Saiba quais são as principais doenças ocupacionais do Brasil

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Com o dia a dia de trabalho cada vez mais estressante e desafiador, as doenças ocupacionais acabam ganhando espaço. Infelizmente, muitas pessoas sofrem as consequências de trabalharem em locais estressantes, sem equipamentos de proteção e pouco ergonômicos. Com isso, a solução mais adequada se torna contar com programas de saúde que disponibilizam consultas presenciais e teleatendimento médico.

Veja neste post quais são as principais doenças ocupacionais, como preveni-las e conheça uma alternativa para quem não tem plano de saúde. Acompanhe! 

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Principais doenças ocupacionais

As doenças ocupacionais são comumente citadas como as causas de baixo desempenho no trabalho ou até mesmo do afastamento das atividades. Em alguns casos esse tipo de doença pode até levar à aposentadoria por invalidez. Veja quais são as principais doenças ocupacionais que afetam os brasileiros:

Lesão por esforço repetitivo ou distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho

A lesão por esforço repetitivo (LER) é uma síndrome que se constitui por mais de uma doença, como tendinite, bursite, epicondilite e tenossinovite. Essas doenças afetam os tendões, os músculos e até mesmo os nervos do corpo especialmente nos membros superiores, causando inflamações e dores fortes. 

O tratamento é feito com anti-inflamatórios, repouso e, em alguns casos, podem ser recomendadas cirurgias ou fisioterapias.

Surdez temporária ou definitiva

A surdez é um problema recorrente em ambientes de trabalho que não contam com os equipamentos de proteção individuais (EPIs) adequados. A perda da audição pode ocorrer de forma gradual e lenta, fazendo com que o tratamento seja ainda mais complexo. Os sintomas são perda auditiva, intolerância a sons altos e zumbido no ouvido. Ainda não há um tratamento para essa doença, de modo que a prevenção é a melhor alternativa.

Síndrome de burnout

A síndrome de burnout é causada pelo estresse crônico especialmente em ambientes de trabalho que exigem atenção integral e em que os profissionais são expostos a muita pressão por parte de clientes, chefes, colegas e projetos. Os principais sintomas são fadiga mental, dor de estômago, irritabilidade e ansiedade. O tratamento é feito por meio do atendimento com psicólogos e psiquiatras.

Dorsalgias

Por fim, as dorsalgias são as doenças que afetam músculos, nervos, articulações, ossos, entre outras estruturas ligadas à coluna vertebral. Essa doença pode se manifestar de forma aguda, subaguda e crônica, sendo que os casos crônicos são os que duram períodos maiores. Os sintomas são fraqueza, dores, dormência e rigidez nas costas e falta de ar. O tratamento pode ser feito com medicamentos, repouso e intervenção cirúrgica se for preciso.

Prevenção das doenças ocupacionais

Existem muitas formas de prevenir as doenças ocupacionais, como o fornecimento de EPIs. Os equipamentos devem ser entregues aos profissionais em conjunto com um treinamento sobre a utilização correta de cada um deles.

Além disso, um ambiente saudável e ergonômico favorece muito a prevenção desse tipo de doença especialmente no que tange às dorsalgias e à lesão por esforço repetitivo ou distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho. Cadeiras e uniformes confortáveis e computadores na altura adequada para cada profissional ajudam muito.

Por fim, um ambiente livre de estresse e cobranças em demasia também permite que o risco de doenças psicológicas sejam diminuídos. Condições como a síndrome de burnout e até mesmo ansiedade e depressão podem ser evitadas em um ambiente de trabalho produtivo e ao mesmo tempo tranquilo para os profissionais.

Busca por atendimento médico

É muito importante contar com um atendimento médico adequado no caso de qualquer sintoma ou diagnóstico apresentado neste post. O médico pode avaliar o estado geral do paciente e diagnosticar precocemente as doenças ocupacionais, fazendo com que a situação seja revertida antes que ocorram danos mais graves. 

O médico também pode recomendar o tratamento adequado para todas as patologias ocupacionais, fazendo com que os sintomas e as consequências das doenças sejam diminuídos.

As consultas podem ser feitas de forma presencial ou por meio da telemedicina. As teleconsultas estão cada vez mais procuradas principalmente por conta da pandemia e oferecem agilidade, praticidade e conforto para os pacientes.

Veja como funciona o Clude

O Clude é uma alternativa ao plano de saúde online para quem possui ou quer prevenir doenças ocupacionais. Por meio da plataforma você tem acesso a médicos de diversas especialidades via teleconsultas ou consultas presenciais. Além disso, o Clude conta com uma rede completa com descontos em exames, vacinas, cirurgias e consultas. Entre no site do Clude e conheça todos os serviços e programas de saúde oferecidos.

Veja ainda: Consulta médica no horário de trabalho: quais são os direitos do funcionário?

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Ausencia-de-Saude-Mental-e-o-custo-invisivelDurante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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