O medicamento de uso contínuo deve ser ministrado sem interrupções, a fim de que o efeito desejado seja alcançado. Isso não significa que ele precise ser consumido para sempre, mas apenas durante o período prescrito pelo médico.

Por exemplo: caso uma pessoa esteja com uma infecção, ela terá febre e precisará tomar um antitérmico para que esse sintoma desapareça, só voltando a ingeri-lo se a febre retornar. Portanto, os antitérmicos não são medicamentos de uso contínuo, mas pontual.

Já o Omeprazol é um medicamento de uso contínuo, uma vez que é necessário ministrar uma determinada dose todos os dias por um período específico.

O Omeprazol não necessita de receita médica para ser retirado em uma drogaria comercial. Contudo, se você for adquiri-lo em uma farmácia popular, é necessário tê-la em mãos, pois é a receita que garante o controle da dispensa de medicamentos.

Para que a receita seja aceita na farmácia popular, é necessário que ela atenda a determinados requisitos. Entretanto, isso tem causado confusão nos últimos tempos, tendo em vista que, por conta da pandemia, as normas que regem a dispensa desses medicamentos foi alterada.

Portanto, se você não está por dentro do assunto, este post pode esclarecer todas as suas dúvidas. Confira!

Leia mais: Quais são os principais erros cometidos por quem toma remédios de uso contínuo?

Nova lei altera a validade das receitas de medicamento de uso contínuo

Por conta da pandemia do novo coronavírus e da necessidade de realizar o isolamento social, foi sancionada a Lei 14.028/20, a qual determina que as receitas de medicamento de uso contínuo tenham prazo de validade indeterminado enquanto durar a pandemia.

Essa decisão tem o objetivo de evitar aglomerações em unidades básicas de saúde, visto que os pacientes que fazem uso desses remédios precisam consultar o médico frequentemente apenas para renovar a receita do medicamento, a fim de retirá-lo na farmácia popular.

Com a sanção da nova lei, o paciente pode apresentar a mesma receita com prazo de validade vencido para retirar seus medicamentos até que a pandemia acabe.

Medicamentos de uso controlado

A alteração na lei que rege os medicamentos de uso contínuo causou confusão em determinadas pessoas, pois algumas confundem os medicamentos de uso controlado com os de uso contínuo, pois ambos devem ser ministrados sem interrupção por um determinado período de tempo.

Os medicamentos de uso controlado possuem substâncias que atuam diretamente no sistema nervoso central e, se mal administrados, podem causar problemas de saúde e dependência. Por conta disso, sua dispensa é controlada tanto por farmácias populares quanto por farmácias comerciais. 

Alguns exemplos de medicamentos de uso controlado são:

 

Por mais que a nova lei sancionada não altere a validade das receitas médicas desses fármacos, as regras que regem seu uso também foram alteradas por conta da pandemia, mas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), por meio da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 357/2020, que autoriza a possibilidade de aumento da quantidade máxima de medicamento por prescrição. 

Portanto, não é o prazo de validade da receita que muda, mas sim a quantidade prescrita, a fim de que o paciente evite sair de casa para ir a consultas e comprar remédios. 

Como cuidar da saúde durante a pandemia sem quebrar o isolamento social

Por mais que o isolamento social seja uma estratégia fundamental para evitar a transmissão da Covid-19, não podemos deixar de cuidar do restante da nossa saúde. 

Então, invista em atendimento médico via telemedicina. Além disso, como atualmente é possível emitir receita digital de medicamentos controlados – e comprá-los apenas fornecendo o código da receita –, ao invés de ir até a farmácia, faça seu pedido por telefone e peça a entrega.

E se você deseja economizar na compra de remédios, conte com o programa completo de saúde do Clude, o qual oferece até 60% de desconto para medicamento de uso contínuo, controlado, e outros. Venha para o Clude!

Leia também: Como conseguir desconto em medicamento de uso contínuo

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Penalidades podem variar conforme enquadramento e porte.

Maio se aproxima.
E com ele, a entrada em vigor das novas diretrizes da NR1 relacionadas à gestão de riscos psicossociais, conforme a Portaria nº 1.419/2024. Mas a pergunta que deveria estar na mesa da diretoria não é apenas sobre multa.

É sobre maturidade de gestão.

A NR1 deixa claro que as empresas devem:

  • Identificar riscos psicossociais

  • Implementar medidas preventivas

  • Manter registros formais

  • Monitorar continuamente as ações adotadas

Ou seja: não se trata de um documento isolado.
Trata-se de sistema.

