Quais são os principais exames do coração solicitados pelo cardiologista?

A realização periódica de exames contribui significativamente para a manutenção da saúde, tendo em vista que, por meio deles, é possível detectar precocemente diversos problemas.

Um dos principais órgãos do corpo humano é o coração, pois ele é responsável por bombear sangue para todo o organismo, auxiliando no transporte de oxigênio e nutrientes para as células e na remoção de resíduos do metabolismo.

Nesse sentido, é necessário realizar exames do coração com periodicidade a partir dos 35 e 40 anos de idade e, caso o indivíduo pratique regularmente esportes de alta intensidade ou possua histórico familiar de doenças cardíacas, é preciso começar a monitorar a saúde do coração a partir dos 30 anos.

Assim sendo, continue acompanhando este post e saiba quais são os principais exames cardiológicos solicitados pelos especialistas. Boa leitura!

Leia mais: Conheça as principais doenças que afetam o coração

Principais exames do coração solicitados pelo cardiologista

Ecocardiograma

Esse exame funciona de forma similar ao ultrassom, de modo que é possível obter imagens do coração a partir do som e avaliar toda a sua estrutura, como tamanho, forma e espessura de cada parte do órgão.

Sendo assim, é possível verificar várias informações sobre o funcionamento do órgão e detectar doenças, como insuficiência cardíaca, sopros, alterações na anatomia do coração e dos vasos e até mesmo a existência de tumor.

Eletrocardiograma

Esse exame é responsável por verificar a atividade elétrica do coração, o qual é encarregado de contrair suas fibras musculares para bombear sangue. Desse modo, por meio dessa avaliação, é possível verificar a frequência dos batimentos cardíacos e, consequentemente, identificar um infarto do miocárdio, aumento de cavidades cardíacas, bloqueios do sistema de condução cardíaco e arritmias, por exemplo.

Holter

Esse exame cardiológico é similar ao eletrocardiograma. Contudo, enquanto o segundo é realizado com o paciente em repouso, o primeiro é efetuado por meio de um gravador portátil que registra a atividade do coração durante todo o dia.

Radiografia de tórax

Esse exame possibilita que o cardiologista possa avaliar a anatomia do coração, a qual pode sofrer modificações por diversos problemas, como depósitos de cálcio em válvulas cardíacas, o que pode ocorrer conforme a idade avança. 

Além disso, como todo o tórax é analisado, é possível verificar se há acúmulo de líquidos nos pulmões, o que pode indicar insuficiência cardíaca.

Teste ergométrico

Também conhecido como teste de esforço, esse exame visa analisar alterações no ritmo cardíaco ou na pressão arterial durante a realização de esforço físico. Desse modo, para a realização do exame, o paciente deve caminhar ou correr em uma esteira ou até mesmo pedalar em uma bicicleta ergométrica.

Assim, é possível simular situações do dia a dia em que o indivíduo precisa realizar esforço e avaliar como o coração se comporta diante dessas circunstâncias.

Como cuidar da saúde do coração por um preço acessível

O Clude é a alternativa ideal para quem não tem plano de saúde, pois permite que seus usuários possam encontrar cardiologista barato a partir de R$ 35, seja via telemedicina ou consulta presencial.

Além disso, por meio do Clude, é possível realizar exames do coração com até 80% de desconto. Para isso, basta procurar por um dos laboratórios credenciados.

Como pôde perceber, o Clude torna o cuidado com a saúde mais acessível, de modo que você possa realizar exames e se consultar com especialistas de forma periódica, o que é fundamental para a manutenção da saúde.

Portanto, se você deseja cuidar do seu coração e não possui um plano de saúde, conte com o Clude!

Leia também: Telemedicina cardiológica: quando marcar uma consulta online com cardiologista?

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Durante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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