Faça exames mais baratos com um cartão de saúde

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Realizar exames médicos com regularidade é uma excelente maneira de cuidar da saúde, visto que a partir dos exames é possível identificar precocemente diversas doenças ou disfunções no organismo, a fim de que possamos nos tratar rapidamente antes que o quadro se agrave e, assim, obter uma recuperação plena.

No entanto, nem todas as pessoas têm condições financeiras para realizar um check-up regular e ainda encontram dificuldades para realizá-lo ao acessar o serviço público de saúde. 

A partir de um cartão de saúde, é possível ter acesso a exames mais baratos e, assim, cuidar melhor da sua saúde e obter maior qualidade de vida. Saiba como!

O que é um cartão de saúde?

O cartão de saúde é responsável por fornecer acesso a serviços de assistência médica, podendo também disponibilizar outros benefícios adicionais. Muitas pessoas confundem o cartão de saúde com o plano ou seguro de saúde, contudo o cartão é uma alternativa mais acessível, tendo em vista que os valores pagos mensalmente são mais baixos.

Como funciona um cartão de saúde?

Geralmente, os cartões de saúde oferecem planos individuais, familiares e empresariais. Para contratar alguma dessas modalidades, é necessário assinar um dos programas ofertados e pagar um valor fixo mensal.

Para acessar os serviços de saúde ofertados, é preciso entrar em contato com alguns dos estabelecimentos que fazem parte da rede credenciada e apresentar o código do cartão. Ao fornecer o código, seu cadastro será verificado e você receberá um desconto no serviço contratado ou produto adquirido.

Quais as vantagens de possuir um cartão de saúde?

1. Consultas

Ao dispor de um cartão de saúde, você receberá descontos para realizar consultas presenciais ou remotas com diversos profissionais da saúde, como médicos de todas as especialidades, além de psicólogos e nutricionistas.

Alguns programas oferecem benefícios adicionais. O Clude, por exemplo, disponibiliza orientação médica gratuita 24 horas por dia, sete dias por semana, e fornece um programa com inteligência artificial que compartilha suas informações em tempo real com uma equipe multidisciplinar, monitorando sua saúde remotamente.

2. Cirurgias

Além de consultas, os cartões de saúde podem oferecer descontos para a realização de cirurgias nos hospitais e clínicas credenciadas. No Clude, você tem acesso a mais de 50 cirurgias, inclusive cirurgias plásticas, a partir de R$ 1.500, valores que você pode ainda parcelar. Além disso, você é acompanhado pela equipe de assistentes sociais do Clude.

3. Medicamentos

Serviços de assistência médica também podem incluir descontos para aquisição de medicamentos na rede de farmácias credenciadas, uma vez que eles são primordiais para diversos tratamentos.

Com o cartão de saúde do Clude, você recebe descontos de até 60% em medicamentos em mais de 26 mil farmácias espalhadas pelo Brasil.

4. Exames médicos

Se você chegou até aqui, é para saber como fazer exames mais baratos. Os cartões de saúde também podem oferecer descontos para realização de exames na rede de laboratórios credenciados.

Ao contratar o programa disponibilizado pelo Clude, por exemplo, você recebe até 80% de desconto em exames.

5. Restaurantes e lojas

Além de realizar consultas, cirurgias e exames mais baratos, alguns cartões de saúde, como o Clude, oferecem ainda descontos em diversos estabelecimentos, como restaurantes, lojas, e-commerces e grandes magazines.

Conheça o Clude: o cartão de saúde 360°

O Clude é mais que um cartão de saúde, pois, além de oferecer todos os benefícios mencionados acima, ele também disponibiliza diversos outros, como programas de nutrição, exercícios e de saúde emocional a partir de uma plataforma própria, pela qual você pode, ainda, agendar e realizar consultas online, receber orientações a qualquer hora e receber solicitação de exames, receitas médicas e atestados.

Por oferecer todos esses benefícios, o Clude é um cartão que cuida da sua saúde em 360°. Portanto, se você deseja receber desconto médico para a realização de exames e outros procedimentos, conte com o Clude, a melhor alternativa para quem não tem plano de saúde.

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Ausencia-de-Saude-Mental-e-o-custo-invisivelDurante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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