Tenha uma vida mais saudável com o programa Nutrifit

Ter uma vida mais saudável é um dos assuntos que mais se discute na atualidade. Entre bons hábitos alimentares e a prática de exercícios físicos, as pessoas buscam maneiras práticas e eficazes de aumentar a qualidade de vida.

O Clude é um programa de saúde e prevenção que sabe da importância de ter uma vida mais saudável e, por isso, desenvolveu o Nutrifit. Entenda como ele funciona e suas vantagens.

O que é o Nutrifit?

O Nutrifit é um programa, desenvolvido pelo Clude, que pode te ajudar a ter uma vida mais saudável sem dietas restritivas ou altos gastos com nutricionista e academia.

Com o Nutrifit, a partir de R$ 39,90 por mês, você pode acessar um programa completo de alimentação e exercícios físicos que funciona totalmente online – via aplicativo, WhatsApp ou vídeo.

Confira mais detalhes sobre o Nutrifit:

Como o Nutrifit pode te ajudar a ter uma vida mais saudável?

Através da alimentação saudável

Com o Nutrifit, é possível receber orientação online de um nutricionista de qualquer lugar, quando for preciso. O chat do Nutrifit funciona todos os dias, das 8h às 20h, bastando enviar uma mensagem para obter as orientações necessárias.

Caso o objetivo seja adotar uma alimentação saudável para perder peso, por exemplo, os nutricionistas do Nutrifit desenvolverão cardápios personalizados, ou seja, que levam em consideração seu perfil de saúde e especificidades, ajudando a promover uma reeducação alimentar que possibilite uma dieta equilibrada e, consequentemente, a perda de peso.

  • E como é feita a consulta com o nutricionista?

 

No Nutrifit, você pode marcar uma consulta com o nutricionista e realizá-la por vídeo, recebendo o mesmo atendimento de uma consulta presencial, com direito a cardápio personalizado e acompanhamento sem ter que sair de casa.

Ademais, a primeira consulta é totalmente gratuita, e você passa a fazer parte de uma comunidade para trocar experiências com outras pessoas e se inspirar. Os próprios nutricionistas também participam da comunidade postando receitas, pratos e dicas diariamente.

Exercícios físicos

Quem deseja começar a ter uma rotina de exercícios físicos, porém não pode ou não deseja sair de casa, também é beneficiado pelo Nutrifit.

Pelo aplicativo, você tem acesso a treinos personalizados, ou seja, que levam em consideração qual seja seu objetivo. Na plataforma do Clude você encontra treinos rápidos ou longos como de Movimentação Corporal, Ginástica Laboral, Força e Cardio.

Você também pode agendar um horário para conversar diretamente com um personal trainer e receber todas as orientações para ter uma vida mais saudável.

Na comunidade, você acessa conteúdos sobre temas diversos, que contemplam seus objetivos e que vão te ajudar a alcançar os melhores resultados.

Mais vantagens do Clude

O Clude e seu programa Nutrifit te ajudam a ter uma vida mais saudável, e os benefícios não cessam por aí. O Clude é uma solução completa de prevenção e saúde, e algumas de suas principais vantagens são:

  • consultas, exames, procedimentos, vacinas e cirurgias por preços reduzidos;
  • possibilidade de receber orientação médica 24h por dia, sete dias por semana, tanto pelo chat do aplicativo quanto pelo WhatsApp;
  • descontos de até 60% em medicamentos, comercializados em mais de 26 mil farmácias localizadas em todo o território nacional;
  • descontos em exames, que variam de 15% a 80%, tanto para check-up quanto para algum exame específico.

Tenha uma vida mais saudável com o Nutrifit!

O Clude desenvolveu o Nutrifit pensando em quem deseja ter uma vida mais saudável por meio de alimentação correta e exercícios físicos. Com ele, você tem acesso a uma plataforma completa com cardápios e treinos que respeitam seu perfil e visam alcançar seus objetivos.

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Durante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

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