vez mais, a processos industriais. Conforme a Associação Brasileira de Indústrias de Alimentos (ABIA), em 2019 o Brasil se consolidou o 2° maior exportador de alimentos industrializados e a presença destes mantimentos na dieta da população brasileira saltou de 12,6% para 18,4% entre 2003 e 2018, de acordo com o IBGE.  

Apesar dos dados, os pratos tidos como saudáveis pelas entidades oficiais são, justamente, aqueles alheios aos métodos de processamento da comida. Conforme a Associação Nacional de Atenção ao Diabetes (ANAD), a alimentação saudável e equilibrada previne doenças cardiovasculares, o sobrepeso e, principalmente, a diabetes. Além disso, melhora significativamente o funcionamento do corpo, aumentando a qualidade do sono, da memória e do humor.  

Em vista disso, a escolha dos itens que irão compor uma dieta deve levar em consideração o valor nutricional e o percurso que o alimento sofreu até chegar ao prato. Dentre tantas opções, como saber o que selecionar para montar o cardápio? 

Como podemos diferenciar os alimentos?

De acordo com o Ministério da Saúde, os alimentos disponíveis para consumo são divididos em quatro categorias:

  • Alimentos In Natura
  • Alimentos Minimamente Processados 
  • Alimentos Processados
  • Alimentos Ultraprocessados

Os alimentos in natura são aqueles mantimentos que não passam por nenhum processo de modificação após a sua extração da natureza ou dos animais, como, por exemplo, frutas, legumes, tubérculos, raízes e ovos. São considerados como a base ideal para uma alimentação saudável, balanceada e repleta de nutrientes. 

Por sua vez, os alimentos classificados como minimamente processados são os produtos que, após serem extraídos, passam por pequenos processos industriais que visam a limpeza, fermentação, refrigeração e fracionamento, por exemplo. Entre tantas opções, podemos destacar os cereais, farinha, leite e grãos. Os mantimentos que se encontram nesta categoria, apesar de serem submetidos a estes procedimentos, não recebem adição de substâncias às suas fórmulas, como é o caso dos alimentos processados.

Os alimentos processados são caracterizados pela adição de substâncias como sal, açúcar e temperos em geral durante o seu preparo, a fim de modificar o seu sabor e torná-lo mais “agradável” ao paladar. Como, por exemplo, os produtos em conserva e concentrados: peixes enlatados, fermentos, farinhas, frutas em calda e queijos. Estes mantimentos possuem seu valor nutricional desequilibrado e o seu consumo desregrado facilita a ocorrência de doenças cardíacas. 

Não obstante dos processados, os alimentos ultraprocessados são desenvolvidos a partir da extração de componentes do açúcar, sal, óleos e amidos, que são posteriormente manipulados em laboratórios e suscetíveis à adição de corantes e aditivos. Esta categoria abrange produtos com escassez de nutrientes e abundância de calorias, sendo recomendado evitar o seu consumo. Podemos citar alimentos desse grupo como sendo os biscoitos recheados, salgadinhos, refrigerantes, sorvetes, balas, salsichas e macarrão instantâneo.

Agora que você já sabe como distinguir os tipos de alimentos que são ofertados, por que não preparar uma dieta mais nutritiva?

Uma alimentação baseada em alimentos in natura contribui para a sua saúde e o seu bem-estar. Segundo o Ministério da Saúde, mantimentos que passaram por intensos processos industriais devem ser evitados, a adição de substâncias como as previamente mencionadas incentivam o consumo em excesso da comida processada e ultraprocessada e influenciam o aparecimento de doenças cardíacas, diabetes e até a obesidade.

 

*Atenção: As informações existentes no Blog do Clude pretendem apoiar e informar, não substituindo a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal.

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Penalidades podem variar conforme enquadramento e porte.

Maio se aproxima.
E com ele, a entrada em vigor das novas diretrizes da NR1 relacionadas à gestão de riscos psicossociais, conforme a Portaria nº 1.419/2024. Mas a pergunta que deveria estar na mesa da diretoria não é apenas sobre multa.

É sobre maturidade de gestão.

A NR1 deixa claro que as empresas devem:

  • Identificar riscos psicossociais

  • Implementar medidas preventivas

  • Manter registros formais

  • Monitorar continuamente as ações adotadas

Ou seja: não se trata de um documento isolado.
Trata-se de sistema.

