Entenda o que são medicamentos biossimilares

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Você já ouviu falar sobre medicamentos biossimilares? Saberia dizer qual é a diferença entre um medicamento de referência, um genérico e um similar? Se não, este artigo foi feito especialmente para você. Hoje, iremos explicar cada um desses pontos de forma didática e objetiva. Acompanhe!

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O que são medicamentos biossimilares?

Antes de entender o que são medicamentos biossimilares, é necessário saber mais sobre os dois tipos de produção de medicamentos. O primeiro, considerado comum, são os fármacos fabricados a partir de fórmulas químicas. O segundo são os medicamentos biológicos, obtidos por meio da cultura de células vivas, que podem ser de bactérias, leveduras ou de mamíferos. 

Essas células são modificadas geneticamente, a fim de produzir moléculas específicas para o tratamento de diversas doenças. Assim, tem-se medicamentos de formulação mais complexa, o que encarece a sua produção.

Além disso, como os biológicos são fármacos mais inovadores no mercado, eles também costumam apresentar um preço mais elevado. Devido a isso, criou-se os biossimilares, medicamentos parecidos com os biológicos de referência, com o intuito de torná-los extremamente eficientes e mais acessíveis para as pessoas. 

Qual é a diferença entre medicamentos biossimilares, genéricos e originais?

A indústria farmacêutica está sempre investindo em pesquisas para encontrar meios mais eficientes de tratar doenças ou, até mesmo, medicamentos específicos para doenças que ainda não possuem tratamento. Então, quando a indústria encontra esse fármaco, após diversos testes de eficácia e segurança, ela registra o direito de patente do medicamento, tendo em vista que investiu muitos recursos para a sua descoberta.

Desse modo, ela passa a ser a única indústria a vender esse remédio pelos próximos vinte anos. Assim, o fármaco é identificado como um medicamento original e de referência (lembrando que ele pode ter sido produzido tanto por fórmulas químicas quanto por meio da cultura de células vivas).

Após os vinte anos de patente, as demais indústrias passam a ter o direito de copiar o medicamento de referência legalmente e vendê-lo por preços mais acessíveis, visto que elas não precisaram investir em pesquisa para encontrá-lo. Tais remédios copiados e vendidos por preços mais acessíveis são denominados genéricos.

Já os medicamentos similares ou biossimilares são diferentes, pois não são uma cópia idêntica dos de referência, mas, como o próprio nome diz, similares. Essa similaridade é encontrada nos seguintes fatores:

  • princípio ativo;
  • dose;
  • forma farmacêutica;
  • via de administração;
  • posologia; 
  • indicação terapêutica. 

Quanto às diferenças, elas ocorrem nos seguintes aspectos:

  • embalagem;
  • rotulagem;
  • tamanho;
  • forma;
  • prazo de validade;
  • excipientes e veículos.

Vale destacar que esses últimos são substâncias inertes, isto é, que têm a função de proporcionar volume e estabilização ao medicamento, não alterando em nada a sua eficiência. 

Regulamentação no Brasil e no mundo

Para garantir que os medicamentos genéricos e similares sejam iguais aos medicamentos de referência, os órgãos reguladores e fiscalizadores de cada país elaboram normas e regras para a sua liberação. 

No Brasil, o órgão responsável por isso é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Atualmente, a Anvisa obriga que todo medicamento inovador deve passar por todos os testes de eficácia e segurança necessários. Além disso, todo medicamento genérico e similar deve comprovar equivalência com o medicamento de referência, pois, assim, sabe-se que ele tem a mesma eficácia e segurança. 

Vale destacar que, somente em 2003, a Anvisa passou a obrigar que os medicamentos similares passassem pelo mesmo processo de comprovação que os genéricos passavam.

Além disso, como os medicamentos biossimilares e biológicos novos são diferentes dos tradicionais, obtidos por fórmulas químicas, desde 2010, a Anvisa regulamentou o registro específico desses fármacos por meio da Resolução da Diretoria Colegiada RDC n. 55/2010. 

Como a Organização Mundial da Saúde (OMS) já publicou diretrizes e recomendações para a avaliação e autorização dos biossimilares em 2009, todos os Estados-Membros dispõem de um mesmo guia para orientar as suas resoluções. A maior diferença entre as regulamentações de cada país está no detalhamento, sendo a europeia a mais completa sobre o assunto. 

Onde encontrar medicamentos por um preço acessível?

Independentemente do tipo de medicamento pelo qual optar, todos eles passam por uma série de testes para comprovar sua eficácia e segurança. Desse modo, basta comprar os que foram solicitados pelo médico e administrá-los. Entretanto, muitas vezes, a compra não é possível, pois o fármaco possui um preço muito elevado. Pensando nisso, o Clude, que é uma alternativa para quem não tem plano de saúde, oferece acesso a medicamentos mais baratos. Então, entre em contato e conheça todas as nossas vantagens.

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Ausencia-de-Saude-Mental-e-o-custo-invisivelDurante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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