Você sabe para que serve um cartão de saúde?

O cartão de saúde é uma solução para quem não possui plano de saúde e busca ter acompanhamento médico por um preço acessível.

Entenda o que é o cartão de saúde, como funciona, quem pode adquiri-lo, quais suas vantagens e veja como se cadastrar para ter acesso ao cartão 360° do Clude.

O que é o cartão de saúde 

O cartão de saúde faz parte de um programa de prevenção e saúde completo, garantindo acesso a consultas, exames, vacinas e procedimentos por um valor mais acessível.

No mais, o cartão também possibilita a compra de medicamentos com desconto em todo o Brasil, assim como descontos em lojas e alguns restaurantes.

Como funciona o cartão de saúde?

O cartão de saúde funciona de forma a conceder acesso ao acompanhamento com especialistas, valores mais vantajosos e aplicativo intuitivo. No mais, ele:

  • funciona de maneira a ser mais acessível do que um plano de saúde;
  • pode ser emitido de forma imediata, ou seja, sem necessidade de carência;
  • conta com rede de profissionais especializados, de confiança e qualidade;
  • possibilita que o paciente realize o pagamento no ato clínico, sem ter que lidar com a mesma burocracia de um plano ou convênio de saúde;
  • pode ser emitido por pessoas de todas as idades, sem restrições para idosos e sem excluir pessoas por possuírem doenças previamente diagnosticadas;
  • permite que a escolha pelo melhor serviço fique por conta do detentor do cartão, que pode optar por marcar consulta presencial, online ou receber orientações via telefone. 

Quem pode fazê-lo e como adquirir?

Para adquirir o cartão 360° do Clude, basta realizar o cadastro pelo site ou pelo celular, fazer o pagamento, baixar o aplicativo e começar a usar. Qualquer pessoa pode ter acesso ao cartão 360°, que também oferece planos familiares caso o cliente possua dependentes.

É só clicar aqui.

Os benefícios do cartão de saúde do Clude?

Os principais benefícios do cartão de saúde do Clude são:

Descontos em medicamentos

O cartão de saúde fornece até 60% de desconto em medicamentos comercializados em mais de 26 mil farmácias em todo o território nacional. Basta apresentar o cartão no momento de finalização da compra.

Orientação médica 24h

Em caso de emergências, é possível receber orientação médica a qualquer hora do dia. Basta ligar e tirar as dúvidas com um especialista.

Possibilidade de plano familiar

Outro benefício do cartão de saúde é a possibilidade de optar pelo plano familiar, de forma que dependentes possam ter os mesmos direitos a consultas, exames e procedimentos por um valor econômico.

Sem limite de idade

Pessoas com mais de 60 anos também são muito bem-vindas ao cartão de saúde. Qualquer pessoa pode adquirir o cartão 360°, sem limite de idade.

Consultas com clínicos e especialistas

As consultas médicas podem ser agendadas pelo aplicativo, e o paciente pode escolher se prefere o primeiro atendimento com um clínico geral ou especialista em determinada área.

A diferença de valor é mínima e totalmente suportada pelo consumidor. Basta ter o cartão de saúde para marcar uma consulta ou receber orientações via chat ou telefone.

Exames e procedimentos por preços mais acessíveis

O cartão 360° permite a realização de exames e outros procedimentos médicos com preços mais econômicos. Basta acessar o aplicativo e solicitar uma cotação. Os descontos em exames chegam a 80%.

Consulta médica online ou presencial

As consultas podem ser presenciais ou online. Dessa forma, quem está doente ou não pode sair de casa tem direito a receber o mesmo atendimento via vídeo.

Não há período de carência

Após se cadastrar no programa de saúde Clude e receber o cartão 360°, o cliente já estará autorizado a utilizar os serviços de saúde, sem ter que aguardar períodos de carência.

Venha fazer parte desse programa completo de prevenção e qualidade de vida!

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Durante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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