Apoio e acolhimento no tratamento do câncer de mama

Apoio e acolhimento no tratamento do câncer de mama

Tempo estimado de leitura: 13 minutos

O impacto psicológico causado pelo câncer de mama traz uma significativa repercussão na vida de um paciente com o diagnóstico. Quando esse momento é vivido com conhecimento e compreensão, torna-se possível o entendimento dos medos e angústias que podem interferir em uma resposta ao seu tratamento terapêutico. Desta forma é importante que o acompanhamento multidisciplinar especializado seja promovido ao paciente com dedicação e confiança, oferecendo o restabelecimento da saúde em seu sentido mais amplo.  

Convidamos a Diretora Médica do Clude,  Drª Laura Gusman e a Drª Linda Vieira, psicóloga do Clude, para debater melhor sobre o assunto, além de explicar sobre os impactos psicológicos do diagnóstico do câncer de mama

Havendo a confirmação de um tumor maligno, a mulher passará por várias fases de conflitos internos que oscilam desde a negação da doença até a esperança de uma cura. Como é realizado esse primeiro apoio psicológico ao paciente?

Laura Gusman: “Quando vamos falar sobre o diagnóstico, o mais importante é o acolhimento ao paciente, até porque naquele minuto que você fala o resultado, imagine o turbilhão de coisas que irá passar pela cabeça. Com o medo da morte, mutilação, das dificuldades econômicas, depressão e ansiedade. Acredito que o mais importante é acolher, e esse acolhimento é feito através de uma equipe multidisciplinar, incluindo mastologista, oncologista, cirurgião plástico, além do acompanhamento psicológico. Isso também vai gerar mais confiança no tratamento que será proposto para ela e essa questão do apoio psicológico é super importante.”

Linda Vieira: “A parte do acolher é o que vai prevalecer. Quando a paciente chega para nós é importante que ela venha logo que receba o diagnóstico para que seja acompanhado desde o início e estabelecer uma escuta bem atenta. Acho que neste momento, muitos conflitos vão se desencadear, como a insegurança, medo de algo muito desconhecido, medo do tratamento, medo da eficácia do tratamento e medo da questão de como ficará o corpo. Tudo isso vai gerar, a princípio, uma angústia muito grande. Então quanto mais estivermos ali uma escuta e entendermos em qual o momento que essa paciente estava vivenciando antes do diagnóstico, como é que ela se encontrava nos relacionamentos pessoais, emocionais e familiares, para que possamos a partir daí estender esse apoio aos familiares. Então é importante investigar em que momento essa pessoa estava vivendo porque muitas vezes estava em grandes projetos e se veem diante de um diagnóstico como esse. Portanto, a escuta e o acolhimento serão essenciais, juntamente com a equipe multidisciplinar. […] Outra questão é que é difícil definir o que cada um vai sentir, como cada um vai reagir a essa demanda mas poucos que chegam no consultório da terapia confiantes. A princípio é uma negação muito grande e creio que não dá para exigir muito nesse momento a não ser o acolhimento mesmo.”

A causa e a cura do câncer permanecem na obscuridade. Isso pode atrapalhar a procura e aceitação ao tratamento?

Laura Gusman: “Tem uma série de fatores que o paciente vai começar a questionar: porque isso aconteceu se ela fez tudo certinho, se ela fez exercício, se alimentou bem, se manteve no peso, porém, isso aconteceu com ela. Essas coisas passam pela cabeça do paciente e isso é obviamente importante. […] Qualquer pessoa pode desenvolver um câncer, mas creio que é importante perceber e sentir a paciente ao receber o diagnóstico, porque pode vir acompanhado com um quadro de depressão. Então o médico tem que ter essa sensibilidade e colocar junto o acompanhamento psicológico ou psiquiátrico para ajudar nesse momento.”

Linda Vieira: “Por ser algo completamente novo muitas pessoas têm medo de fazer o exame preventivo, porque às vezes ela prefere não saber do que ter o diagnóstico. Eu atendo muitos pacientes que evitam fazer o exame de rotina justamente por ter antecedentes na família e elas preferem não fazer e retardam o máximo que podem a questão do exame preventivo com medo. Também tem pessoas que não fazem o autoexame porque têm medo do que possam sentir e a reação é de medo, e muitas vezes, de silêncio. Às vezes a pessoa quer se silenciar, ela não quer falar, não quer entrar em contato com aquilo que naquele momento é muito difícil. É uma dor profunda e ela não quer falar sobre o assunto. Portanto, o acolhimento e a escuta, também é respeitar esse momento inicial do paciente para que ele possa ter o espaço e colocar tudo para fora, todas as suas angústias e seus medos, até para que ela possa de verdade começar a aceitar, e em um segundo plano ela começa a trabalhar a aceitação.”

