Nutrifit: alimentação saudável e exercícios físicos na palma da mão

Ter uma boa qualidade de vida está cada vez mais difícil nos dias de hoje, mas essa máxima só vale para quem ainda não conhece algumas estratégias eficazes para manter a saúde em dia por meio da prática de exercícios físicos e de uma alimentação saudável. 

A boa notícia é que a tecnologia pode ajudar nisso! O programa Nutrifit do Clude, por exemplo, facilita o processo da busca por uma uma vida mais saudável.

Neste post você conhecerá todos os benefícios de ter uma alimentação saudável e praticar exercícios físicos na palma da sua mão. Acompanhe!

Veja ainda: 4 vantagens em ter um nutricionista e personal trainer para a saúde

Alimentação saudável

Uma rotina alimentar saudável traz diversos benefícios para a saúde. Questões como produtividade no trabalho, controle do peso e facilidade de se concentrar nos objetivos são adquiridos com a ajuda de uma alimentação e um estilo de vida saudáveis.

Sabemos que se alimentar é fundamental para sobreviver, mas infelizmente nem todos conseguem entender a importância de ingerir nutrientes, vitaminas e sais minerais. Essas pessoas acabam optando por uma dieta baseada em satisfação e sobrevivência.

Porém, saber o que comer faz com que tenhamos mais disposição, qualidade no sono, equilíbrio hormonal, longevidade, energia e melhora no sistema imunológico. 

O conhecimento referente à alimentação está disponível e acessível a praticamente todas as pessoas – inclusive na palma da sua mão, por meio de alguns programas de saúde. 

Se você deseja aproveitar todos os benefícios de uma alimentação saudável, comece a se preocupar desde já com esse aspecto da sua vida.

Exercícios físicos

A prática de atividades físicas também é essencial para a manutenção de uma boa qualidade de vida. Em tempos de pandemia muitas pessoas tiveram que ficar longe das academias e acabaram se descuidando dessa questão. Outras, no entanto, estão buscando diferentes alternativas para se exercitarem. Esse é o caso das pessoas que investem em programas de saúde digitais.

Fazer exercícios físicos com a ajuda desses programas faz com que você tenha uma melhora na sua saúde mental, o que ajuda muito durante e depois de crises como a que estamos vivenciando neste momento. A prática de atividades físicas aumenta a sensibilidade do cérebro a hormônios como a serotonina e a noradrenalina, fazendo com que os sintomas da depressão sejam aliviados.

Além disso, quando você opta por se exercitar mesmo que em casa, consegue perder peso com mais facilidade, ter mais energia, reduzir o risco de desenvolver diversos tipos de doenças, melhorar a qualidade do seu sono, entre muitos outros benefícios.

Conheça o Nutrifit

O Nutrifit – programa da plataforma Clude – é a solução ideal para quem não tem plano de saúde. Por meio dele você pode ter acesso a um programa de saúde completo que te auxilia a ter uma alimentação melhor e um estilo de vida mais saudável com a prática de exercícios físicos diretamente da sua casa e na palma da sua mão.

Com o Nutrifit você pode falar o quanto quiser com um nutricionista em um chat exclusivo que funciona das 8h às 20h. O chat pode ser utilizado para sanar dúvidas, fazer melhorias na dieta e modificar o cardápio, por exemplo. Você também tem acesso a diversos cardápios personalizados de acordo com o seu perfil e as suas metas.

Se quer uma consulta com o nutricionista, o Clude também conta com essa opção. As consultas são agendadas e realizadas por vídeo. Elas te preparam para começar uma rotina saudável com cardápio e acompanhamento profissional completo e personalizado.

Além disso, o Nutrifit conta com treinos inéditos toda a semana para te ajudar a ficar em forma, ter mais condicionamento, perder peso e ganhar massa muscular. Os treinos ficam disponíveis em um aplicativo totalmente intuitivo e os personal trainers do Clude ainda realizam lives semanais exclusivas para te ajudar a ficar motivado e alcançar resultados ainda melhores.

Veja como o Clude pode ajudar

O Clude é a alternativa ideal para quem não tem um plano de saúde. Nossa rede é completa e conta com descontos em consultas, exames e procedimentos. Os serviços são oferecidos por meio de um aplicativo totalmente intuitivo, que conta com chat, agendamentos, consultas por vídeo e o programa Nutrifit.

Saiba mais: 4 vantagens do Nutrifit para quem busca um programa completo de saúde

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Durante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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