O que fazer antes do exame de ressonância magnética

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A tecnologia de ressonância magnética é uma das mais eficientes que a medicina dispõe atualmente. Contudo, para se submeter a um exame desse tipo, é necessário observar algumas questões. 

Pensando nisso, a seguir, vamos falar de forma mais detalhada sobre como funciona o exame de ressonância magnética e o que fazer antes de se submeter a ele. 

Saiba mais: A importância de realizar o exame de ressonância magnética no joelho

Como funciona o exame de ressonância magnética?

Esse exame serve para verificar a integridade dos órgãos internos do corpo humano. Para realizá-lo, o paciente deve se deitar sobre uma maca, a qual deslizará até um grande tubo, que é o equipamento de ressonância magnética.

Como o próprio nome sugere, o aparelho é constituído por um grande ímã que emite campos magnéticos e pulsos de radiofrequência. Por meio deles, são criadas imagens de alta definição de todo e qualquer órgão do corpo humano em três planos distintos: horizontal, vertical e com o corpo dividido em camadas. Desse modo, é possível diagnosticar com mais precisão o quadro do paciente.

Além disso, pode-se obter imagens internas do corpo e verificar a presença ou não de doenças de maneira mais segura, visto que outros equipamentos, como os de tomografia e raio-x, possuem radiação ionizante.

No entanto, para que a segurança e o bem-estar sejam mantidos durante a ressonância magnética, é necessário que alguns cuidados sejam tomados. Sendo assim, continue acompanhando a leitura e saiba como proceder.

Como se preparar para o exame?

Objetos metálicos

Como o equipamento é um grande ímã e, devido a isso, emite um forte campo magnético, qualquer objeto metálico é captado por suas imagens e pode se mover rapidamente em direção a ele. Dessa forma, se o paciente portar qualquer objeto de metal durante o exame, pode-se comprometer a integridade das imagens e causar machucados. 

Portanto, é necessário retirar aliança, joias, relógio e qualquer objeto metálico antes de prosseguir com o exame. Além disso, é interessante observar as vestimentas, pois muitas delas possuem botões ou zíperes de metal. 

Além disso, caso o paciente utilize marca-passo, clip de aneurisma, implante de ouvido, fixador ortopédico ou qualquer objeto metálico não removível, é necessário comunicar o médico, que apresentará outra alternativa para a realização do exame. O mesmo vale para pacientes com tatuagens e maquiagens definitivas, já que algumas contêm metais em sua fórmula.

Contraste

O contraste é uma medicação injetada no paciente para auxiliar a visualizar melhor as imagens e diagnosticar doenças. Sua aplicação nem sempre é necessária, mas, quando o é, o indivíduo deve realizar uma avaliação para averiguar se não apresenta nenhuma reação adversa à substância. 

Claustrofobia

Outro ponto que deve ser observado pelo paciente antes de se submeter ao exame de ressonância magnética é se ele possui claustrofobia – isto é, fobia de espaços fechados. Como mencionado, o paciente se deita em uma maca que adentra um tubo, onde ele ficará confinado por 10 a 20 minutos. 

Sendo assim, caso a pessoa seja claustrofóbica, é necessário averiguar o grau da fobia e se é possível diminuir o desconforto, tendo em vista que atualmente há máquinas de ressonância com a circunferência mais larga, túnel mais curto e alguns atrativos, como imagens e músicas, para tornar o momento mais amigável.

Vale ressaltar que, independentemente do tipo de maquinário utilizado, o paciente sempre terá uma equipe ao seu dispor, a qual pode ser acionada por ele a qualquer momento. 

Leia também: Entenda como é realizado o exame de ressonância magnética

Onde encontrar um exame de ressonância magnética barato?

A ressonância magnética emprega a mais alta tecnologia que há em termos de exames médicos atualmente. Desse modo, o custo para realizá-la pode ser muito alto para algumas pessoas. Contudo, o Clude é uma alternativa para quem não tem plano de saúde e deseja fazer exames de alto custo por um valor mais acessível. Assim, entre em contato e conheça mais sobre as nossas condições.

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Ausencia-de-Saude-Mental-e-o-custo-invisivelDurante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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