Informações encontradas em pesquisa promovida pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso evidenciam uma realidade bastante preocupante: um paciente precisa esperar, em média, mais de um ano e quatro meses para receber atendimento médico no SUS.

Para aqueles que dependem do serviço, esse número não representa nenhuma surpresa. Segundo outro estudo, este promovido pela Comissão de Saúde Global de Alta Qualidade, pelo menos 51 mil mortes são causadas todos os anos pela falta de acesso a atendimento médico.

Existe uma maneira de diminuir essa fila de espera, conseguindo um acesso mais eficiente a serviços de saúde como as cirurgias? Neste artigo, falaremos sobre o assunto em detalhes. Acompanhe a leitura.

A situação da saúde pública no Brasil

A situação precária do sistema público de saúde só não é mais grave do que os quadros dos pacientes que esperam pelo atendimento, seja uma consulta, um exame ou uma cirurgia. No ano de 2016, segundo levantamento realizado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar, morreram 819 pessoas nos hospitais brasileiros todos os dias.

Cirurgias eletivas, aquelas que são consideradas não-emergenciais, já são quase 904 mil segundo um estudo promovido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) em 2017. Certamente, tais números já sofreram um aumento desde então, assim como o tempo de espera necessário para a realização do atendimento pelo SUS.

A pandemia veio para tornar ainda mais desesperadora a situação do atendimento público brasileiro. Hospitais que já não contavam com estrutura adequada para lidar com os atendimentos rotineiros viram-se completamente abarrotados de pacientes com graves sintomas e altamente contagiosos.

A realidade, portanto, mostrou-se implacável: o Brasil chegou ao topo da lista de países com maior taxa de contágio segundo um estudo publicado pelo Imperial College de Londres.

Saiba mais sobre o assunto: Conheça as alternativas para fazer um exame sem depender da fila de espera do SUS

Existe maneira de diminuir a fila para cirurgia do SUS?

Diferentes setores da sociedade reúnem esforços para encontrar soluções viáveis não só para a diminuir a média de espera na fila do SUS para atendimento médico, mas também evitar que mais pacientes venham a falecer pela falta desse atendimento.

Dessa maneira, pode-se observar algumas práticas que têm potencial para funcionar. Entenda melhor algumas delas a seguir.

Manter dados de cadastro atualizados

Segundo especialistas da Secretaria Estadual de Saúde (SES), a fila de espera poderia ser mais eficientemente gerenciada se pacientes atualizassem suas informações cadastrais com maior frequência.

Muitas vezes, a única forma disponível de contato é por telefone, ainda que esta não seja efetiva em boa parte dos casos.

Maior acompanhamento de indicadores

Em alguns municípios, a falta de leitos não é a principal razão pela qual internações não ocorrem, mas o desperdício geral de recursos. Por isso, ter um controle sobre indicadores como tempo de atendimento, taxa de admissão e taxa de alta também é uma responsabilidade da gestão hospitalar.

Uso do teleatendimento

Reconhecidas pela OMS desde a década de 1990, as tecnologias de atendimento remoto podem ser grandes aliadas na diminuição das filas de espera do SUS. Com o uso da telemedicina, pacientes conseguem um atendimento remoto, seja uma consulta com especialista ou um encaminhamento.

O atendimento é realizado por meio de plataformas de videoconferência com o auxílio de imagens e do som a fim de que o diagnóstico seja realizado corretamente.

Clude: a alternativa para quem não tem plano de saúde

O Clude é uma plataforma de saúde preventiva que oferece inúmeros benefícios aos seus assinantes, desde o desconto em milhares de farmácias pelo Brasil até consultas a preços populares, além de 50 tipos de cirurgias a partir de R$ 1.500,00 com possibilidade de parcelamentos.

Assinantes do Clude também têm acesso a teleconsultas com especialistas em até duas horas, sem longas filas de espera.

Se você não quer depender da fila para cirurgia do SUS, mas precisa de um atendimento rápido e de qualidade, o Clude pode ajudar. Acesse nosso site e entenda melhor como ter acesso a um atendimento rápido e de qualidade por preços justos.

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Penalidades podem variar conforme enquadramento e porte.

Maio se aproxima.
E com ele, a entrada em vigor das novas diretrizes da NR1 relacionadas à gestão de riscos psicossociais, conforme a Portaria nº 1.419/2024. Mas a pergunta que deveria estar na mesa da diretoria não é apenas sobre multa.

É sobre maturidade de gestão.

