O aumento de casos de infecções por Influenza despertou um alerta entre médicos, especialistas e na população geral sobre os riscos e perigos do contágio. Conhecida como a nova cepa do subtipo A e com maior probabilidade de transmissão, o vírus H3N2 está acometendo muitas pessoas, inclusive com casos graves. 

Esse vírus é um dos principais responsáveis pela gripe comum e pelos resfriados, mas como evitar a sua transmissão e quais são os cuidados necessários? 

A seguir, entenda mais sobre o que é Influenza, seus riscos e como você poderá evitar o contágio com medidas já utilizadas. 

O que é a Influenza?

A Influenza é conhecida como uma infecção viral aguda e afeta o sistema respiratório. Com a sua alta taxa de transmissão o contágio é imediato, sendo que o período de incubação do vírus é de, geralmente, dois dias, podendo variar também entre um e quatro dias. 

Atualmente há 3 tipos de vírus Influenza: A, B e C. O tipo A é classificado em subtipos, como o A (H1N1) e o A (H3N2), enquanto o tipo B é dividido entre: Victoria e Yamagata, e mesmo com as suas diferenças genéticas, todos os tipos de Influenza podem causar sintomas parecidos.

O H3N2 surgiu em Hong Kong na década de 1960 e sofreu uma mutação na Austrália, inicialmente identificado em 2008, segundo o Influenza Research Database, um banco de dados global com informações importantes sobre os tipos de vírus da gripe.

Outra característica é que o vírus H3N2 é mais sazonal, pois ele circula todo o ano em diversas regiões, assim como a gripe, porém, a sua maior incidência ocorre nos meses de outono e inverno. 

Como ocorre a transmissão?

O vírus H3N2 é transmitido por meio de gotículas liberadas pelo ar, expelidas ao tossir, espirrar ou falar. A doença pode começar a ser disseminada até um dia antes do início do surgimento de algum sintoma, sendo que o risco de contágio é maior quando há febre. 

Mesmo com a letalidade inferior a de COVID-19, o vírus H3N2 tem mais chances de evoluir para casos graves em grupos de risco, que são: idosos, crianças, pessoas com sistema imunológico comprometido, grávidas e portadores de doenças crônicas. Porém, é possível que a doença ocorra de forma assintomática e sem apresentar nenhuma reação, ou apenas seja identificado sintomas leves. 

Apesar de assintomático, no período de incubação também há transmissão, que no caso de crianças é de 14 dias e adultos é de até sete dias.

Principais sintomas

Os sintomas do vírus H3N2 são variados e sua infecção pode ser assintomática e até partir para formas mais graves. No início há febre alta, dor muscular, dor de garganta, dor de cabeça, coriza, fadiga e tosse. É fundamental observar e acompanhar o paciente, pois a febre é o sintoma mais importante e possui duração de pelo menos três dias. 

No caso dos sintomas respiratórios como a tosse, torna-se evidente com a progressão da doença, mantendo-se no período de três a cinco dias após o desaparecimento da febre. Em casos mais graves e que apresentam complicações, causa pneumonia e é necessário a internação hospitalar, assim como em casos de COVID-19.

Prevenção

Por ser um vírus respiratório, a prevenção é semelhante à da COVID-19: o uso de máscara em lugares abertos e fechados, distanciamento social, além da higienização correta das mãos. 

Além disso, a vacina é uma das medidas mais importantes para a proteção da população contra o vírus e outras doenças, contribuindo para a redução da sua circulação, além de evitar casos mais sérios, complicações e até mesmo óbitos, especialmente para quem possui algum fator de risco ou comorbidade. 

Recomendação

Essa alta taxa de transmissão e internações devido ao vírus H3N2, pode ter relação com a baixa cobertura vacinal contra a gripe no país, além da flexibilização das medidas de restrição e prevenção adotadas contra a COVID-19.

Por isso, os cuidados devem ser mantidos, além de manter sempre a carteira de vacinação em dia. Ao surgir qualquer sintoma, entre em contato com o nosso time de médicos e enfermeiros através do Ambulatório Virtual para buscar orientações e o tratamento correto.

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Penalidades podem variar conforme enquadramento e porte.

Maio se aproxima.
E com ele, a entrada em vigor das novas diretrizes da NR1 relacionadas à gestão de riscos psicossociais, conforme a Portaria nº 1.419/2024. Mas a pergunta que deveria estar na mesa da diretoria não é apenas sobre multa.

É sobre maturidade de gestão.

