4 vantagens do Nutrifit para quem busca um programa completo de saúde

O Nutrifit é um programa de saúde exclusivo oferecido pela plataforma digital do Clude. Com a ajuda desse programa, você pode ter resultados muito expressivos na sua saúde, por meio do acompanhamento com nutricionistas e personal trainers. 

Você não precisa pagar preços altos para nutricionistas ou academias, já que é possível alcançar a saúde corporal que você tanto almeja diretamente da tela do seu celular. Veja as maiores vantagens de escolher o Nutrifit neste post. Acompanhe!

1. Consultas agendadas com nutricionista e personal trainer

Uma das principais vantagens do programa de saúde Nutrifit é a possibilidade de agendar consultas com nutricionistas e personal trainers. Sabemos da importância desses profissionais para atingir objetivos, como a perda de peso e ganho de massa muscular. 

A partir disso, o Nutrifit permite que você agende consultas por videochamada ou fale com esses profissionais por meio de um chat, podendo sanar dúvidas, fazer perguntas sobre rotinas de treino, cardápios, entre outros.

2. Exercícios físicos semanais

Se você concorda que a prática de exercícios físicos traz excelentes benefícios para a sua saúde, vai querer aproveitar os treinos inéditos que o Nutrifit disponibiliza semanalmente. Os exercícios são passados aos alunos por meio de um aplicativo muito completo.

Isso permite que a interação seja muito parecida com a prática presencial de exercícios, com campos para marcação de segundos, pausas, velocidade, tamanho da carga, bem como um temporizador e um botão para marcar o exercício como feito.

3. Lives com personal trainers

Por meio do Nutrifit, você ainda pode assistir a lives com personal trainers que trazem conteúdos sobre temas diversos, voltados diretamente aos seus objetivos. Além disso, as lives do Clude te ajudam a acelerar seus resultados de maneira saudável e eficiente.

Elas permitem que você possa praticar exercícios dinâmicos sem sair do conforto da sua casa e, ao mesmo tempo, sem precisar se expor a riscos desnecessários relacionados à pandemia – os quais você teria ao ir a uma academia, por exemplo.

4. Comunidade

Caminhamos muito melhor rumo aos nossos objetivos quando não estamos sozinhos. O Clude também pensou nisso e, além de todos os benefícios do Nutrifit, ainda oferece um espaço para que as pessoas possam interagir umas com as outras e se inspirar com histórias de sucesso.

Além disso, por meio da comunidade, os nutricionistas do Clude postam dicas e publicam pratos e receitas diariamente para que você possa melhorar ainda mais os cuidados com a sua alimentação.

Importância da alimentação saudável e da prática de exercícios físicos

A alimentação está diretamente ligada a diversos tipos de doenças e comorbidades. Ter uma alimentação mais saudável é um requisito para quem quer viver mais tempo e com mais qualidade. Assim, o nutricionista é o profissional mais qualificado para montar a sua dieta, acompanhar seus resultados de emagrecimento e verificar os nutrientes de que o seu corpo precisa.

Também precisamos ressaltar a importância do personal trainer, profissional que te ajuda você a montar um rotina de exercícios físicos voltadas a obtenção de bons resultados, independentemente do seu objetivo, seja ele ter mais condicionamento físico, perder peso ou até mesmo ganhar massa muscular, tudo isso de maneira saudável e ser exigir mais do que o seu corpo pode cumprir.

Realização de consultas médicas periódicas

Agora que você já sabe que o nutricionista e o personal trainer são extremamente importantes, deve entender que a atuação desses profissionais deve estar sempre aliada a uma rotina de consultas médicas periódicas. Consultas de rotina podem ajudar você a obter resultados ainda melhores por meio da verificação das suas taxas de glicose, triglicerídeos, saúde do coração, tireóide e vitamina D.

Como o Clude pode ajudar?

O Clude é uma plataforma digital de saúde preventiva completa. Por meio dele, você tem um acesso muito mais facilitado a nutricionistas e personal trainers, especialmente por meio do programa Nutrifit. Além disso, com o Clude, você pode fazer consultas médicas, exames e tomar vacinas por preços mais acessíveis.

Veja mais: Nutricionista e personal trainer: quando contratar?

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Durante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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