A NR1 deixa claro que as empresas devem:

  • Identificar riscos psicossociais

  • Implementar medidas preventivas

  • Manter registros formais

  • Monitorar continuamente as ações adotadas

Ou seja: não se trata de um documento isolado.
Trata-se de sistema.

A mudança silenciosa na gestão corporativa

Riscos psicossociais não são subjetivos ou abstratos. A norma cita fatores como:

  • Sobrecarga de trabalho

  • Falta de suporte organizacional

  • Assédio moral ou sexual

  • Conflitos interpessoais

  • Metas inalcançáveis

Esses elementos impactam diretamente clima, produtividade e segurança psicológica.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (2022), a prevalência global de ansiedade e depressão aumentou 25% no primeiro ano da pandemia. No mesmo relatório, a OMS aponta que pessoas mentalmente saudáveis podem ser até 12% mais produtivas. Isso não é apenas saúde.
É performance organizacional.

O risco invisível: quando não há estrutura

Muitas empresas acreditam estar preparadas porque:

  • Oferecem apoio psicológico pontual

  • Aplicam pesquisa anual de clima

  • Possuem canal de ouvidoria

Mas a NR-1 exige algo além da intenção: exige evidência, ciclo e monitoramento contínuo.

Sem isso, há exposição regulatória e também risco reputacional.

Penalidades podem variar conforme enquadramento e porte.
Mas o impacto em imagem e confiança pode ser ainda maior.

Gestão moderna é gestão baseada em dados

Empresas de alta performance tratam saúde mental como indicador estratégico.

Isso significa:

  1. Diagnóstico estruturado

  2. Análise quantitativa e qualitativa

  3. Plano de ação formal

  4. Monitoramento contínuo

  5. Registro das evidências

É exatamente esse ciclo que o Safe Mind da Clude Saúde estrutura.

O que é o Safe Mind?

O Safe Mind é um programa desenvolvido pela Clude Saúde para prevenir riscos psicológicos no ambiente de trabalho e apoiar a adequação às exigências da NR1 e da Lei nº 14.831.

Ele foi pensado para empresas que não querem apenas reagir, querem estruturar.

O programa inclui:

✔️ Pesquisa de Clima Organizacional com foco em segurança psicológica, inclusão e assédio

✔️ Dashboard executivo com indicadores estratégicos

✔️ Canal de denúncias anônimo em conformidade com a norma

✔️ Adequação normativa com suporte técnico

✔️ Monitoramento contínuo da saúde emocional

Além disso, o colaborador tem acesso a uma área dedicada à saúde mental no aplicativo Clude, com:

  • Avaliações periódicas de ansiedade, estresse e riscos de burnout
  • Diário emocional e diário do sono
  • Atendimento psicológico
  • Monitoramento ativo de casos moderados e grave

Quando identificado risco relevante, há contato proativo da equipe

Isso é prevenção real.

Checklist prático para saber se sua empresa está pronta

Responda com sinceridade:

✔️ Existe mapeamento formal de riscos psicossociais?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ A empresa possui evidências documentadas de avaliação?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ Há plano de ação vinculado aos resultados?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ O monitoramento é contínuo ou pontual?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ Existe dashboard executivo para a liderança?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ O canal de denúncias é estruturado e auditável?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ Há registro formal das ações implementadas?

Se você respondeu “não” para dois ou mais pontos, é hora de agir.

Erros comuns que podem custar caro

❌ Aplicar pesquisa sem desdobramento estratégico
❌ Não envolver liderança no plano de ação
❌ Tratar saúde mental apenas como benefício opcional
❌ Não registrar formalmente as medidas adotadas
❌ Esperar fiscalização para estruturar processo

A NR1 não exige perfeição.
Ela exige diligência estruturada.

Maio está próximo. E agora?

A Clude Saúde já atua nacionalmente como ecossistema digital de telemedicina e saúde emocional, com soluções integradas para empresas

O Safe Mind foi criado para apoiar RH, SST e alta liderança a transformar uma exigência regulatória em modelo de gestão inteligente.

Não se trata de medo.

Trata-se de maturidade organizacional.

Próximo passo: Diagnóstico NR1

Antes que maio chegue, sua empresa pode realizar um Diagnóstico Estratégico NR1 + Riscos Psicossociais, conduzido por especialistas da Clude.

Você terá clareza sobre:

  • Grau de exposição regulatória

  • Nível de maturidade em gestão psicossocial

  • Lacunas prioritárias

  • Plano recomendado de ação

Penalidades podem variar conforme porte.
Mas a decisão de estruturar é estratégica.

Agende uma conversa com um especialista da Clude Saúde e descubra se sua empresa realmente está pronta para maio.

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