O que não fazer antes, durante e depois do exame de sangue

Para obter um diagnóstico preciso e evitar hematomas na hora da coleta de sangue, é preciso seguir algumas recomendações importantes antes, durante e após o exame. Você sabe quais são elas? Se não, confira este artigo e saiba exatamente como proceder na hora de realizar seu exame de sangue. Boa leitura! 

Leia mais: Os principais tipos de exame de sangue que você pode fazer

O que não fazer antes do exame de sangue

Comer

Para realizar determinados tipos de exames de sangue, como os que medem o nível de glicose, ferro e creatinina, por exemplo, é necessário realizar jejum por algumas horas, tendo em vista que as substâncias presentes nos alimentos podem alterar o real resultado de alguns exames, prejudicando o diagnóstico.

Uma dica interessante para quem precisa realizar exame de sangue que requer jejum é fazê-lo pela manhã e aproveitar as longas horas de sono sem comer.

Praticar exercícios físicos

Assim como a alimentação pode comprometer os resultados dos exames, a prática de exercícios físicos também o pode, uma vez que ocasiona a queima de calorias, diminui os níveis de glicose no sangue e aumenta a produção de metabólicos.

Esses efeitos podem persistir até 24h após a realização dos exercícios. Portanto, caso você pratique exercícios cotidianamente por questões de saúde, hobbie ou até mesmo porque atua como esportista, converse previamente com seu médico para que ele avalie seu caso em particular e recomende as orientações cabíveis.

Ingerir álcool

O álcool também tem a capacidade de alterar os níveis de diversas substâncias em nosso organismo, em especial de colesterol e glicose, visto que ele interfere no metabolismo de açúcares. Nesse sentido, é preciso evitar a ingestão de álcool por 72h antes do exame.

Fumar

Como o fumo pode causar alteração de determinadas substâncias em nosso corpo, como o nível de glicose, é preciso evitar o cigarro no dia em que for realizar o exame de sangue. 

Realizar exames de imagem

Determinados exames de imagem requerem o uso de contraste por via oral, venosa ou arterial. Como o contraste é uma substância que pode causar alterações no organismo, o recomendado é não realizá-lo antes da coleta de sangue, a fim de não comprometer o real resultado dos exames.

O que não fazer durante o exame de sangue

Basicamente, é recomendado que o paciente não mova o braço durante a coleta de sangue, a fim de evitar que qualquer erro no momento da pulsão possa ocasionar dores ou hematomas posteriormente. 

O que não fazer após o exame de sangue

Massagear o local perfurado para coleta de sangue

Não é recomendável massagear a região onde foi realizada a coleta de sangue, pois isso também pode causar hematomas no braço. 

Flexionar o braço

Flexionar o braço também pode causar hematomas. Portanto, evite dobrá-lo e realizar muitos movimentos com ele após a coleta de sangue.

Realizar esforços

Por fim, é recomendável não praticar exercícios físicos ou carregar peso com o braço no qual foi realizada a coleta de sangue por aproximadamente uma hora, de modo a evitar que surjam hematomas. Caso manchas arroxeadas apareçam, é possível aplicar cremes ou até mesmo gelo na região perfurada para acelerar o processo de recuperação e evitar que o hematoma cresça. 

Como realizar exames de forma mais acessível?

O Clude é uma excelente alternativa para quem não tem plano de saúde, pois oferece um programa completo a partir de R$ 39,90 por mês, que garante inúmeros benefícios para seus usuários, como a realização de diversos exames a partir de R$ 6,57.

Assim, é possível realizar check-ups gerais periodicamente e cuidar da saúde da maneira ideal sem comprometer o bolso.

Portanto, se você está em busca de exame de sangue barato, conte com o Clude!

Leia também: 5 dicas fundamentais para quem vai fazer exame de sangue

Deixe um comentário

Durante muito tempo, a saúde mental no trabalho foi tratada por muitas empresas como uma pauta de conscientização, clima ou apoio pontual.

Em paralelo, a NR1 era vista, em grande parte, como um tema de compliance: algo a ser acompanhado pelo olhar técnico, documentado dentro dos processos e tratado como exigência regulatória.

Mas esse enquadramento já não dá conta da realidade.

Quando os riscos psicossociais passam a entrar de forma mais explícita na gestão de riscos ocupacionais, o tema deixa de ser apenas uma obrigação trabalhista e passa a tocar diretamente aquilo que a liderança sente na operação: afastamentos, queda de produtividade, turnover, desgaste de lideranças, clima organizacional e continuidade do negócio.

Em outras palavras, o que antes parecia um tema periférico agora entra no centro da gestão.

A discussão deixou de ser apenas normativa

Quando se fala em saúde mental no trabalho, ainda é comum que o debate fique preso a dois extremos: de um lado, o discurso institucional sobre bem-estar; de outro, a preocupação com conformidade.

Só que a realidade das empresas acontece no meio disso tudo.

Ela aparece no colaborador que continua trabalhando, mas já perdeu energia, foco e capacidade de decisão. Aparece na liderança sobrecarregada, que passa a gerenciar conflitos recorrentes sem preparo. Aparece no RH pressionado por aumento de afastamentos, pedidos de apoio emocional, dificuldade de retenção e sinais de esgotamento cada vez mais frequentes.

