Quando é recomendado fazer o exame de ultrassom morfológico?

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Realizar o exame de ultrassom morfológico dentro do período estipulado pelo obstetra é uma importante medida para que o desenvolvimento do bebê seja acompanhado de perto, de modo que, caso seja identificada alguma malformação, as medidas cabíveis sejam tomadas.

Além disso, esse exame possibilita a identificação do sexo do bebê, verificação de descolamento da placenta, averiguação dos níveis de líquido amniótico, identificação de tumores nos ovários ou no útero da mãe, dentre outras possibilidades.

Portanto, se você deseja saber quando é recomendado fazer o ultrassom morfológico e quanto tempo dura o exame, bem como se há requisitos e contraindicações para realizar o procedimento, leia este post até o final e conheça mais sobre o assunto.

Leia mais: Qual é a melhor semana da gravidez para fazer um ultrassom morfológico?

Quando é recomendado fazer o exame de ultrassom morfológico?

É recomendado que o exame de ultrassom morfológico seja realizado durante todos os trimestres de gestação, de modo que haja um acompanhamento detalhado sobre o desenvolvimento do bebê. Confira!

1° trimestre

O ultrassom morfológico pode ser realizado no primeiro trimestre de gestação, entre a 11ª e a 14ª semana. Nesse período, o exame possibilita a verificação da existência de alguma síndrome a partir da observação da translucência nucal, ou seja, por meio da medida da nuca do feto.

2° trimestre

O ultrassom morfológico realizado no segundo trimestre possibilita uma verificação mais acurada de diversos aspectos, tais como:

  • Localização da placenta;
  • Volume do líquido amniótico;
  • Se o corpo do bebê está se desenvolvendo conforme o esperado.

3° trimestre

Por fim, entre a 28ª e 32ª semana de gestação, é possível realizar o ultrassom morfológico 3D, o qual permite que os pais possam vislumbrar a primeira imagem do seu bebê. Como o neném já está com o corpo mais desenvolvido e a tecnologia 3D permite que o profissional capture imagens com mais qualidade, é possível identificar com mais detalhes se há a presença de malformações e suas características.

Requisitos

Não é necessário atender nenhum requisito para realizar o exame, assim como não é necessária nenhuma preparação prévia por parte da gestante, sendo preciso apenas agendar o exame e comparecer no horário marcado.

Tempo de duração do exame

Apesar do exame de ultrassom morfológico ser capaz de capturar diversas informações complexas sobre o bebê, ele é um procedimento rápido de ser concluído, durando em torno de 10 a 15 minutos.

Durante esse período, a gestante é convidada a deitar em uma maca. Logo em seguida, o profissional passa um gel em sua barriga e pelve, de modo a possibilitar que a sonda deslize e capte as imagens do bebê dentro da barriga da mãe.

Contraindicações

O ultrassom morfológico, além de auxiliar no acompanhamento do desenvolvimento do bebê, não possui nenhuma contraindicação, tendo em vista que é um procedimento não invasivo e que não apresenta nenhum risco à saúde da mãe e da criança.

Onde encontrar um exame de ultrassom morfológico por um preço acessível?

O Clude é uma alternativa ao plano de saúde no Brasil, pois possibilita que seus usuários possam contar com um programa completo de saúde na palma da mão, garantindo uma série de vantagens para seus usuários.

Por meio dele, é possível realizar exames por preços mais acessíveis, pois o Clude possui diversos laboratórios credenciados que oferecem preços especiais para os usuários.

Portanto, se você deseja realizar ultrassom morfológico barato, com o Clude, você encontra esse tipo de exame a partir de R$ 70.

Assim, é possível realizar os três ultrassons tranquilamente durante a gestação e garantir que o bebê receba toda a atenção necessária nesse período.

Portanto, se você precisa realizar exames por um preço mais acessível, conte com o Clude!

Leia também? Diferenças entre o ultrassom normal e o morfológico

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Ausencia-de-Saude-Mental-e-o-custo-invisivelDurante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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