Laura Gusman: “Isso acontece muito mesmo. A paciente acha que se ela não fizer o exame, então ela não irá perceber a doença e não vai ficar doente. Na verdade, você acaba perdendo a oportunidade de pegar a doença inicial e ela já vai fazer uma prevenção. Quando a doença já está grande e desenvolvida, seria mais interessante fazer o rastreio.”

Linda Vieira: “Isso é um mecanismo de defesa e ela acha que não fazendo o exame ela poderá retardar a doença. […] A doença que antecede precocemente é mais fácil do diagnóstico, então às vezes, a pessoa usa esse mecanismo que se torna ainda pior.”

O diagnóstico da doença e todo o seu processo que são vividos pela paciente e seus familiares é um momento de angústia. Como o profissional de psicologia pode atuar e conduzir esse cenário?

Laura Gusman: “O que a gente costuma fazer é colocar a família na roda, se possível. Se é uma família que ajuda porque eles se tornam a rede de apoio do paciente e às vezes a família é incluída na terapia porque para eles também muda muita coisa.”

Linda Vieira: “Acho que a terapia, nesse caso, tem que ser vista mais como um tratamento junto de toda a equipe disponível. Então o acompanhamento psicológico vai ser mais uma possibilidade de tratamento, e tão logo possa ser iniciado quando a pessoa realmente quiser fazer. A primeira coisa que nós fazemos é uma avaliação, e eu sempre procuro investigar todas as questões que envolvem essa pessoa, porque muitas vezes ela traz com ela alguns medos, algumas angústias, algumas questões que com o diagnóstico fica mais exacerbado. Portanto, você já tem que ir trabalhando essas questões com o paciente para que ele possa ir aceitando gradativamente esse processo. Então, primeiramente faço uma anamnese onde eu investigo as angústias e incertezas que essa paciente traz e todas essas questões. No segundo momento, insiro a família que elas queiram por perto, porque as questões familiares são bem complexas. Nós precisamos saber quais são as pessoas que essa paciente deseja que estejam por perto, pois causa uma mudança muito drástica na vida familiar porque muda para todo mundo. A incerteza também se estende aos familiares mais próximos e acolher essa família toda, mostrar que eles não estão sozinhos. […]”

Quais são os aspectos da doença que mais refletem na autoestima da paciente?

Laura Gusman: “Acho que independente do diagnóstico, hoje em dia já tem uma batalha para as mulheres que é tentar se encaixar no padrão de beleza da sociedade. Então o amor próprio é necessário para a autoestima e às vezes isso já está balançado de antes e quando recebe o diagnóstico você pensa no cabelo e na cirurgia, mas no final de alguma maneira você vai ter que optar pelo o que vai te fazer bem. Então, se o seu tratamento fizer seu cabelo cair, você ficará triste mas vai passar, é uma fase. Se você decidir usar peruca ou não usar nada, creio que a mulher tem que fazer o que ela se sentir melhor, fazer o que ela preferir. Tem essa questão da estética, da intimidade, a questão da sexualidade também, tudo isso é muito influenciável quando ela recebe o diagnóstico.”