Por isso, uma leitura mais madura da NR1 não começa no documento.

Ela começa em uma pergunta que poucas empresas fazem com profundidade:

quanto custa não enxergar o sofrimento antes que ele vire afastamento, desligamento ou colapso de performance?

O custo invisível já está na operação

Quando a empresa não investe em mapear e reduzir riscos psicossociais, a conta não chega de forma abstrata.

Ela aparece em camadas, muitas vezes silenciosas no início, mas cumulativas ao longo do tempo:

  • mais ausências e incapacidades
  • perda de produtividade silenciosa
  • aumento de turnover em posições críticas
  • desgaste de lideranças
  • piora de clima e segurança psicológica
  • mais pressão sobre RH, SST e gestores

Esse é o ponto central: a ausência mental nem sempre começa no afastamento formal.

Antes disso, ela já pode estar presente na dificuldade de concentração, na queda de engajamento, no aumento dos conflitos, no esvaziamento emocional e na perda gradual de potência das equipes.

E, quando isso não é tratado com método, o impacto ultrapassa a esfera humana e entra diretamente no orçamento da operação.

Os números ajudam a explicar por quê

Os dados reforçam que esse não é um tema subjetivo demais para ser gerido. Pelo contrário.

Só em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais no Brasil, uma alta de 15,66% em relação a 2024. Ansiedade e episódios depressivos lideraram as concessões.

No cenário global, a OMS estima que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos todos os anos por depressão e ansiedade, com um custo de US$ 1 trilhão em produtividade.

Esses números ajudam a tirar a pauta do campo da percepção e colocá-la onde ela precisa estar: no campo da gestão, do risco e da sustentabilidade do negócio.

Reduzir riscos psicossociais não é só uma agenda de bem-estar

Esse talvez seja um dos principais pontos de virada para as empresas.

Durante muito tempo, iniciativas relacionadas à saúde mental ficaram concentradas em campanhas, ações de comunicação e esforços importantes de conscientização. Tudo isso tem valor, mas já não basta sozinho.

Porque reduzir riscos psicossociais não é apenas promover uma agenda de bem-estar.

É estruturar uma agenda de gestão, prevenção e sustentabilidade da operação.

A própria lógica da NR1 aponta nessa direção: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, acompanhar controles e envolver trabalhadores no processo. Quando o assunto são fatores psicossociais relacionados ao trabalho, isso exige muito mais do que ações pontuais.

Exige leitura de contexto, capacidade de diagnóstico, escuta estruturada, acompanhamento contínuo e decisões orientadas por evidências.

Em resumo: exige método.

O que empresas mais preparadas já entenderam

As empresas mais preparadas não estão mais tratando saúde mental apenas como tema de sensibilização.

Elas estão transformando isso em uma frente mais estruturada de gestão, com ações como:

  • leitura de clima e segurança psicológica
  • visibilidade sobre sinais de sobrecarga, assédio, conflito e exaustão
  • indicadores que apoiem a tomada de decisão da liderança
  • canais confiáveis de escuta e denúncia
  • plano de ação com monitoramento contínuo

Essa mudança de postura é importante porque ajuda a empresa a sair do reativo.

Em vez de agir apenas quando o problema escala, ela passa a construir mecanismos para identificar sinais antes, priorizar ações e oferecer caminhos de cuidado com mais consistência.

Onde essa conversa encontra a prática

É justamente nesse ponto que muitas empresas travam.

Elas entendem a urgência do tema, reconhecem os impactos no negócio, mas têm dificuldade para transformar preocupação em jornada estruturada.

E essa é uma transição importante: sair da intenção e ir para a prática.

Na Clude Saúde, essa construção passa por uma abordagem que integra saúde emocional e saúde digital de forma mais contínua, acessível e conectada à realidade das empresas.

Isso envolve frentes como pesquisa de clima organizacional, dashboard para tomada de decisão, canal de denúncias, adequação normativa e suporte contínuo ao colaborador. Também envolve recursos de acompanhamento mais próximo, com monitoramento ativo, chat com psicólogos, avaliações periódicas de ansiedade, estresse e burnout, além de ferramentas de apoio à rotina emocional.

Na prática, isso significa não esperar o problema escalar para então agir.

Significa criar estrutura para identificar sinais antes, acompanhar casos com mais proximidade e ampliar o acesso ao cuidado de forma simples e viável para a operação.

A pergunta que a liderança precisa responder

No fim, talvez a principal contribuição dessa nova fase da discussão seja esta:

a pergunta que a NR1 está trazendo para dentro das empresas não é apenas “estamos em conformidade?”

É também:

“quanto o nosso modelo de trabalho está custando para a saúde das pessoas, e para o resultado do negócio?”

Porque quando a saúde mental entra no radar da gestão de risco, ela deixa de ser um tema periférico.

E passa a ser tema de orçamento, liderança e performance.

Sua empresa já começou a medir o custo de não investir em prevenção e saúde emocional no trabalho?

Se esse tema já está na pauta de RH, SST ou liderança por aí, vale a conversa.

A Clude Saúde vem estruturando essa jornada com empresas por meio de uma abordagem que une diagnóstico, monitoramento e acesso ao cuidado em um ecossistema digital de saúde.

Deixe um comentário