A mudança silenciosa na gestão corporativa

Riscos psicossociais não são subjetivos ou abstratos. A norma cita fatores como:

  • Sobrecarga de trabalho

  • Falta de suporte organizacional

  • Assédio moral ou sexual

  • Conflitos interpessoais

  • Metas inalcançáveis

Esses elementos impactam diretamente clima, produtividade e segurança psicológica.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (2022), a prevalência global de ansiedade e depressão aumentou 25% no primeiro ano da pandemia. No mesmo relatório, a OMS aponta que pessoas mentalmente saudáveis podem ser até 12% mais produtivas. Isso não é apenas saúde.
É performance organizacional.

O risco invisível: quando não há estrutura

Muitas empresas acreditam estar preparadas porque:

  • Oferecem apoio psicológico pontual

  • Aplicam pesquisa anual de clima

  • Possuem canal de ouvidoria

Mas a NR-1 exige algo além da intenção: exige evidência, ciclo e monitoramento contínuo.

Sem isso, há exposição regulatória e também risco reputacional.

Penalidades podem variar conforme enquadramento e porte.
Mas o impacto em imagem e confiança pode ser ainda maior.

Gestão moderna é gestão baseada em dados

Empresas de alta performance tratam saúde mental como indicador estratégico.

Isso significa:

  1. Diagnóstico estruturado

  2. Análise quantitativa e qualitativa

  3. Plano de ação formal

  4. Monitoramento contínuo

  5. Registro das evidências

É exatamente esse ciclo que o Safe Mind da Clude Saúde estrutura.

O que é o Safe Mind?

O Safe Mind é um programa desenvolvido pela Clude Saúde para prevenir riscos psicológicos no ambiente de trabalho e apoiar a adequação às exigências da NR1 e da Lei nº 14.831.

Ele foi pensado para empresas que não querem apenas reagir, querem estruturar.

O programa inclui:

✔️ Pesquisa de Clima Organizacional com foco em segurança psicológica, inclusão e assédio

✔️ Dashboard executivo com indicadores estratégicos

✔️ Canal de denúncias anônimo em conformidade com a norma

✔️ Adequação normativa com suporte técnico

✔️ Monitoramento contínuo da saúde emocional

Além disso, o colaborador tem acesso a uma área dedicada à saúde mental no aplicativo Clude, com:

  • Avaliações periódicas de ansiedade, estresse e riscos de burnout
  • Diário emocional e diário do sono
  • Atendimento psicológico
  • Monitoramento ativo de casos moderados e grave

Quando identificado risco relevante, há contato proativo da equipe

Isso é prevenção real.

Checklist prático para saber se sua empresa está pronta

Responda com sinceridade:

✔️ Existe mapeamento formal de riscos psicossociais?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ A empresa possui evidências documentadas de avaliação?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ Há plano de ação vinculado aos resultados?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ O monitoramento é contínuo ou pontual?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ Existe dashboard executivo para a liderança?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ O canal de denúncias é estruturado e auditável?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ Há registro formal das ações implementadas?

Se você respondeu “não” para dois ou mais pontos, é hora de agir.

Erros comuns que podem custar caro

❌ Aplicar pesquisa sem desdobramento estratégico
❌ Não envolver liderança no plano de ação
❌ Tratar saúde mental apenas como benefício opcional
❌ Não registrar formalmente as medidas adotadas
❌ Esperar fiscalização para estruturar processo

A NR1 não exige perfeição.
Ela exige diligência estruturada.

Maio está próximo. E agora?

A Clude Saúde já atua nacionalmente como ecossistema digital de telemedicina e saúde emocional, com soluções integradas para empresas

O Safe Mind foi criado para apoiar RH, SST e alta liderança a transformar uma exigência regulatória em modelo de gestão inteligente.

Não se trata de medo.

Trata-se de maturidade organizacional.

Próximo passo: Diagnóstico NR1

Antes que maio chegue, sua empresa pode realizar um Diagnóstico Estratégico NR1 + Riscos Psicossociais, conduzido por especialistas da Clude.

Você terá clareza sobre:

  • Grau de exposição regulatória

  • Nível de maturidade em gestão psicossocial

  • Lacunas prioritárias

  • Plano recomendado de ação

Penalidades podem variar conforme porte.
Mas a decisão de estruturar é estratégica.

Agende uma conversa com um especialista da Clude Saúde e descubra se sua empresa realmente está pronta para maio.

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