Quando procurar um nefrologista? Saiba como cuidar da saúde dos rins

Tempo estimado de leitura: 4 minutos

O nefrologista pode ser considerado um médico de rins que trata problemas diversos, mas você sabe quando procurar essa especialidade?

É preciso entender que a nefrologia se difere da urologia. Enquanto a primeira lida com questões específicas dos rins, a segunda se restringe ao trato urinário. Ambas as especialidades podem trabalhar juntas, mas cada uma em seu campo.

Entenda melhor o que é a nefrologia e quando é preciso procurar um médico de rins.

O que é nefrologia

A nefrologia é uma especialidade da medicina que se dedica ao cuidado de doenças que afetam os rins.

Nesse sentido, visa auxiliar pacientes que estejam com sintomas relacionados aos rins, mas que podem envolver outras regiões do organismo. Exemplos: a presença de uma infecção urinária ou de uma doença autoimune.

Doenças tratadas pelo médico nefrologista

É possível afirmar que a insuficiência renal é a principal doença tratada pelo médico nefrologista. Ela faz com que funções básicas dos rins apresentem anormalidades.

No mais, há outros tipos de doenças que, quando se manifestam, demandam essa especialidade. São elas:

  • Complicações renais advindas de doenças autoimunes;
  • Complicações adjacentes de um quadro de hipertensão arterial;
  • Infecção urinária;
  • Cálculo renal de repetição;
  • Alterações no metabolismo;
  • Alterações dos sais minerais.

Quando é importante procurar um médico de rins?

No geral, aconselha-se procurar uma avaliação com médico de rins quando apresentar os seguintes sinais/sintomas:

  • Exame com taxa de creatinina sanguínea alterada (um dos principais sinais de que há algo de errado com a função renal);
  • Urina avermelhada ou constatação de presença de sangue na urina (por meio de exame);
  • Edemas e inchaços sem explicação;
  • Urina com muita espuma ou identificação de perda de proteínas pela urina (por meio de exame);
  • Alteração no metabolismo básico sem causa aparente;
  • Infecção urinária de repetição (quando houver mais de três casos em um ano);
  • Alteração inexplicável do volume de urina;
  • Episódios de cálculo renal. Importante salientar que o urologista atua tratando os cálculos, porém é função do nefrologista impedir que as pedras voltem a se formar;
  • Identificação de cistos renais em exames (tomografia computadorizada, ultrassom ou ressonância magnética do rim).

Como cuidar da saúde dos rins?

Para cuidar da saúde dos rins de forma prática, é preciso incorporar alguns hábitos à rotina. São eles:

Não se automedicar

Muitas pessoas têm a mania de se automedicar, e essa prática pode ser muito perigosa para os rins.

Os medicamentos podem conter substâncias químicas que causam reações diversas no organismo, havendo o risco de prejudicar alguns órgãos, principalmente se o remédio for administrado sem o devido acompanhamento médico.

Beber muita água

Essa dica pode parecer clichê, mas ainda hoje a maioria das pessoas não se acostumou a beber uma quantia de água que seja suficiente para o bom funcionamento dos rins.

Tais órgãos, por serem responsáveis pela filtragem e eliminação de toxinas, precisam de bastante água para funcionar adequadamente.

Tendo isso em mente, o recomendável é tomar 2 litros de água por dia, no mínimo. É compreensível que algumas pessoas tenham dificuldade, por isso uma dica é começar a aumentar o consumo aos poucos e colocar alguns alarmes no celular para não se esquecer de tomar.

Seguir as recomendações médicas

No geral, os médicos indicam que pessoas com mais de 40 anos façam acompanhamento com nefrologista, assim como os exames indicados, pelo menos uma vez ao ano.

Conheça o Clude e marque uma consulta com médico de rins

O Clude é uma alternativa para quem não tem plano de saúde e deseja se consultar com médico de rins. O programa conta com uma rede completa de serviços, incluindo consultas médicas e exames com desconto, vacinas, cirurgias e outros procedimentos.

Ou seja, o Clude oferece acesso a serviços para quem busca acompanhamento com médico de rins e formas de viver mais e melhor por meio de programas preventivos de saúde.

Navegue pelo site e veja todos os benefícios que o Clude tem para te oferecer.

Tempo estimado de leitura: 7 minutos

Ausencia-de-Saude-Mental-e-o-custo-invisivelDurante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

Deixe um comentário