Nutrifit: 7 dicas de como emagrecer rápido e com saúde

Tempo estimado de leitura: 4 minutos

Muito se fala sobre emagrecer rápido. Não existe fórmula mágica para isso, mas há dicas que fazem toda a diferença na balança quando colocadas em prática.

Acompanhe nossas 7 dicas para emagrecer rápido e aproveite para conhecer o Nutrifit, programa de emagrecimento saudável.

7 dicas para emagrecer rápido

1. Comer devagar

As pessoas estão comendo cada vez mais rápido, seja para voltar a trabalhar o quanto antes, seja por ansiedade. Quando isso acontece, o organismo demora a perceber que já recebeu alimento o suficiente e não emite a sensação de saciedade, o que faz com que a pessoa continue comendo mais do que precisaria.

2. Nunca passar fome

Ainda hoje há quem passe fome para emagrecer rápido. Na prática, ficar muito tempo sem se alimentar gera compulsão e pode fazer com que a pessoa busque alimentos que forneçam energia rápido – ou seja, opções gordurosas, açucaradas e nada nutritivas.

Para evitar a compulsão, você pode ter por perto alimentos que forneçam alta carga energética e sejam saudáveis. Exemplos: 

  • Manter um iogurte na geladeira (de casa e do trabalho);
  • Manter um punhado de castanhas, frutas secas ou lascas de coco por perto.

3. Investir em exercícios que promovam o ganho de massa muscular

A manutenção dos músculos demanda que o corpo gaste mais calorias. Isso porque os músculos do corpo demandam que a gordura armazenada seja queimada para produção de energia. Por isso, quanto mais massa muscular a pessoa tiver, mais energia o organismo terá que gerar, potencializando o gasto calórico. 

Por isso, na hora de realizar atividades físicas, é altamente recomendável investir nas modalidades que ajudam a ganhar massa muscular.

4. Beber chás termogênicos (que ajudam na queima calórica)

Alguns chás ajudam a queimar calorias por serem termogênicos (substâncias que incentivam o funcionamento do metabolismo). São eles: chá preto, chá verde, chá de canela, chá de gengibre e chá de hibisco.

5. Consumir alimentos que desincham

O acúmulo de líquidos é um dos grandes causadores da sensação de estar acima do peso. Sendo assim, alimentos que desincham são ótimos para quem quer emagrecer rápido.

Algumas opções são: gengibre, salmão, sardinha, arenque, castanhas, linhaça, pitaya, melancia, abacaxi e outras frutas consideradas diuréticas.

6. Desconfie das dietas da moda

As dietas da moda prometem emagrecer rápido, mas podem causar efeito rebote. Muitas delas causam sensação de fome, o que pode estimular a compulsão e prejudicar o organismo, levando à perda de imunidade e de massa muscular.

7. Conheça o Nutrifit: programa para emagrecer rápido e com saúde

O Nutrifit é um programa idealizado pelo Clude para ser uma solução que ajuda a emagrecer rápido e com saúde. Com o aplicativo do Clude é possível acessar conteúdos que te auxiliam a ter uma alimentação mais saudável, além de treinos e exercícios físicos.

Os profissionais de educação física do Nutrifit liberam novos treinos toda a semana, visando ajudar os pacientes a aumentarem a massa e o fortalecimento muscular. Os personal trainers também realizam lives para tirar dúvidas e manter a motivação de quem deseja ter mais qualidade de vida.

Cardápios para emagrecer rápido

Além dos treinos que levam em consideração os objetivos do paciente, o Nutrifit fornece acompanhamento com nutricionista por meio do chat no próprio aplicativo (o qual serve para tirar dúvidas, mas você também pode marcar uma consulta online por R$ 35). Pelo programa ainda é possível acessar diferentes cardápios, que também são personalizados pelo próprio usuário, de acordo com as demandas do momento.

As consultas com nutricionistas levam em consideração as especificidades do caso e visam ajudar o paciente a se organizar para ter uma rotina mais saudável com acompanhamento completo e personalizado.

Veja como o Clude e o Nutrifit podem te ajudar a emagrecer rápido

O Nutrifit é um programa pertencente ao Clude e fornece acompanhamento profissional para promover uma alimentação saudável e exercícios para fortalecimento e ganho de massa muscular. 

Pelo Nutrifit é possível ter um guia de hábitos saudáveis na palma da mão, além da possibilidade de conversar diretamente com profissionais especializados.

Conheça o aplicativo e confira todas as informações sobre o Nutrifit pelo site.

Tempo estimado de leitura: 7 minutos

Ausencia-de-Saude-Mental-e-o-custo-invisivelDurante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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