A mudança silenciosa na gestão corporativa

Riscos psicossociais não são subjetivos ou abstratos. A norma cita fatores como:

  • Sobrecarga de trabalho

  • Falta de suporte organizacional

  • Assédio moral ou sexual

  • Conflitos interpessoais

  • Metas inalcançáveis

Esses elementos impactam diretamente clima, produtividade e segurança psicológica.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (2022), a prevalência global de ansiedade e depressão aumentou 25% no primeiro ano da pandemia. No mesmo relatório, a OMS aponta que pessoas mentalmente saudáveis podem ser até 12% mais produtivas. Isso não é apenas saúde.
É performance organizacional.

O risco invisível: quando não há estrutura

Muitas empresas acreditam estar preparadas porque:

  • Oferecem apoio psicológico pontual

  • Aplicam pesquisa anual de clima

  • Possuem canal de ouvidoria

Mas a NR-1 exige algo além da intenção: exige evidência, ciclo e monitoramento contínuo.

Sem isso, há exposição regulatória e também risco reputacional.

Penalidades podem variar conforme enquadramento e porte.
Mas o impacto em imagem e confiança pode ser ainda maior.

Gestão moderna é gestão baseada em dados

Empresas de alta performance tratam saúde mental como indicador estratégico.

Isso significa:

  1. Diagnóstico estruturado

  2. Análise quantitativa e qualitativa

  3. Plano de ação formal

  4. Monitoramento contínuo

  5. Registro das evidências

É exatamente esse ciclo que o Safe Mind da Clude Saúde estrutura.

O que é o Safe Mind?

O Safe Mind é um programa desenvolvido pela Clude Saúde para prevenir riscos psicológicos no ambiente de trabalho e apoiar a adequação às exigências da NR1 e da Lei nº 14.831.

Ele foi pensado para empresas que não querem apenas reagir, querem estruturar.

O programa inclui:

✔️ Pesquisa de Clima Organizacional com foco em segurança psicológica, inclusão e assédio

✔️ Dashboard executivo com indicadores estratégicos

✔️ Canal de denúncias anônimo em conformidade com a norma

✔️ Adequação normativa com suporte técnico

✔️ Monitoramento contínuo da saúde emocional

Além disso, o colaborador tem acesso a uma área dedicada à saúde mental no aplicativo Clude, com:

  • Avaliações periódicas de ansiedade, estresse e riscos de burnout
  • Diário emocional e diário do sono
  • Atendimento psicológico
  • Monitoramento ativo de casos moderados e grave

Quando identificado risco relevante, há contato proativo da equipe

Isso é prevenção real.

Checklist prático para saber se sua empresa está pronta

Responda com sinceridade:

✔️ Existe mapeamento formal de riscos psicossociais?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ A empresa possui evidências documentadas de avaliação?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ Há plano de ação vinculado aos resultados?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ O monitoramento é contínuo ou pontual?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ Existe dashboard executivo para a liderança?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ O canal de denúncias é estruturado e auditável?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ Há registro formal das ações implementadas?

Se você respondeu “não” para dois ou mais pontos, é hora de agir.

Erros comuns que podem custar caro

❌ Aplicar pesquisa sem desdobramento estratégico
❌ Não envolver liderança no plano de ação
❌ Tratar saúde mental apenas como benefício opcional
❌ Não registrar formalmente as medidas adotadas
❌ Esperar fiscalização para estruturar processo

A NR1 não exige perfeição.
Ela exige diligência estruturada.

Maio está próximo. E agora?

A Clude Saúde já atua nacionalmente como ecossistema digital de telemedicina e saúde emocional, com soluções integradas para empresas

O Safe Mind foi criado para apoiar RH, SST e alta liderança a transformar uma exigência regulatória em modelo de gestão inteligente.

Não se trata de medo.

Trata-se de maturidade organizacional.

Próximo passo: Diagnóstico NR1

Antes que maio chegue, sua empresa pode realizar um Diagnóstico Estratégico NR1 + Riscos Psicossociais, conduzido por especialistas da Clude.

Você terá clareza sobre:

  • Grau de exposição regulatória

  • Nível de maturidade em gestão psicossocial

  • Lacunas prioritárias

  • Plano recomendado de ação

Penalidades podem variar conforme porte.
Mas a decisão de estruturar é estratégica.

Agende uma conversa com um especialista da Clude Saúde e descubra se sua empresa realmente está pronta para maio.

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