Os principais tipos de exame de sangue que você pode fazer

O sangue é um dos elementos mais complexos de nosso corpo. Ele é considerado um tecido líquido e, em sua composição, estão as hemácias, o plasma e os glóbulos brancos.

Além de transportar o oxigênio, o sangue também é responsável por carregar substâncias e hormônios, mediando a comunicação entre órgãos.

Tendo em vista o papel que desempenha, o sangue é uma fonte rica de informações sobre nosso estado geral de saúde e, por isso, o exame de sangue é um dos primeiros procedimentos a serem feitos durante o diagnóstico de uma doença e até mesmo em check-ups de rotina.

Existem diversos tipos de exames de sangue, cada um deles com uma função específica, e, neste artigo, falaremos um pouco sobre o assunto. Aproveite a leitura!

Quais os principais tipos de exame de sangue?

A seguir, entenda quais são os principais tipos de exames sanguíneos e qual o seu papel no diagnóstico de doenças.

Colesterol

O exame de colesterol tem o objetivo de analisar a presença da substância no sangue. 

Ainda que o nosso corpo produza-o naturalmente, a alimentação também pode influenciar a produção do colesterol VLDL e LDL, que, em altas concentrações, podem causar a formação de placas de gordura nas paredes arteriais, causando infartos e outras doenças cardíacas.

Além de analisar a concentração do colesterol VLDL e LDL, esse exame também é capaz de analisar o HDL, este considerado um bom colesterol.

Triglicerídeos

Os triglicerídeos também são gorduras produzidas naturalmente pelo corpo, mas podem se acumular devido a hábitos alimentares pouco saudáveis. 

O acúmulo de triglicerídeos, assim como o de colesterol, cria um ambiente propício para a criação de placas de gordura no interior das artérias.

O exame de triglicerídeos, portanto, tem como objetivo mensurar a concentração da substância no sangue para ajudar médicos e profissionais da saúde a avaliar riscos de doenças cardíacas e cardiovasculares. 

Glicemia

O exame de glicemia tem por objetivo quantificar a presença de glicose no sangue, que é uma das principais fontes de energia para as células do organismo. 

Em excesso, entretanto, a glicose pode apontar para quadros como diabetes e outras doenças metabólicas. Por isso, esse é um exame muito útil para médicos endocrinologistas, nutricionistas e muitos outros.

Leia também: 5 dicas fundamentais para quem vai fazer exame de sangue

Ureia

Quando o organismo metaboliza proteínas, a ureia é produzida no fígado e, então eliminada por meio da urina. Um exame do tipo é capaz de determinar as concentrações da substância no sangue e ajudar profissionais da medicina a diagnosticar problemas nos rins e também no fígado. 

Os resultados desse exame podem variar de acordo com o nível de hidratação do paciente, e outros estados de saúde, como infecções, gravidez e quadros de hepatite. Por isso, a ação médica é essencial no diagnóstico com esse tipo de exame. 

Hemograma

Esse é o exame que tem por objetivo analisar as células que compõem o sangue, ou seja, as hemácias, os leucócitos e as plaquetas. 

Também chamada de glóbulo vermelho, a hemácia é o elemento de maior concentração do sangue, sendo responsável pelo transporte de oxigênio. Uma alteração em sua concentração pode indicar problemas como a anemia ou hemorragias. 

Já os leucócitos, ou glóbulos brancos, são as defesas do organismo. Alterações nos níveis da célula no sangue podem indicar o início de um câncer, problemas de imunidade ou processos infecciosos no geral.

Já as plaquetas dizem respeito à capacidade de coagulação do sangue e processos de cicatrização.

Como fazer exames de sangue a preços populares?

O exame de sangue é um dos itens mais pedidos em processos de check-up. Se você quer saber quais são os outros, leia esse texto em nosso blog: Check-up médico completo: conheça os principais exames solicitados. Por isso, ter acesso a um exame de sangue a preço popular é importante, afinal, eles podem ser bastante frequentes.

A alternativa para quem não tem plano de saúde pode estar no Clude, onde hemogramas, por exemplo, podem ser feitos a partir de R$ 6,57. Acesse nosso site e saiba como nossas soluções podem ajudar você e sua família a levarem uma vida mais saudável.

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Durante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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