Não pode pagar o plano de saúde para seus colaboradores? Conheça outras alternativas

Todo empreendedor e gestor sabe o quão importante é manter o equilíbrio financeiro da empresa para que ela se mantenha competitiva no mercado. Sendo assim, o monitoramento e avaliação dos custos do empreendimento são de suma importância.

Um desses custos é com o plano de saúde dos colaboradores. Além deles frequentemente apresentarem um alto investimento, por vezes, o valor é acrescido por conta do mau uso por parte dos colaboradores, o que leva ao aumento da sinistralidade do benefício.

Desse modo, torna-se cada vez mais difícil oferecer o plano de saúde para os funcionários sem comprometer a saúde financeira do negócio. Nesse sentido, é necessário reavaliar o benefício e encontrar maneiras de conscientizar os colaboradores sobre o seu uso ou pensar em alternativas para quem não tem plano de saúde. 

Assim sendo, conheça algumas alternativas para diminuir os custos com o plano de saúde. Boa leitura!

Leia também: Qual a melhor alternativa para quem não tem plano de saúde?

Alternativas para diminuir custos com o plano de saúde

O equilíbrio financeiro é primordial para a manutenção dos negócios. Dessa forma, é necessário avaliar custos que podem ser diminuídos a partir da adoção de algumas medidas. Como destacamos, uma das razões para o plano de saúde se tornar muito caro é o aumento da sinistralidade do benefício. Isso pode ocorrer por conta do uso inapropriado por parte do colaborador.

Por vezes, o indivíduo pensa que possui uma determinada doença sem nem mesmo ter consultado um clínico geral. Desse modo, ele acaba marcando uma consulta diretamente com o especialista que acredita ser capaz de fornecer o diagnóstico preciso e o tratamento necessário. Entretanto, acaba sendo avisado de que deve consultar previamente o clínico geral para que seja encaminhado para o especialista adequado. 

Assim, o custo em fazer uma outra consulta com um especialista acaba sendo maior do que se consultar inicialmente com o clínico e, posteriormente, com o especialista correto. Além disso, muitas vezes, as pessoas não apresentam sintomas graves e recorrem à consulta médica, gerando mais custos.

Por exemplo: uma gripe causada por vírus, e que não apresenta nenhuma inflamação, pode ser facilmente controlada com medicamentos em casa, sem a necessidade de ir ao médico. Caso passe uma semana e a febre permaneça, então, é necessário realizar uma consulta para a investigação do caso.

Outro ponto é que as pessoas, quando vão se consultar, por vezes, não levam o histórico de exames. Essa situação é ainda mais delicada quando a consulta é com um novo profissional, que precisa do registro para avaliar o quadro do paciente. Isso acaba ocasionando mais custos com exames. 

Mais uma questão importante: um indivíduo saudável não precisa realizar um check-up completo todo ano. No entanto, muitas vezes, esses exames são feitos sem necessidade, gerando novamente gastos desnecessários.

Como pôde perceber, o colaborador não realiza consultas e exames sem necessidade de forma consciente; ele não sabe como proceder e acaba atuando dessa maneira. Sendo assim, uma boa alternativa é realizar campanhas educativas na empresa sobre como o colaborador deve agir nos casos mencionados – e em outros – para cuidar bem da sua saúde sem usar o plano desnecessariamente.

Além disso, é interessante que a campanha educativa ressalte a importância do cuidado preventivo, de modo a evitar a descoberta de doenças em estágios mais avançados, que demandem afastamento e mais gastos com o plano.

Por fim, outra medida para diminuir os gastos com o plano de saúde é substituí-lo por um programa completo que priorize a prevenção, a qualidade e a economia, como o oferecido pelo Clude. Veja, a seguir, algumas de nossas vantagens.

Clude: a alternativa para quem não tem plano de saúde

O Clude oferece programas completos de saúde a partir de R$ 39,90 por mês, como orientação médica 24 horas via aplicativo, programa de nutrição e exercícios, consultas, exames, vacinas e cirurgias que cabem no bolso, rede de descontos em farmácias, lojas e restaurantes. Portanto, entre em contato e conheça uma excelente alternativa para quem não tem plano de saúde

Leia mais: Alternativa ao plano de saúde: o que é o Clude?

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Durante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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