Linda Vieira: “Muitas vezes essa paciente já traz questões relacionadas à autoestima e vai abalar sim o amor próprio e autoconfiança e vai gerar uma insegurança muito grande, além da parte estética. Acho que a princípio o que causa muito desconforto com a parte estética é como as pessoas irão reagir quando acontecer essas mudanças no corpo da pessoa. Quando realmente temos um padrão cultural estabelecido em relação a isso e a pessoa ela tem que lidar com todas essas questões e com o diagnóstico. Ela terá que lidar com como ela vai falar isso para as pessoas, caso perguntem, como ela reagirá em relação a mudança do próprio corpo, com o tratamento e a queda de cabelo também. […] Cada um deve optar por aquilo que fica mais confortável para você, seja usar a peruca, usar um lenço, um turbante ou se assumir sem o cabelo. Creio que cada um tem que encontrar a sua forma de lidar com esse cenário novo e muito incerto, encontrando os recursos disponíveis. Se você se ver diante da situação da queda do cabelo, por exemplo, como é que você vai fazer? Então começo a trabalhar as possibilidades que elas terão diante dessas angústias. […] Muitas mulheres já se antecipam e compram perucas ou lenços e essa é uma forma de você começar a ver possibilidades positivas mesmo diante de um cenário tão controverso. Para que ela confie que aquilo é eficaz, que vai trazer resultado e que ela irá superar. […] Tem a questão da sexualidade também , pois o parceiro também fica muito perdido neste momento em como lidar com isso, então a rede de apoio se estende para o parceiro ou parceira também, para a mulher ter mais segurança para as questões estéticas. Acho que isso aumenta diante de todo o contexto da saúde mesmo, mas a questão estética vai pegar. Nós somos, esteticamente falando, muito vaidosas e vaidosos e isso realmente nos deixa mais fragilizados. 

Como manter o emocional equilibrado e a qualidade de vida diante de um diagnóstico de câncer de mama?

Laura Gusman: “Receber o diagnóstico do câncer de mama vai impactar de uma maneira negativa na vida da mulher, pelas questões em saber em qual momento ela está passando, de tudo o que ela está vivendo naquele momento, ela ainda por cima recebe esse diagnóstico. Então, surge o sentimento de medo e ansiedade e eles podem acontecer durante todo o processo, desde o diagnóstico, tratamento e na fase pós-tratamento porque essa paciente irá manter um acompanhamento durante muitos anos. Algumas coisas que eu acho interessante, além da terapia convencional, é a terapia alternativa que pode ajudar também, como acupuntura e shiatsu. Além da prática de exercícios físicos que auxiliam bastante no bem estar e na qualidade de vida. […] O câncer é um diagnóstico que é importante saber e isso não quer dizer que a pessoa vai morrer, isso não é uma confirmação. É importante ela acreditar que vai passar e é uma fase, sendo que é difícil buscar todo o suporte. Creio que a parte médica é muito importante para ela, a rede de apoio da família e o apoio psicológico também, porque não é fácil mas precisa acreditar que vai passar por isso. 

Linda Vieira: “É importante trabalhar muito a questão da confiança dessa paciente e acreditar que ela tem todas as possibilidades de cura, até porque isso não é uma contagem regressiva. Ela vai passar por um tratamento com todas as possibilidades de cura e eu sempre trabalho com os meus pacientes na questão de que o diagnóstico não define uma pessoa. O diagnóstico é para ajudar a identificar o que está acontecendo com você, mas ele não te define, pois você continua sendo um ser humano, com questões, com desejos e sonhos e esses sonhos não devem morrer. Então, talvez precise lapidar isso para que você possa ir os realizando na medida do possível, seguindo a sua vida. A atividade física é muito recomendada e acho que é fundamental ela seguir dentro da sua rotina o máximo que puder, tentando ocupar seu tempo com atividades que lhe tragam prazer e que tirem o foco total da doença. Embora ela vá oscilar muito, mas se ela estiver fazendo nada que dê prazer no momento ela se tornará muito mais ansiosa e ociosa e todo o seu pensamento e energia vai ser canalizado para o diagnóstico do câncer de mama. Então a ideia central é fazer com que essa pessoa fique mais confiante e acredite positivamente em todo o processo, em toda a equipe que está acompanhando e que ela deseje profundamente sair disso e voltar a sua vida. É um processo onde todos estão inseridos, familiares e paciente. […] Tudo o que ela crer nesse momento ela deve fazer uso, além da equipe médica e parte psicológica. É uma fase e precisamos saber usar todas as ferramentas disponíveis para passar por ela da melhor forma.”

Laura Gusman: “Ela não vira o diagnóstico, ela continua sendo uma pessoa […] Ela continua  a mesma pessoa mas tem que manter o que ela é. Obviamente algumas alterações irão acontecer por conta do tratamento, mas é uma fase e acreditar que vai dar certo, buscar sempre a melhor maneira dela lidar com isso e buscar ajuda.”

*Atenção: As informações existentes no Blog do Clude pretende apoiar e informar, não substituindo a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal.

Escute o podcast do Clude!

Spotify | Deezer | Google Podcast

Tempo estimado de leitura: 7 minutos

Ausencia-de-Saude-Mental-e-o-custo-invisivelDurante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

Deixe um comentário