A NR1 deixa claro que as empresas devem:

  • Identificar riscos psicossociais

  • Implementar medidas preventivas

  • Manter registros formais

  • Monitorar continuamente as ações adotadas

Ou seja: não se trata de um documento isolado.
Trata-se de sistema.

A mudança silenciosa na gestão corporativa

Riscos psicossociais não são subjetivos ou abstratos. A norma cita fatores como:

  • Sobrecarga de trabalho

  • Falta de suporte organizacional

  • Assédio moral ou sexual

  • Conflitos interpessoais

  • Metas inalcançáveis

Esses elementos impactam diretamente clima, produtividade e segurança psicológica.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (2022), a prevalência global de ansiedade e depressão aumentou 25% no primeiro ano da pandemia. No mesmo relatório, a OMS aponta que pessoas mentalmente saudáveis podem ser até 12% mais produtivas. Isso não é apenas saúde.
É performance organizacional.

O risco invisível: quando não há estrutura

Muitas empresas acreditam estar preparadas porque:

  • Oferecem apoio psicológico pontual

  • Aplicam pesquisa anual de clima

  • Possuem canal de ouvidoria

Mas a NR-1 exige algo além da intenção: exige evidência, ciclo e monitoramento contínuo.

Sem isso, há exposição regulatória e também risco reputacional.

Penalidades podem variar conforme enquadramento e porte.
Mas o impacto em imagem e confiança pode ser ainda maior.

Gestão moderna é gestão baseada em dados

Empresas de alta performance tratam saúde mental como indicador estratégico.

Isso significa:

  1. Diagnóstico estruturado

  2. Análise quantitativa e qualitativa

  3. Plano de ação formal

  4. Monitoramento contínuo

  5. Registro das evidências

É exatamente esse ciclo que o Safe Mind da Clude Saúde estrutura.

O que é o Safe Mind?

O Safe Mind é um programa desenvolvido pela Clude Saúde para prevenir riscos psicológicos no ambiente de trabalho e apoiar a adequação às exigências da NR1 e da Lei nº 14.831.

Ele foi pensado para empresas que não querem apenas reagir, querem estruturar.

O programa inclui:

✔️ Pesquisa de Clima Organizacional com foco em segurança psicológica, inclusão e assédio

✔️ Dashboard executivo com indicadores estratégicos

✔️ Canal de denúncias anônimo em conformidade com a norma

✔️ Adequação normativa com suporte técnico

✔️ Monitoramento contínuo da saúde emocional

Além disso, o colaborador tem acesso a uma área dedicada à saúde mental no aplicativo Clude, com:

  • Avaliações periódicas de ansiedade, estresse e riscos de burnout
  • Diário emocional e diário do sono
  • Atendimento psicológico
  • Monitoramento ativo de casos moderados e grave

Quando identificado risco relevante, há contato proativo da equipe

Isso é prevenção real.

Checklist prático para saber se sua empresa está pronta

Responda com sinceridade:

✔️ Existe mapeamento formal de riscos psicossociais?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ A empresa possui evidências documentadas de avaliação?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ Há plano de ação vinculado aos resultados?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ O monitoramento é contínuo ou pontual?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ Existe dashboard executivo para a liderança?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ O canal de denúncias é estruturado e auditável?
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>✔️ Há registro formal das ações implementadas?

Se você respondeu “não” para dois ou mais pontos, é hora de agir.

Erros comuns que podem custar caro

❌ Aplicar pesquisa sem desdobramento estratégico
❌ Não envolver liderança no plano de ação
❌ Tratar saúde mental apenas como benefício opcional
❌ Não registrar formalmente as medidas adotadas
❌ Esperar fiscalização para estruturar processo

A NR1 não exige perfeição.
Ela exige diligência estruturada.

Maio está próximo. E agora?

A Clude Saúde já atua nacionalmente como ecossistema digital de telemedicina e saúde emocional, com soluções integradas para empresas

O Safe Mind foi criado para apoiar RH, SST e alta liderança a transformar uma exigência regulatória em modelo de gestão inteligente.

Não se trata de medo.

Trata-se de maturidade organizacional.

Próximo passo: Diagnóstico NR1

Antes que maio chegue, sua empresa pode realizar um Diagnóstico Estratégico NR1 + Riscos Psicossociais, conduzido por especialistas da Clude.

Você terá clareza sobre:

  • Grau de exposição regulatória

  • Nível de maturidade em gestão psicossocial

  • Lacunas prioritárias

  • Plano recomendado de ação

Penalidades podem variar conforme porte.
Mas a decisão de estruturar é estratégica.

Agende uma conversa com um especialista da Clude Saúde e descubra se sua empresa realmente está pronta para maio.

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